PGSI
Seu resultado
0 / 27 pontos
Sem sinais de problema com apostas
As respostas não mostram perda de controle, prejuízo financeiro nem sofrimento por causa de apostas no último ano.
- Limite: apostar só o que pode perder, ou não apostar.
- Depois de perder: aceitar a perda e não voltar outro dia para tentar recuperar o dinheiro.
- Dinheiro: as contas da casa, as economias e os empréstimos ficam fora das apostas.
- Problema com apostas: ele aparece quando a pessoa aposta valores cada vez maiores, volta para recuperar o que perdeu, pega dinheiro emprestado e sente culpa ou ansiedade por causa do jogo.
- Apostas online: com o celular sempre à mão e resultado imediato, a perda de controle pode se instalar em pouco tempo.
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Baixo risco com apostas
As respostas mostram um ou dois sinais ocasionais de risco com apostas, ainda sem perda de controle.
- Passar do limite: em alguma ocasião, apostar mais do que o decidido, ou mais do que podia perder.
- Recuperar a perda: voltar outro dia para buscar o dinheiro perdido é o comportamento que mais faz as apostas crescerem.
- Depois da aposta: pode ter ficado uma culpa passageira, ou a dúvida sobre estar exagerando.
- Rotina: no geral, as contas seguem em dia e as apostas não ocupam o trabalho nem as relações.
- O que protege: decidir antes o valor e o tempo de cada semana, e parar quando esse valor acaba, ganhando ou perdendo.
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Risco moderado com apostas
As respostas mostram apostas que já passam do limite com alguma frequência e começam a trazer consequências.
- Passar do limite: apostar mais do que pode perder em várias ocasiões, não só em uma.
- Recuperar a perda: depois de perder, voltar para tentar reaver o dinheiro, e a perda aumenta.
- Pensamento ocupado: as apostas entram no meio do trabalho, das refeições e da noite, com o celular aberto para conferir resultados.
- Culpa e tensão: culpa pelo que foi apostado e ansiedade ou sono ruim depois de perder.
- Pessoas próximas: alguém já comentou sobre o exagero nas apostas, ou a ideia de ter um problema já apareceu.
- Dinheiro: o valor das apostas começa a faltar em outras despesas do mês.
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Sinais de vício em apostas
As respostas mostram perda de controle sobre as apostas, com dívidas, sofrimento e prejuízo próprio ou da família.
- Valores crescentes: necessidade de apostar quantias cada vez maiores para sentir o mesmo.
- Recuperar a perda: quase toda perda leva a uma nova aposta para tentar reaver o dinheiro.
- Dinheiro para apostar: pedir emprestado, usar o cartão ou o dinheiro das contas, ou vender coisas para continuar.
- Não conseguir parar: decidir parar, apagar o aplicativo, e voltar a apostar dias depois.
- Esconder: omitir da família o quanto aposta e o tamanho da dívida.
- Pensamentos de desistir da vida: se as dívidas trouxeram esse pensamento, ligue hoje para o CVV, no 188, que atende de graça, 24 horas.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem aposta em bets esportivas, cassino online, loteria, pôquer ou bingo e tem dúvida se passou do limite.
- Quem perdeu dinheiro, pediu emprestado ou ouviu críticas por causa das apostas nos últimos 12 meses.
- Quem quer levar à consulta um retrato do último ano de apostas, ou repetir o teste para ver a direção.
Quando não usar
- Quem não apostou nos últimos 12 meses: as perguntas olham só para esse período.
- Para responder no lugar de um familiar que aposta: as perguntas são feitas para a própria pessoa.
- Para concluir sem uma consulta que há ou não há transtorno do jogo: o teste só classifica o padrão de apostas em faixas.
Limites do teste
- Olha para os últimos 12 meses: quem começou a apostar há pouco pode pontuar baixo e mesmo assim estar em risco.
- A versão brasileira teve a compreensão e o conteúdo verificados, mas as faixas de pontuação são as do instrumento original canadense.
- Depende de a pessoa reconhecer o quanto aposta e o que isso causa: o resultado pode ficar acima ou abaixo do que uma avaliação encontra.
Dúvidas sobre o PGSI
Perguntas frequentes sobre o PGSI
O PGSI diagnostica vício em apostas?
Não. Ele classifica o padrão de apostas dos últimos 12 meses em quatro faixas. Oito pontos ou mais indicam avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
A versão brasileira foi adaptada e teve a validade de conteúdo verificada por Moura e colaboradores em 2026. Os pontos de corte são os do instrumento original canadense.
Vale para bets online e jogos de celular?
Sim. O PGSI pergunta sobre apostar, qualquer que seja o meio: bets esportivas, cassino online, tigrinho, loteria, pôquer ou bingo.
Já tenho dívidas. Por onde começar?
Pelo bloqueio: autoexclusão nas plataformas e, se possível, alguém de confiança com o controle do dinheiro por um tempo. A avaliação cuida do que mantém o ciclo; a dívida se organiza depois, com apoio.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O PGSI classifica o padrão de apostas em quatro faixas, não define um diagnóstico.
Faixas, não diagnóstico
Zero, baixo risco, risco moderado e problema com apostas. Oito pontos ou mais indicam avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Últimos 12 meses
As perguntas olham para o último ano. Quem começou há pouco pode pontuar baixo e mesmo assim estar em risco; repetir o teste mostra a direção.
O que vem junto
Ansiedade, depressão, insônia e uso de álcool costumam acompanhar o problema com apostas, e alimentam o ciclo. A avaliação olha para tudo.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 pontos
Sem sinais de problema com apostas
As respostas não mostram perda de controle, prejuízo financeiro nem sofrimento por causa de apostas no último ano.
- Limite: apostar só o que pode perder, ou não apostar.
- Depois de perder: aceitar a perda e não voltar outro dia para tentar recuperar o dinheiro.
- Dinheiro: as contas da casa, as economias e os empréstimos ficam fora das apostas.
- Problema com apostas: ele aparece quando a pessoa aposta valores cada vez maiores, volta para recuperar o que perdeu, pega dinheiro emprestado e sente culpa ou ansiedade por causa do jogo.
- Apostas online: com o celular sempre à mão e resultado imediato, a perda de controle pode se instalar em pouco tempo.
1 a 2 pontos
Baixo risco com apostas
As respostas mostram um ou dois sinais ocasionais de risco com apostas, ainda sem perda de controle.
- Passar do limite: em alguma ocasião, apostar mais do que o decidido, ou mais do que podia perder.
- Recuperar a perda: voltar outro dia para buscar o dinheiro perdido é o comportamento que mais faz as apostas crescerem.
- Depois da aposta: pode ter ficado uma culpa passageira, ou a dúvida sobre estar exagerando.
- Rotina: no geral, as contas seguem em dia e as apostas não ocupam o trabalho nem as relações.
- O que protege: decidir antes o valor e o tempo de cada semana, e parar quando esse valor acaba, ganhando ou perdendo.
3 a 7 pontos
Risco moderado com apostas
As respostas mostram apostas que já passam do limite com alguma frequência e começam a trazer consequências.
- Passar do limite: apostar mais do que pode perder em várias ocasiões, não só em uma.
- Recuperar a perda: depois de perder, voltar para tentar reaver o dinheiro, e a perda aumenta.
- Pensamento ocupado: as apostas entram no meio do trabalho, das refeições e da noite, com o celular aberto para conferir resultados.
- Culpa e tensão: culpa pelo que foi apostado e ansiedade ou sono ruim depois de perder.
- Pessoas próximas: alguém já comentou sobre o exagero nas apostas, ou a ideia de ter um problema já apareceu.
- Dinheiro: o valor das apostas começa a faltar em outras despesas do mês.
8 a 27 pontos
Sinais de vício em apostas
As respostas mostram perda de controle sobre as apostas, com dívidas, sofrimento e prejuízo próprio ou da família.
- Valores crescentes: necessidade de apostar quantias cada vez maiores para sentir o mesmo.
- Recuperar a perda: quase toda perda leva a uma nova aposta para tentar reaver o dinheiro.
- Dinheiro para apostar: pedir emprestado, usar o cartão ou o dinheiro das contas, ou vender coisas para continuar.
- Não conseguir parar: decidir parar, apagar o aplicativo, e voltar a apostar dias depois.
- Esconder: omitir da família o quanto aposta e o tamanho da dívida.
- Pensamentos de desistir da vida: se as dívidas trouxeram esse pensamento, ligue hoje para o CVV, no 188, que atende de graça, 24 horas.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 0 (Nunca) a 3 (Quase sempre).
- Some as nove respostas: o total vai de 0 a 27. As faixas são 0, 1 a 2, 3 a 7 e 8 ou mais.
Nunca = 0 · Às vezes = 1 · Na maioria das vezes = 2 · Quase sempre = 3
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 | Sem sinais de problema com apostas | As respostas não mostram perda de controle, prejuízo financeiro nem sofrimento por causa de apostas no último ano. |
| 1 a 2 | Baixo risco com apostas | As respostas mostram um ou dois sinais ocasionais de risco com apostas, ainda sem perda de controle. |
| 3 a 7 | Risco moderado com apostas | As respostas mostram apostas que já passam do limite com alguma frequência e começam a trazer consequências. |
| 8 a 27 | Sinais de vício em apostas | As respostas mostram perda de controle sobre as apostas, com dívidas, sofrimento e prejuízo próprio ou da família. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Ferris J, Wynne H. The Canadian Problem Gambling Index: final report. Canadian Centre on Substance Abuse. 2001. www.greo.ca/Modules/EvidenceCentre/Details/canadian-problem-gambling-index-final-report
Validação brasileira
Moura CC, et al.. Cross-cultural adaptation and content validity of the PGSI into Brazilian Portuguese. Rev Saude Publica. 2026;60:e252251. doi.org/10.11606/s1518-8787.2026060007368
A adaptação brasileira (Moura e colaboradores, 2026) produziu a versão em português e verificou a sua compreensão e validade de conteúdo; não estudou pontos de corte. As faixas são as do instrumento original (Ferris e Wynne, 2001).

