PCL-5
Seu resultado
0 / 80 pontos
- Reviver (1 a 5) 0 / 20
- Evitar (6 e 7) 0 / 8
- Humor e pensamentos (8 a 14) 0 / 28
- Alerta (15 a 20) 0 / 24
Sem sinais de estresse pós-traumático
As respostas não mostram o conjunto de sintomas do estresse pós-traumático no último mês.
- O que é: o estresse pós-traumático junta reviver a experiência, evitar o que lembra dela, humor e pensamentos mais negativos e viver em alerta, a ponto de atrapalhar a vida.
- Reações comuns: depois de uma experiência difícil, é comum ter algumas dessas reações por um tempo, como uma lembrança que incomoda, um lugar evitado, um susto fácil ou noites mal dormidas.
- Com o tempo: essas reações perdem força nas semanas e nos meses seguintes.
- Experiência recente: se ela aconteceu há poucas semanas, as reações ainda mudam.
- Um grupo só: um dos quatro números acima alto e os outros baixos, como só o alerta e o sono ou só a culpa, mostra onde está o incômodo.
0 / 80 pontos
- Reviver (1 a 5) 0 / 20
- Evitar (6 e 7) 0 / 8
- Humor e pensamentos (8 a 14) 0 / 28
- Alerta (15 a 20) 0 / 24
Sinais de estresse pós-traumático (TEPT)
As respostas mostram sintomas intensos de estresse pós-traumático no último mês: reviver a experiência, evitar o que lembra dela, humor mais negativo e corpo em alerta.
- Reviver: as lembranças entram no dia sem ser chamadas, há pesadelos e momentos em que parece acontecer de novo, com o coração batendo forte, falta de ar ou suor.
- Evitar: afastar-se de pensamentos, lugares, pessoas e conversas que lembram o que aconteceu.
- Culpa e crenças: culpa pelo que aconteceu, ou a ideia de que há algo errado consigo, de que não se pode confiar em ninguém e de que o mundo é perigoso.
- Afastamento: menos interesse pelo que antes agradava, sensação de estar distante das pessoas e dificuldade de sentir alegria ou afeto.
- Estar em alerta: corpo em guarda, sustos fáceis, irritação ou explosões por pouco, e a concentração falha.
- Sono: é difícil pegar no sono ou continuar dormindo, e os pesadelos interrompem a noite.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem viveu uma experiência traumática e nota lembranças que voltam, pesadelos, esquiva ou estado de alerta no último mês.
- Quem viveu o evento há meses ou anos e ainda sente os efeitos: as perguntas tratam do último mês, não da data do evento.
- Quem quer levar à consulta um retrato organizado dos quatro grupos de sintomas.
Quando não usar
- Quem não viveu uma experiência traumática: todas as perguntas são respondidas com o pior evento em mente.
- Quando a experiência aconteceu há poucas semanas: as reações ainda mudam, e o diagnóstico exige mais de um mês de sintomas.
- Para concluir sem a consulta que há ou não estresse pós-traumático.
Limites do teste
- Mede só o último mês e depende de como cada pessoa percebe e descreve o que sente.
- Não separa o estresse pós-traumático de depressão, ansiedade e luto, que produzem parte dos mesmos sintomas.
- O resultado usa o corte de 33 pontos do instrumento original, e o estudo brasileiro encontrou o melhor corte em 36.
Dúvidas sobre o PCL-5
Perguntas frequentes sobre a PCL-5
A PCL-5 diagnostica estresse pós-traumático?
Não. Ela mede quanto os sintomas incomodaram no último mês. Trinta e três pontos ou mais indicam que vale uma avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Sim. O texto é o da versão brasileira adaptada por Lima e colaboradores em 2016 e estudada por Pereira-Lima e colaboradores em 2019.
O que conta como experiência traumatizante?
Um evento em que a vida ou a integridade de alguém esteve em risco: acidente grave, assalto, agressão, violência sexual, desastre, morte violenta de alguém próximo, entre outros. Vivido diretamente, presenciado ou sabido de alguém muito próximo.
O evento foi há anos. O teste ainda vale?
Vale. O transtorno pode começar meses ou anos depois do evento, e a PCL-5 pergunta pelo último mês, não pela data do evento.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A PCL-5 rastreia sintomas de estresse pós-traumático: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Trinta e três pontos ou mais indicam que vale uma avaliação. O diagnóstico depende da consulta e exige um evento traumático e mais de um mês de sintomas.
Quatro grupos de sintomas
Reviver, evitar, mudanças no humor e nos pensamentos, e estado de alerta. O perfil mostra o que pesa mais.
Outras causas dão a mesma pontuação
Depressão, ansiedade e luto produzem parte dos mesmos sintomas. A avaliação separa isso.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 32 pontos
Sem sinais de estresse pós-traumático
As respostas não mostram o conjunto de sintomas do estresse pós-traumático no último mês.
- O que é: o estresse pós-traumático junta reviver a experiência, evitar o que lembra dela, humor e pensamentos mais negativos e viver em alerta, a ponto de atrapalhar a vida.
- Reações comuns: depois de uma experiência difícil, é comum ter algumas dessas reações por um tempo, como uma lembrança que incomoda, um lugar evitado, um susto fácil ou noites mal dormidas.
- Com o tempo: essas reações perdem força nas semanas e nos meses seguintes.
- Experiência recente: se ela aconteceu há poucas semanas, as reações ainda mudam.
- Um grupo só: um dos quatro números acima alto e os outros baixos, como só o alerta e o sono ou só a culpa, mostra onde está o incômodo.
33 a 80 pontos
Sinais de estresse pós-traumático (TEPT)
As respostas mostram sintomas intensos de estresse pós-traumático no último mês: reviver a experiência, evitar o que lembra dela, humor mais negativo e corpo em alerta.
- Reviver: as lembranças entram no dia sem ser chamadas, há pesadelos e momentos em que parece acontecer de novo, com o coração batendo forte, falta de ar ou suor.
- Evitar: afastar-se de pensamentos, lugares, pessoas e conversas que lembram o que aconteceu.
- Culpa e crenças: culpa pelo que aconteceu, ou a ideia de que há algo errado consigo, de que não se pode confiar em ninguém e de que o mundo é perigoso.
- Afastamento: menos interesse pelo que antes agradava, sensação de estar distante das pessoas e dificuldade de sentir alegria ou afeto.
- Estar em alerta: corpo em guarda, sustos fáceis, irritação ou explosões por pouco, e a concentração falha.
- Sono: é difícil pegar no sono ou continuar dormindo, e os pesadelos interrompem a noite.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 0 (Absolutamente nada) a 4 (Extremamente).
- Some as 20 respostas: o total vai de 0 a 80. Trinta e três pontos ou mais é o ponto de corte usado aqui; a validação brasileira encontrou 36.
- Os quatro grupos somam separadamente: reviver (1 a 5), evitar (6 e 7), humor e pensamentos (8 a 14), alerta (15 a 20).
Absolutamente nada = 0 · Um pouco = 1 · Moderadamente = 2 · Muito = 3 · Extremamente = 4
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 32 | Sem sinais de estresse pós-traumático | As respostas não mostram o conjunto de sintomas do estresse pós-traumático no último mês. |
| 33 a 80 | Sinais de estresse pós-traumático (TEPT) | As respostas mostram sintomas intensos de estresse pós-traumático no último mês: reviver a experiência, evitar o que lembra dela, humor mais negativo e corpo em alerta. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Weathers FW, Litz BT, Keane TM, Palmieri PA, Marx BP, Schnurr PP. The PTSD Checklist for DSM-5 (PCL-5). National Center for PTSD. 2013. www.ptsd.va.gov/professional/assessment/adult-sr/ptsd-checklist.asp
Validação brasileira
Pereira-Lima K, Loureiro SR, Bolsoni LM, Apolinario da Silva TD, Osório FL. Psychometric properties and diagnostic utility of a Brazilian version of the PCL-5 (complete and abbreviated versions). Eur J Psychotraumatol. 2019;10(1):1581020. doi.org/10.1080/20008198.2019.1581020
A versão brasileira foi traduzida e adaptada por Lima e colaboradores em 2016 (Trends Psychiatry Psychother 38(4), doi 10.1590/2237-6089-2015-0074), e o estudo de Pereira-Lima e colaboradores, em 2019, encontrou o melhor ponto de corte em 36 pontos. O instrumento original recomenda de 31 a 33; esta página usa 33.

