NMP-Q
Seu resultado
0 / 140 pontos
Sem sinais de nomofobia
As respostas não mostram medo nem ansiedade diante da ideia de ficar sem o smartphone.
- O que é nomofobia: a ansiedade de ficar sem o celular, sem bateria, sem sinal ou sem poder ser encontrado.
- Sem o aparelho: ficar sem ele não traz desconforto, nem a ideia de perder mensagens ou notícias.
- Contato: passar um tempo sem ser encontrado pela família e pelos amigos não gera preocupação.
- Uso: o celular como uma ferramenta, que pode ficar em casa, desligada ou sem bateria sem mudar o dia.
0 / 140 pontos
Nomofobia leve
As respostas mostram um desconforto leve com a ideia de ficar sem o smartphone, que não chega a desorganizar o dia.
- O que é nomofobia: a ansiedade de ficar sem o celular, sem bateria, sem sinal ou sem poder ser encontrado.
- Desconforto: ficar sem o aparelho incomoda um pouco, e o incômodo passa com outra ocupação.
- Contato: a preocupação mais comum é a de não ser encontrado pela família ou pelos amigos, sem tomar conta do pensamento.
- Vontade de checar: depois de um tempo sem olhar, vem a vontade de pegar o celular, e dá para esperar.
- Uso comum: o modo como a maioria das pessoas se sente hoje, com o celular presente e o controle preservado.
0 / 140 pontos
Nomofobia moderada
As respostas mostram ansiedade com a ideia de ficar sem o smartphone: nervosismo, preocupação e vontade de checar.
- Sem contato: ansiedade ou preocupação quando não dá para falar na hora com a família e os amigos, ou quando eles não conseguem ligar.
- Sem conexão: ficar sem sinal, sem wi-fi ou sem dados leva a checar a todo momento se a conexão voltou.
- Sem informação: não poder procurar na hora o que se quer traz irritação ou nervosismo.
- Bateria: a carga acabando pesa no humor, e o dia é organizado com carregador e tomada por perto.
- O que é: o celular vira a forma de se sentir seguro e acompanhado, e a falta dele é vivida como ameaça.
0 / 140 pontos
Nomofobia grave
As respostas mostram ansiedade forte com a ideia de ficar sem o smartphone: medo de não ser encontrado, de perder a conexão e de não saber o que fazer.
- Sem contato: a ideia de não poder falar com a família e os amigos, ou de não ser encontrado por eles, traz ansiedade forte.
- Sem conexão: ficar sem sinal ou sem dados causa nervosismo ou pânico, sem descanso até a conexão voltar.
- Sem informação: não poder consultar o celular na hora provoca irritação e raiva.
- Bateria e créditos: a carga ou os dados acabando atormentam, e lugares e situações em que isso pode acontecer passam a ser evitados.
- Sem saber o que fazer: sem o aparelho, a sensação de estar estranho e perdido, como se faltasse uma parte do dia.
- Checar: olhar o celular a toda hora, inclusive na cama, nas refeições e no meio de conversas.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem tem smartphone e sente ansiedade com a ideia de ficar sem bateria, sem sinal ou sem o aparelho.
- Quem organiza o dia com carregador por perto ou checa o celular a toda hora e quer ver a intensidade desse medo.
- Quem quer levar à consulta um retrato organizado do que sentiria sem o celular.
Quando não usar
- Para medir o tempo de tela ou a perda de controle sobre o uso do celular: isso tem um teste próprio neste site.
- Para concluir que há um transtorno: nomofobia não é um diagnóstico oficial.
Limites do teste
- As faixas dividem a pontuação possível em partes, sem comparação com avaliação clínica, e quase todo mundo que tem smartphone fica pelo menos na faixa leve.
- A versão brasileira foi testada com 40 estudantes de Medicina e não definiu ponto de corte.
- As afirmações pedem para imaginar uma situação, e a resposta depende de como cada pessoa prevê a própria reação.
Dúvidas sobre o NMP-Q
Perguntas frequentes sobre o NMP-Q
O NMP-Q diagnostica nomofobia?
Não. Nomofobia não é um diagnóstico oficial, e o NMP-Q é um questionário de rastreio. Ele mede o quanto a ideia de ficar sem o smartphone traz ansiedade. Quando o resultado é alto, a consulta procura o que costuma estar por trás, como um transtorno de ansiedade.
Esta versão em português é validada?
O texto é o da versão brasileira (NMP-Q-BR), adaptada por Rocha e colaboradores em 2020 com tradução, retrotradução e parecer de especialistas. O teste foi feito com 40 estudantes de Medicina, uma amostra pequena, e não definiu ponto de corte brasileiro.
De onde vêm as faixas leve, moderada e grave?
Do questionário original, de Yildirim e Correia (2015). Elas dividem a pontuação possível em partes e não vieram de comparação com avaliação clínica. Quase todo mundo que tem smartphone fica pelo menos na faixa leve.
Por que as respostas do meio são só números?
Porque o formulário é assim: uma linha de 1 a 7 com texto só nas pontas, “Discordo Totalmente” e “Concordo Plenamente”. Os números do meio são graus entre as duas.
Qual a diferença para o teste de uso do celular?
O teste de uso do celular (SAS-SV) pergunta pelo uso: perda de controle, tarefas adiadas, tempo além do pretendido. O NMP-Q pergunta pelo que você sentiria sem o aparelho.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O NMP-Q mede o medo de ficar sem o smartphone, não o tempo de tela; não define um diagnóstico.
Quatro faixas
Vinte pontos, ausente. De 21 a 59, leve. De 60 a 99, moderada. De 100 a 140, grave. São as faixas do questionário original.
Quatro medos
Não conseguir se comunicar, perder a conexão, não ter acesso à informação e abrir mão da conveniência do aparelho.
Faixas sem estudo no Brasil
A versão brasileira foi testada com 40 estudantes de Medicina e não definiu ponto de corte. Leia a faixa como uma indicação.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
20 pontos
Sem sinais de nomofobia
As respostas não mostram medo nem ansiedade diante da ideia de ficar sem o smartphone.
- O que é nomofobia: a ansiedade de ficar sem o celular, sem bateria, sem sinal ou sem poder ser encontrado.
- Sem o aparelho: ficar sem ele não traz desconforto, nem a ideia de perder mensagens ou notícias.
- Contato: passar um tempo sem ser encontrado pela família e pelos amigos não gera preocupação.
- Uso: o celular como uma ferramenta, que pode ficar em casa, desligada ou sem bateria sem mudar o dia.
21 a 59 pontos
Nomofobia leve
As respostas mostram um desconforto leve com a ideia de ficar sem o smartphone, que não chega a desorganizar o dia.
- O que é nomofobia: a ansiedade de ficar sem o celular, sem bateria, sem sinal ou sem poder ser encontrado.
- Desconforto: ficar sem o aparelho incomoda um pouco, e o incômodo passa com outra ocupação.
- Contato: a preocupação mais comum é a de não ser encontrado pela família ou pelos amigos, sem tomar conta do pensamento.
- Vontade de checar: depois de um tempo sem olhar, vem a vontade de pegar o celular, e dá para esperar.
- Uso comum: o modo como a maioria das pessoas se sente hoje, com o celular presente e o controle preservado.
60 a 99 pontos
Nomofobia moderada
As respostas mostram ansiedade com a ideia de ficar sem o smartphone: nervosismo, preocupação e vontade de checar.
- Sem contato: ansiedade ou preocupação quando não dá para falar na hora com a família e os amigos, ou quando eles não conseguem ligar.
- Sem conexão: ficar sem sinal, sem wi-fi ou sem dados leva a checar a todo momento se a conexão voltou.
- Sem informação: não poder procurar na hora o que se quer traz irritação ou nervosismo.
- Bateria: a carga acabando pesa no humor, e o dia é organizado com carregador e tomada por perto.
- O que é: o celular vira a forma de se sentir seguro e acompanhado, e a falta dele é vivida como ameaça.
100 a 140 pontos
Nomofobia grave
As respostas mostram ansiedade forte com a ideia de ficar sem o smartphone: medo de não ser encontrado, de perder a conexão e de não saber o que fazer.
- Sem contato: a ideia de não poder falar com a família e os amigos, ou de não ser encontrado por eles, traz ansiedade forte.
- Sem conexão: ficar sem sinal ou sem dados causa nervosismo ou pânico, sem descanso até a conexão voltar.
- Sem informação: não poder consultar o celular na hora provoca irritação e raiva.
- Bateria e créditos: a carga ou os dados acabando atormentam, e lugares e situações em que isso pode acontecer passam a ser evitados.
- Sem saber o que fazer: sem o aparelho, a sensação de estar estranho e perdido, como se faltasse uma parte do dia.
- Checar: olhar o celular a toda hora, inclusive na cama, nas refeições e no meio de conversas.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada afirmação vale de 1 (Discordo Totalmente) a 7 (Concordo Plenamente).
- Some as vinte respostas: o total vai de 20 a 140.
- Faixas do questionário original: 20, ausente; 21 a 59, leve; 60 a 99, moderada; 100 a 140, grave.
1 – Discordo Totalmente = 1 · 2 = 2 · 3 = 3 · 4 = 4 · 5 = 5 · 6 = 6 · 7 – Concordo Plenamente = 7
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 20 | Sem sinais de nomofobia | As respostas não mostram medo nem ansiedade diante da ideia de ficar sem o smartphone. |
| 21 a 59 | Nomofobia leve | As respostas mostram um desconforto leve com a ideia de ficar sem o smartphone, que não chega a desorganizar o dia. |
| 60 a 99 | Nomofobia moderada | As respostas mostram ansiedade com a ideia de ficar sem o smartphone: nervosismo, preocupação e vontade de checar. |
| 100 a 140 | Nomofobia grave | As respostas mostram ansiedade forte com a ideia de ficar sem o smartphone: medo de não ser encontrado, de perder a conexão e de não saber o que fazer. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Yildirim C, Correia AP. Exploring the dimensions of nomophobia: development and validation of a self-reported questionnaire. Comput Human Behav. 2015;49:130-7. doi.org/10.1016/j.chb.2015.02.059
Instrumento original
Chowdhury T, Dhungel S, Iktidar MA, Chowdhury S, Haque PT, Dey E, et al.. Prevalence and associated factors of nomophobia among the medical and university students of Bangladesh. PLoS One. 2026;21(8):e0341524. doi.org/10.1371/journal.pone.0341524
Validação brasileira
Rocha HAL, Santos PA, Vasconcelos GV, Leite EDLG, Kubrusly M. Adaptação transcultural e validação do Nomophobia Questionnaire (NMP-Q) para a língua portuguesa (NMP-Q-BR). J Health Biol Sci. 2020;8(1):1-6. periodicos.unichristus.edu.br/jhbs/article/view/3052
A adaptação brasileira (tradução, retrotradução e parecer de especialistas; teste com 40 estudantes do primeiro semestre de Medicina em Fortaleza, 37 com o questionário completo) encontrou os quatro fatores do original e alfa de Cronbach de 0,93 para o questionário inteiro. O estudo não define ponto de corte brasileiro. As faixas desta página são as do questionário original: 20 pontos, ausente; 21 a 59, leve; 60 a 99, moderada; 100 a 140, grave.

