ACE-IQ
Seu resultado
- Negligência emocional 0 / 2 perguntas
- Negligência física 0 / 3 perguntas
- Álcool ou drogas em casa 0 / 1 pergunta
- Doença mental em casa 0 / 1 pergunta
- Morador da casa preso 0 / 1 pergunta
- Separação ou morte dos pais 0 / 2 perguntas
- Violência contra moradores da casa 0 / 3 perguntas
- Abuso emocional 0 / 2 perguntas
- Abuso físico 0 / 2 perguntas
- Abuso sexual 0 / 4 perguntas
- Bullying 0 / 1 pergunta
- Violência na comunidade 0 / 3 perguntas
- Violência coletiva 0 / 4 perguntas
Adversidades na infância
As respostas mostram um ou mais tipos de adversidade vividos até os 18 anos.
- Como ler os números: cada linha acima com 1 ou mais é um tipo de adversidade vivido, e o número final é quantos tipos se somaram.
- Um ou dois tipos: é uma história comum entre adultos, e em geral pesa menos na saúde do que vários tipos somados.
- Vários tipos: quanto mais tipos se somam, maior a chance de depressão, ansiedade, uso de álcool e outras drogas e doenças crônicas na vida adulta.
- Número alto não é sentença: muitas pessoas que viveram vários tipos de adversidade estão bem na vida adulta, com saúde, trabalho e relações estáveis.
- O que o número não mostra: a gravidade, a duração, a idade em que aconteceu e o apoio recebido na época e depois.
- Como pode aparecer hoje: lembranças que voltam, estado de alerta, dificuldade de confiar nas pessoas, tristeza que não cede ou uso de álcool para se acalmar.
- Negligência emocional 0 / 2 perguntas
- Negligência física 0 / 3 perguntas
- Álcool ou drogas em casa 0 / 1 pergunta
- Doença mental em casa 0 / 1 pergunta
- Morador da casa preso 0 / 1 pergunta
- Separação ou morte dos pais 0 / 2 perguntas
- Violência contra moradores da casa 0 / 3 perguntas
- Abuso emocional 0 / 2 perguntas
- Abuso físico 0 / 2 perguntas
- Abuso sexual 0 / 4 perguntas
- Bullying 0 / 1 pergunta
- Violência na comunidade 0 / 3 perguntas
- Violência coletiva 0 / 4 perguntas
Nenhuma adversidade marcada
As respostas não mostram nenhum dos tipos de adversidade na infância que o questionário cobre.
- O que seria: negligência, abuso emocional, físico e sexual, problemas graves dentro de casa, bullying e violência na comunidade.
- O que fica de fora: o questionário não cobre tudo, e outras experiências difíceis, como doença grave, acidente ou pobreza, não entram na conta.
- Perguntas sem resposta: a opção “Não quis responder” não conta, então o número fica abaixo do vivido quando ela foi usada.
- Sintomas de hoje: tristeza, ansiedade ou insônia têm outras origens além das adversidades da infância.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Adultos que querem saber quantos tipos de adversidade viveram até os 18 anos, da negligência à violência dentro e fora de casa.
- Quem percebe que experiências difíceis da infância e da adolescência ainda pesam e quer nomeá-las por tipo.
- Quem quer levar à consulta uma contagem organizada do que viveu nos primeiros 18 anos.
Quando não usar
- Menores de 18 anos: as perguntas tratam de um período que, para eles, ainda não terminou.
- Em um momento em que lembrar de violência e abuso pode fazer mal: as perguntas são diretas e podem trazer lembranças difíceis.
- Para medir sintomas de hoje: o questionário não pergunta por eles e não tem ponto de corte.
Limites do teste
- Conta tipos de adversidade e não prevê o que vai acontecer com uma pessoa: gravidade, duração, idade e apoio recebido ficam de fora.
- Depende da memória e da disposição de responder: a opção “Não quis responder” não entra na contagem e deixa o número abaixo do vivido.
- A versão brasileira foi testada em entrevista, aqui é respondida sem entrevistador, e as suas propriedades de medida ainda não foram avaliadas.
Dúvidas sobre o ACE-IQ
Perguntas frequentes sobre o ACE-IQ
O ACE-IQ diagnostica trauma ou algum transtorno?
Não. Ele conta tipos de adversidade vividos na infância e na adolescência e não pergunta por sintomas atuais. Para sintomas ligados a experiências traumáticas, este site tem o teste de trauma e TEPT complexo (ITQ).
Esta versão em português é validada?
O texto das perguntas e das respostas é o da versão brasileira adaptada por Pereira e Viana, da Universidade Federal do Espírito Santo, publicada em 2021 na Revista de Saúde Pública. O estudo avaliou a equivalência com o original da OMS; as propriedades de medida ainda não foram estudadas. A versão foi testada em entrevista, e aqui é respondida sem entrevistador. As duas primeiras frases da instrução inicial, que avisam sobre o tema e sobre a possibilidade de parar, são do consultório.
Esta página traz o questionário completo?
Não. Ficaram de fora as perguntas que não entram na contagem: dados demográficos, casamento, a forma mais frequente de bullying, brigas físicas, a intensidade das agressões, se o autor do abuso sexual morava na casa e a pergunta aberta final. As 29 perguntas que formam os 13 tipos de adversidade estão todas aqui, na ordem do questionário.
Um número alto significa que vou adoecer?
Não. Os estudos mostram uma relação em grupos: quanto mais tipos de adversidade, mais frequentes são depressão, ansiedade, uso de álcool e outras drogas e doenças crônicas na vida adulta. Para uma pessoa, o número não prevê o que vai acontecer, e muitas pessoas com número alto estão bem.
Posso parar no meio ou pular uma pergunta?
Sim. Você pode fechar a página a qualquer momento, e toda pergunta tem a opção “Não quis responder/Não quero responder”, que não entra na contagem. Se as perguntas trouxerem lembranças difíceis, vale falar disso com alguém de confiança ou em uma consulta.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O ACE-IQ conta tipos de adversidade vividos até os 18 anos. Não mede sintomas de hoje e não define um diagnóstico.
Uma contagem, não um diagnóstico
O número diz quantos dos 13 tipos de adversidade você viveu. Não existe ponto de corte que separe um resultado normal de um alterado.
Número alto e saúde
Em grupos de pessoas, mais tipos de adversidade vêm com mais depressão, ansiedade, uso de substâncias e doenças crônicas. Para uma pessoa, o número não prevê o que vai acontecer.
O que fica de fora
A contagem não considera a gravidade, a duração nem a idade em que aconteceu. Duas pessoas com o mesmo número podem ter histórias muito diferentes.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
Adversidades na infância
As respostas mostram um ou mais tipos de adversidade vividos até os 18 anos.
- Como ler os números: cada linha acima com 1 ou mais é um tipo de adversidade vivido, e o número final é quantos tipos se somaram.
- Um ou dois tipos: é uma história comum entre adultos, e em geral pesa menos na saúde do que vários tipos somados.
- Vários tipos: quanto mais tipos se somam, maior a chance de depressão, ansiedade, uso de álcool e outras drogas e doenças crônicas na vida adulta.
- Número alto não é sentença: muitas pessoas que viveram vários tipos de adversidade estão bem na vida adulta, com saúde, trabalho e relações estáveis.
- O que o número não mostra: a gravidade, a duração, a idade em que aconteceu e o apoio recebido na época e depois.
- Como pode aparecer hoje: lembranças que voltam, estado de alerta, dificuldade de confiar nas pessoas, tristeza que não cede ou uso de álcool para se acalmar.
Nenhuma adversidade marcada
As respostas não mostram nenhum dos tipos de adversidade na infância que o questionário cobre.
- O que seria: negligência, abuso emocional, físico e sexual, problemas graves dentro de casa, bullying e violência na comunidade.
- O que fica de fora: o questionário não cobre tudo, e outras experiências difíceis, como doença grave, acidente ou pobreza, não entram na conta.
- Perguntas sem resposta: a opção “Não quis responder” não conta, então o número fica abaixo do vivido quando ela foi usada.
- Sintomas de hoje: tristeza, ansiedade ou insônia têm outras origens além das adversidades da infância.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- O questionário conta 13 tipos de adversidade. Um tipo vale 1 quando pelo menos uma das suas perguntas tem resposta que conta. O número final vai de 0 a 13 e não tem ponto de corte.
- Resposta que conta: “Uma vez”, “Poucas vezes” ou “Muitas vezes” nas perguntas de frequência; “Sim” nas perguntas de sim ou não; “Raramente” ou “Nunca” nas perguntas 1 e 2. “Não quis responder”, “Não se aplica” e “Não sabe” não contam.
- Os 13 tipos, com as suas perguntas: negligência emocional (1 e 2), negligência física (3 a 5), álcool ou drogas em casa (6), doença mental em casa (7), morador da casa preso (8), separação ou morte dos pais (9 e 10), violência contra moradores da casa (11 a 13), abuso emocional (14 e 15), abuso físico (16 e 17), abuso sexual (18 a 21), bullying (22), violência na comunidade (23 a 25) e violência coletiva (26 a 29).
- Esta página mostra, para cada tipo, quantas das suas perguntas tiveram resposta que conta. O seu número é a quantidade de tipos com 1 ou mais.
- Esta é a contagem que a OMS chama de versão binária. A OMS descreve também uma versão de frequência, mais restrita, em que várias perguntas só contam com “Muitas vezes”. Ela não é usada aqui.
Cada um dos 13 tipos de adversidade conta quando pelo menos uma das suas perguntas tem resposta afirmativa: “Uma vez” ou mais, “Sim”, ou “Raramente” e “Nunca” nas duas primeiras perguntas. O número do questionário é a quantidade de tipos que contam, de 0 a 13, sem ponto de corte.
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
World Health Organization. Adverse Childhood Experiences International Questionnaire (ACE-IQ). Geneva: WHO. 2018. www.who.int/publications/m/item/adverse-childhood-experiences-international-questionnaire-(ace-iq)
Validação brasileira
Pereira FG, Viana MC. Adaptação transcultural do Adverse Childhood Experiences International Questionnaire. Rev Saude Publica. 2021;55:79. doi.org/10.11606/s1518-8787.2021055003140
A versão brasileira, chamada Questionário Internacional de Experiências Adversas na Infância (EAI-QI), foi traduzida e adaptada por Pereira e Viana, da Universidade Federal do Espírito Santo, com autorização da OMS: duas traduções, duas retraduções, avaliação por oito especialistas e dois pré-testes por entrevista, com 11 e 10 voluntários. O estudo trata da equivalência com o original e não define ponto de corte; as propriedades de medida da versão brasileira ainda não foram avaliadas. A OMS também não define ponto de corte: o resultado é o número de tipos de adversidade, de 0 a 13.

