PC-PTSD-5
Seu resultado
- Pontuação (perguntas 1 a 5) 0 / 5 respostas “sim”
Sem evento traumático
As respostas mostram que não houve um evento traumático, e sem ele não se fala em estresse pós-traumático.
- O que é o estresse pós-traumático: uma reação a um evento que ameaçou a vida ou a integridade, própria ou de alguém, e que continua semanas ou meses depois.
- Como ele aparece: o evento volta em pesadelos e lembranças, com esforço para evitar o que lembra dele, corpo em guarda, distância das pessoas e culpa.
- “Sim” nas outras perguntas: estar sempre em alerta, sentir-se distante e sentir culpa também fazem parte da ansiedade e da depressão.
- Dúvida sobre o evento: os exemplos da primeira pergunta não esgotam a lista, e conta qualquer experiência que ameaçou a vida ou a integridade.
- Pontuação (perguntas 1 a 5) 0 / 5 respostas “sim”
Sinais fortes de estresse pós-traumático
As respostas mostram quase todos ou todos os sintomas centrais do estresse pós-traumático no último mês.
- Reviver: o evento volta em pesadelos ou em lembranças que chegam sem ser chamadas.
- Evitar: fazer força para não pensar no que aconteceu e afastar-se de lugares, pessoas e conversas que lembram o evento.
- Estar em guarda: corpo em alerta, atenção ao perigo o tempo todo e sustos fáceis.
- Distância: sentir-se anestesiado, longe das pessoas, das atividades e do que acontece ao redor.
- Culpa: culpar a si, ou a alguém, pelo evento ou pelo que veio depois, sem conseguir parar.
- Peso na vida: juntos, esses sintomas tiram o sono, atrapalham a concentração no trabalho e afastam de quem está perto.
- Pontuação (perguntas 1 a 5) 0 / 5 respostas “sim”
Sinais de estresse pós-traumático
As respostas mostram boa parte dos sintomas centrais do estresse pós-traumático no último mês.
- Reviver: o evento volta em pesadelos ou em lembranças que chegam sem ser chamadas.
- Evitar: fazer força para não pensar no que aconteceu e afastar-se de lugares, pessoas e conversas que lembram o evento.
- Estar em guarda: corpo em alerta, atenção ao perigo o tempo todo e sustos fáceis.
- Distância: sentir-se anestesiado, longe das pessoas, das atividades e do que acontece ao redor.
- Culpa: culpar a si, ou a alguém, pelo evento ou pelo que veio depois, sem conseguir parar.
- O que falta: nem todas essas reações estão presentes, e as que estão já pesam no sono, no trabalho e nas relações.
O teste PCL-5 deste site mostra cada sintoma com mais detalhe.
- Pontuação (perguntas 1 a 5) 0 / 5 respostas “sim”
Sem sinais de estresse pós-traumático
As respostas não mostram o conjunto de sintomas do estresse pós-traumático no último mês.
- Como seria o estresse pós-traumático: o evento volta em pesadelos e lembranças, com esforço para evitar o que lembra dele, corpo em guarda, distância das pessoas e culpa, tudo ao mesmo tempo.
- A reação comum: depois de um evento assim, uma ou duas dessas reações aparecem por um tempo, como uma lembrança que incomoda, um lugar evitado ou um susto fácil.
- Com o tempo: essas reações perdem força nas semanas e nos meses seguintes, e o evento passa a ser uma lembrança difícil que não invade o dia.
- Se o evento é recente: as reações ainda mudam nas primeiras semanas.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem passou por um evento muito assustador ou violento, como um acidente grave, uma agressão, um abuso ou a perda de alguém por homicídio ou suicídio.
- Quem, no último mês, teve pesadelos, evitou lembranças, viveu em guarda, sentiu-se distante ou com culpa por causa do evento.
- Quem quer saber em um minuto se vale levar essas reações a uma consulta.
Quando não usar
- Quem nunca passou por um evento traumático: sem ele, as outras cinco respostas não são contadas.
- Para medir a intensidade dos sintomas: o teste diz se estão presentes, e há um teste mais detalhado neste site.
Limites do teste
- Mede só o último mês, e nas primeiras semanas depois do evento as reações ainda mudam.
- Estar sempre em alerta, sentir-se distante e sentir culpa também fazem parte da ansiedade e da depressão, e o teste não separa esses quadros.
- As perguntas são uma tradução do consultório, sem validação brasileira, e os pontos de corte vêm de estudos com veteranos dos Estados Unidos.
Dúvidas sobre o PC-PTSD-5
Perguntas frequentes sobre o PC-PTSD-5
O PC-PTSD-5 diagnostica estresse pós-traumático?
Não. Ele identifica quem tem provável estresse pós-traumático e precisa de uma avaliação mais completa. O diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Não. Não encontramos versão brasileira publicada do PC-PTSD-5. As perguntas desta página são uma tradução do consultório a partir do formulário em inglês do National Center for PTSD, e os pontos de corte são os dos estudos originais, feitos com veteranos dos Estados Unidos.
Por que dois pontos de corte, três e quatro?
O estudo original, de 2016, encontrou que três respostas “sim” deixam passar menos casos. O estudo de 2021 encontrou que quatro equilibra melhor acertos e erros na amostra geral e em homens, e que três funciona melhor para mulheres. Esta página indica uma avaliação a partir de três e mostra quatro ou mais como um resultado à parte.
Respondi “não” à primeira pergunta. Por que o teste continuou?
No formulário em papel, quem responde “não” para ali, com pontuação 0. Esta página faz sempre as seis perguntas, mas o resultado segue a regra do formulário: sem evento traumático, a pontuação é 0.
Qual a diferença para a PCL-5?
O PC-PTSD-5 tem cinco perguntas de sim ou não e leva um minuto: diz se vale investigar. A PCL-5 tem 20 perguntas com cinco graus de resposta, mede a intensidade dos sintomas por grupo e existe em versão brasileira validada. Os autores indicam a PCL-5 como passo seguinte depois de um rastreio positivo, quando não há entrevista clínica.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O PC-PTSD-5 é um rastreio de um minuto para estresse pós-traumático: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Três ou mais respostas “sim” indicam que vale uma avaliação. O diagnóstico depende da consulta.
Cinco perguntas, cinco sintomas
Reviver, evitar, estar em alerta, sentir-se distante e sentir culpa. O teste diz se estão presentes, não o quanto pesam; para isso existe a PCL-5, de 20 perguntas.
Tradução, não validação
Não há versão brasileira publicada. As perguntas são uma tradução do consultório a partir do formulário original, informada nas fontes.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
Sem evento traumático
As respostas mostram que não houve um evento traumático, e sem ele não se fala em estresse pós-traumático.
- O que é o estresse pós-traumático: uma reação a um evento que ameaçou a vida ou a integridade, própria ou de alguém, e que continua semanas ou meses depois.
- Como ele aparece: o evento volta em pesadelos e lembranças, com esforço para evitar o que lembra dele, corpo em guarda, distância das pessoas e culpa.
- “Sim” nas outras perguntas: estar sempre em alerta, sentir-se distante e sentir culpa também fazem parte da ansiedade e da depressão.
- Dúvida sobre o evento: os exemplos da primeira pergunta não esgotam a lista, e conta qualquer experiência que ameaçou a vida ou a integridade.
Sinais fortes de estresse pós-traumático
As respostas mostram quase todos ou todos os sintomas centrais do estresse pós-traumático no último mês.
- Reviver: o evento volta em pesadelos ou em lembranças que chegam sem ser chamadas.
- Evitar: fazer força para não pensar no que aconteceu e afastar-se de lugares, pessoas e conversas que lembram o evento.
- Estar em guarda: corpo em alerta, atenção ao perigo o tempo todo e sustos fáceis.
- Distância: sentir-se anestesiado, longe das pessoas, das atividades e do que acontece ao redor.
- Culpa: culpar a si, ou a alguém, pelo evento ou pelo que veio depois, sem conseguir parar.
- Peso na vida: juntos, esses sintomas tiram o sono, atrapalham a concentração no trabalho e afastam de quem está perto.
Sinais de estresse pós-traumático
As respostas mostram boa parte dos sintomas centrais do estresse pós-traumático no último mês.
- Reviver: o evento volta em pesadelos ou em lembranças que chegam sem ser chamadas.
- Evitar: fazer força para não pensar no que aconteceu e afastar-se de lugares, pessoas e conversas que lembram o evento.
- Estar em guarda: corpo em alerta, atenção ao perigo o tempo todo e sustos fáceis.
- Distância: sentir-se anestesiado, longe das pessoas, das atividades e do que acontece ao redor.
- Culpa: culpar a si, ou a alguém, pelo evento ou pelo que veio depois, sem conseguir parar.
- O que falta: nem todas essas reações estão presentes, e as que estão já pesam no sono, no trabalho e nas relações.
Sem sinais de estresse pós-traumático
As respostas não mostram o conjunto de sintomas do estresse pós-traumático no último mês.
- Como seria o estresse pós-traumático: o evento volta em pesadelos e lembranças, com esforço para evitar o que lembra dele, corpo em guarda, distância das pessoas e culpa, tudo ao mesmo tempo.
- A reação comum: depois de um evento assim, uma ou duas dessas reações aparecem por um tempo, como uma lembrança que incomoda, um lugar evitado ou um susto fácil.
- Com o tempo: essas reações perdem força nas semanas e nos meses seguintes, e o evento passa a ser uma lembrança difícil que não invade o dia.
- Se o evento é recente: as reações ainda mudam nas primeiras semanas.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- A primeira pergunta, sobre o evento, não soma pontos. No formulário original, quem responde “não” para ali, com pontuação 0. Nesta página as seis perguntas são sempre feitas, e um “não” na primeira dá o resultado “sem evento traumático”, com pontuação 0, quaisquer que sejam as outras respostas.
- Com “sim” na primeira pergunta, conte os “sim” nas perguntas 1 a 5: a pontuação vai de 0 a 5.
- Três “sim” alcançam o ponto de corte mais sensível (Prins e colaboradores, 2016). Quatro ou cinco alcançam o ponto de corte atual do National Center for PTSD (Bovin e colaboradores, 2021). Esta página indica uma avaliação a partir de três.
Sim = 1 · Não = 0
Conte os “sim” nas perguntas 1 a 5 (a pergunta sobre o evento não entra na conta). Com “não” na pergunta sobre o evento, a pontuação é 0. Três “sim” alcançam o ponto de corte mais sensível; quatro ou cinco alcançam o ponto de corte atual do National Center for PTSD.
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Prins A, Bovin MJ, Smolenski DJ, Marx BP, Kimerling R, Jenkins-Guarnieri MA, et al.. The Primary Care PTSD Screen for DSM-5 (PC-PTSD-5): development and evaluation within a veteran primary care sample. J Gen Intern Med. 2016;31(10):1206-11. doi.org/10.1007/s11606-016-3703-5
Instrumento original
Bovin MJ, Kimerling R, Weathers FW, Prins A, Marx BP, Post EP, et al.. Diagnostic accuracy and acceptability of the Primary Care Posttraumatic Stress Disorder Screen for the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (Fifth Edition) among US veterans. JAMA Netw Open. 2021;4(2):e2036733. doi.org/10.1001/jamanetworkopen.2020.36733
Validação brasileira
Prins A, Bovin MJ, Smolenski DJ, Marx BP, Kimerling R, Jenkins-Guarnieri MA, et al.. The Primary Care PTSD Screen for DSM-5 (PC-PTSD-5): development and evaluation within a veteran primary care sample. J Gen Intern Med. 2016;31(10):1206-11. doi.org/10.1007/s11606-016-3703-5
Não encontramos versão nem validação brasileira do PC-PTSD-5. As perguntas desta página são uma tradução do consultório a partir do formulário em inglês do National Center for PTSD (versão de 2022), informada aqui; essa tradução não foi validada. Os pontos de corte são os dos estudos originais, com veteranos dos Estados Unidos: três maximizou a sensibilidade e quatro a eficiência (Prins e colaboradores, 2016); com três, sensibilidade de 0,90 e especificidade de 0,80, e com quatro, 0,78 e 0,91 (Bovin e colaboradores, 2021). Existe uma validação em português de Moçambique (Massinga e colaboradores, 2025, doi 10.1037/tra0001806), que encontrou o corte em três, com sensibilidade de 0,673 e especificidade de 0,833; o texto em português dela não está publicado.

