Atendimento integrado
Diagnóstico, plano e acompanhamento no mesmo lugar
Prática em neuropsiquiatria aplicada.
Diagnóstico
Diagnóstico explicado a partir da primeira consulta, com testes quando indicados.
Plano terapêutico
Feito para o seu perfil e a sua rotina.
Sigilo médico
O que é dito na consulta fica na consulta, salvo situações de risco previstas em lei.
Condições associadas
Ansiedade, depressão, insônia ou TDAH, quando presentes, são tratados junto.
Entre consultas
Dúvidas respondidas pelo WhatsApp entre uma consulta e outra.
Horários
Online ou presencial, das 13h às 21h.

Sinais
Como o vício em apostas aparece no dia a dia
O que mais ouvimos no consultório
Perguntas comuns antes da primeira consulta:
Vício em apostas é doença?
Existe remédio para parar de apostar?
Preciso parar totalmente ou posso apostar com limite?
Já tentei parar várias vezes e sempre volto. Ainda posso melhorar?
O tratamento é sigiloso?
O que costuma levar à consulta
Sinais que aparecem no dia a dia:
- Apostar mais do que o planejado: aposta valores maiores, ou por mais tempo, do que pretendia
- Valores cada vez maiores: precisa apostar mais para sentir a mesma emoção
- Tentativas de parar: já tentou reduzir ou parar e não conseguiu manter
- Inquietação: fica irritado ou inquieto quando tenta reduzir ou parar
- Pensar em apostas: boa parte do dia gira em torno da última aposta, da próxima e de como conseguir dinheiro
Ver mais sinais (7)Ver menos
- Apostar para aliviar: aposta para fugir de problemas, da ansiedade ou da tristeza
- Recuperar o prejuízo: volta a apostar para tentar recuperar o que perdeu
- Esconder as apostas: minimiza ou mente para as pessoas próximas sobre quanto aposta e quanto perdeu
- Dívidas: empréstimos, cartão no limite ou dinheiro de outras pessoas para apostar ou cobrir perdas
- Prejuízos: problemas no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos por causa das apostas
- Sono e rotina: aposta de madrugada, no trabalho ou na hora de fazer outra coisa
- Continuar apesar de tudo: segue apostando mesmo com prejuízos claros
Como funciona
Do agendamento ao acompanhamento

Marque a sua consulta
Conforme a sua agenda. Online ou presencial.
- Consultas no horário marcado, sem atrasos.
- Agendamento emergencial disponível para o mesmo dia, quando necessário.
- Tempo para ouvir e entender você com calma.

Avaliação detalhada
- Entrevista clínica aprofundada
- Padrão das apostas: frequência, valores e situações em que acontecem
- Situação financeira e dívidas
- Condições associadas: ansiedade, depressão, TDAH, bipolaridade e uso de álcool

Devolutiva clara
Você recebe o diagnóstico, a explicação do seu padrão de apostas e orientações para lidar com as dificuldades.

Plano terapêutico personalizado
- Metas definidas com você.
- Psicoeducação e psicoterapia voltadas para o vício em apostas.
- Medicação, quando indicada, na menor dose eficaz e com monitoramento.
- Medidas práticas: autoexclusão nas plataformas, bloqueio de aplicativos e limites no acesso ao dinheiro.
- Contato entre consultas: dúvidas pelo WhatsApp e ajuste de dose conforme a evolução.

À medida que você melhora
- Consultas mais espaçadas.
- Redução gradual da medicação.
- Acompanhamento do seu progresso.
Tratamento
Como é o tratamento
Planos de tratamento com objetivos definidos.

Psicoterapia
Entender o papel das apostas na sua vida e construir outras respostas.
- Reconhecer gatilhos e situações de risco
- Estratégias para a vontade de apostar
- Prevenção de recaídas

Cuidado médico
Avaliação psiquiátrica e medicação quando indicada.
- Tratamento de ansiedade, depressão, TDAH ou bipolaridade associados
- Medicação para a vontade de apostar, em casos selecionados
- Atenção ao sono e ao uso de álcool

Família e dinheiro
Orientação para quem está perto, com sua autorização.
- Como apoiar sem brigar nem encobrir
- Quem cuida do dinheiro durante o tratamento
- Grupos de apoio, como Jogadores Anônimos, quando indicados
Dúvidas sobre Vício em apostas
Perguntas frequentes
É uma emergência. O que faço agora?
Se houver pensamentos de se machucar ou de tirar a própria vida, ligue 188 (CVV) ou 192 (SAMU), ou vá a uma emergência.
Vício em apostas é doença?
Sim. O nome médico é transtorno do jogo, também chamado de jogo patológico ou ludopatia. É um diagnóstico psiquiátrico com critérios definidos, e tem tratamento.
Quero parar de apostar e não consigo. Tem tratamento?
Tem. O tratamento combina psicoterapia voltada para o vício em apostas, medidas práticas e medicação quando indicada. As medidas práticas são autoexclusão nas plataformas, bloqueio de aplicativos e limites no acesso ao dinheiro. O plano vem depois da avaliação, com metas definidas com você.
Como saber se passei do limite?
Os sinais mais comuns são apostar mais do que planejava, voltar para recuperar o que perdeu, esconder as apostas e continuar mesmo com prejuízos. A avaliação clínica mostra se há um transtorno e qual é a gravidade.
Aposta esportiva, cassino online e "jogo do tigrinho" são tratados do mesmo jeito?
Sim. Apostas esportivas, cassino online, caça-níqueis, bingo e loteria podem levar ao mesmo transtorno. O tratamento olha para o padrão de comportamento, não para o tipo de jogo.
Existe remédio para parar de apostar?
Não há um remédio aprovado especificamente para o transtorno do jogo. Algumas medicações podem reduzir a vontade de apostar e são usadas em casos selecionados, junto com a psicoterapia. Ansiedade, depressão, TDAH ou bipolaridade, quando presentes, também são tratados.
Preciso parar totalmente ou posso apostar com limite?
Na maior parte dos casos, parar totalmente é a meta mais segura. As metas são definidas com você na devolutiva e revistas ao longo do tratamento.
Já tentei parar várias vezes e sempre volto. Ainda posso melhorar?
Pode. Recaídas são frequentes e não anulam o que foi conquistado. Eu revejo o que aconteceu e ajusto as estratégias e a medicação.
E as dívidas?
O tratamento não paga as dívidas, mas ajuda a parar de aumentá-las. Na consulta combinamos medidas práticas, como autoexclusão nas plataformas, bloqueios e quem cuida do dinheiro por um período. Para renegociar dívidas, oriento procurar ajuda financeira ou jurídica.
Minha família precisa ficar sabendo do tratamento?
Não. O tratamento é sigiloso. O sigilo médico vale inclusive em relação à família e ao trabalho, salvo situações de risco previstas em lei. A orientação à família só acontece com a sua autorização.
Como ajudar alguém da família que não quer tratamento?
A família pode marcar uma consulta de orientação antes de a pessoa aceitar ajuda. Aprender a se posicionar, sem brigar nem encobrir, costuma aumentar as chances de ela procurar tratamento.




