PG-13-R
Seu resultado
- Pontuação dos sintomas (perguntas 3 a 12) 0 / 50
Sinais de luto prolongado
As respostas mostram um luto que, mais de um ano depois da morte, continua intenso e atrapalha a vida.
- Saudade: a falta da pessoa ocupa boa parte do dia, e pensar nela atrapalha o que precisa ser feito.
- Incredulidade: é difícil acreditar que ela realmente se foi, e o que lembra a morte é evitado.
- Dor: a raiva, a amargura ou a tristeza ligadas à morte continuam fortes.
- Identidade e sentido: a sensação de que uma parte de si morreu junto, de não saber o que fazer da vida, que parece sem sentido sem a pessoa.
- Afastamento: sentir-se anestesiado, desligado dos outros e sozinho, com dificuldade de estar com amigos, fazer planos e retomar a rotina.
- Diferença do luto comum: no luto comum a saudade continua, mas com os meses a vida volta a ter espaço, e no luto prolongado a dor segue com a força do início.
- Pontuação dos sintomas (perguntas 3 a 12) 0 / 50
Luto intenso
As respostas mostram um luto forte, mas não o conjunto do luto prolongado, que junta essa intensidade, mais de um ano desde a morte e prejuízo na vida.
- Saudade: a falta da pessoa toma boa parte do dia.
- Dor e incredulidade: a tristeza, a raiva e a dificuldade de acreditar que ela se foi vêm com força.
- Sentido: a vida parece sem rumo sem ela, com a sensação de que uma parte de si morreu junto.
- Primeiro ano: nos meses seguintes à morte, sentir tudo isso com essa força é o luto comum, e a dor costuma abrandar aos poucos sem que a saudade acabe.
- Depois de um ano: com esse tempo já passado e o trabalho e o convívio mantidos, a dor é forte, mas não forma o luto prolongado.
- Sinais de depressão: não conseguir funcionar, perder o interesse por tudo ou pensar em morrer para reencontrar a pessoa pedem uma avaliação agora, sem esperar o tempo passar.
Sinais de depressão ou pensamentos de morrer pedem uma avaliação agora.
- Pontuação dos sintomas (perguntas 3 a 12) 0 / 50
Sem sinais de luto prolongado
As respostas não mostram o conjunto do luto prolongado: saudade e dor que seguem intensas mais de um ano depois da morte e impedem de retomar a vida.
- Luto prolongado: mais de um ano depois, a saudade ocupa quase todo o dia, é difícil acreditar na morte e a vida parece sem sentido sem a pessoa.
- Prejuízo: nele, a pessoa não consegue voltar aos amigos, ao trabalho e aos planos.
- Luto comum: a saudade vem em datas, lugares e músicas, há tristeza em alguns momentos, e a vida segue com pessoas, tarefas e planos.
- Sem prazo: sentir falta de quem morreu, anos depois, faz parte do luto comum.
- Depressão depois da perda: tristeza na maior parte do dia, perda de interesse por tudo e sono e apetite alterados formam outro quadro, diferente do luto.
O teste de depressão (PHQ-9) deste site ajuda a completar o quadro quando a tristeza não cede.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem perdeu uma pessoa importante há doze meses ou mais e sente que a dor continua com a força do início.
- Quem, depois da perda, tem dificuldade de estar com amigos, fazer planos e retomar a rotina.
- Quem quer levar à consulta um retrato de como estão a saudade, a aceitação da perda e a rotina.
Quando não usar
- No primeiro ano depois da morte: sentir tudo com força nesse período é luto, e o transtorno só se considera depois de doze meses.
- Para perdas que não sejam a morte de uma pessoa: todas as perguntas tratam de alguém que faleceu.
- Diante de sinais de depressão ou de pensamentos de morrer: isso pede uma avaliação agora, sem esperar o tempo passar.
Limites do teste
- Mostra como a pessoa se sente atualmente, e não como o luto mudou ao longo dos meses.
- Não separa o luto prolongado da depressão depois da perda, que é frequente e forma outro quadro.
- Depende de como cada pessoa percebe e descreve a própria dor: o resultado pode ficar acima ou abaixo do que uma avaliação encontra.
Dúvidas sobre o PG-13-R
Perguntas frequentes sobre a PG-13-R
A PG-13-R diagnostica luto prolongado?
Não. Ela rastreia. Trinta pontos nos sintomas, um ano desde a morte e prejuízo na vida indicam uma avaliação.
Esta versão em português é validada?
Sim. O texto é o da validação brasileira de Esperandio e colaboradores, de 2025, feita com a autora original da escala.
Luto tem prazo?
Não. O que define o transtorno não é sentir falta, mas a saudade intensa e a dificuldade de retomar a vida continuarem quase todos os dias, passado um ano, com prejuízo.
Luto prolongado tem tratamento?
Sim. Uma psicoterapia específica para o luto tem bons resultados em poucos meses. Depressão junto, quando há, também se trata.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A PG-13-R rastreia o transtorno do luto prolongado: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Trinta pontos, um ano e prejuízo indicam uma avaliação. O diagnóstico depende da consulta.
Um ano
O transtorno só se considera depois de 12 meses. Antes disso, sentir tudo com força é luto, não doença.
Luto e depressão
Depressão depois de uma perda é frequente e se trata. Pensar em morrer para reencontrar a pessoa pede avaliação sem esperar.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
Sinais de luto prolongado
As respostas mostram um luto que, mais de um ano depois da morte, continua intenso e atrapalha a vida.
- Saudade: a falta da pessoa ocupa boa parte do dia, e pensar nela atrapalha o que precisa ser feito.
- Incredulidade: é difícil acreditar que ela realmente se foi, e o que lembra a morte é evitado.
- Dor: a raiva, a amargura ou a tristeza ligadas à morte continuam fortes.
- Identidade e sentido: a sensação de que uma parte de si morreu junto, de não saber o que fazer da vida, que parece sem sentido sem a pessoa.
- Afastamento: sentir-se anestesiado, desligado dos outros e sozinho, com dificuldade de estar com amigos, fazer planos e retomar a rotina.
- Diferença do luto comum: no luto comum a saudade continua, mas com os meses a vida volta a ter espaço, e no luto prolongado a dor segue com a força do início.
Luto intenso
As respostas mostram um luto forte, mas não o conjunto do luto prolongado, que junta essa intensidade, mais de um ano desde a morte e prejuízo na vida.
- Saudade: a falta da pessoa toma boa parte do dia.
- Dor e incredulidade: a tristeza, a raiva e a dificuldade de acreditar que ela se foi vêm com força.
- Sentido: a vida parece sem rumo sem ela, com a sensação de que uma parte de si morreu junto.
- Primeiro ano: nos meses seguintes à morte, sentir tudo isso com essa força é o luto comum, e a dor costuma abrandar aos poucos sem que a saudade acabe.
- Depois de um ano: com esse tempo já passado e o trabalho e o convívio mantidos, a dor é forte, mas não forma o luto prolongado.
- Sinais de depressão: não conseguir funcionar, perder o interesse por tudo ou pensar em morrer para reencontrar a pessoa pedem uma avaliação agora, sem esperar o tempo passar.
Sem sinais de luto prolongado
As respostas não mostram o conjunto do luto prolongado: saudade e dor que seguem intensas mais de um ano depois da morte e impedem de retomar a vida.
- Luto prolongado: mais de um ano depois, a saudade ocupa quase todo o dia, é difícil acreditar na morte e a vida parece sem sentido sem a pessoa.
- Prejuízo: nele, a pessoa não consegue voltar aos amigos, ao trabalho e aos planos.
- Luto comum: a saudade vem em datas, lugares e músicas, há tristeza em alguns momentos, e a vida segue com pessoas, tarefas e planos.
- Sem prazo: sentir falta de quem morreu, anos depois, faz parte do luto comum.
- Depressão depois da perda: tristeza na maior parte do dia, perda de interesse por tudo e sono e apetite alterados formam outro quadro, diferente do luto.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- As perguntas 3 a 12 valem de 1 (De modo algum) a 5 (Insuportavelmente); a soma vai de 10 a 50.
- O rastreio é positivo com 30 ou mais, morte há 12 meses ou mais (pergunta 2) e resposta “sim” na pergunta 13. As perguntas 1, 2 e 13 não entram na soma.
Rastreio positivo para transtorno do luto prolongado: pontuação dos sintomas (perguntas 3 a 12) de 30 ou mais, morte há 12 meses ou mais, e prejuízo na vida (pergunta 13). Com 30 ou mais e menos de 12 meses: luto intenso, ainda recente. Abaixo de 30: abaixo do ponto de corte.
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Prigerson HG, Boelen PA, Xu J, Smith KV, Maciejewski PK. Validation of the new DSM-5-TR criteria for prolonged grief disorder and the PG-13-Revised (PG-13-R) scale. World Psychiatry. 2021;20(1):96-106. doi.org/10.1002/wps.20823
Validação brasileira
Esperandio MRG, Rosas LS, Viacava JJC, Prigerson HG. Brazilian validation of the Prolonged Grief Disorder Scale – Revised (PG-13-R). Omega (Westport). 2025. doi.org/10.1177/00302228251348277
A validação brasileira (Esperandio e colaboradores, 2025, com a autora original, em 516 enlutados) confirmou a estrutura e a confiabilidade da versão em português; 18,2% dos participantes pontuaram 30 ou mais. O corte (30 nos sintomas, com 12 meses e prejuízo) é o do instrumento original. A pergunta 2, que no original pede o número de meses, é apresentada aqui como duas opções, conforme o critério de 12 meses.

