HRS
Seu resultado
0 / 40 pontos
Sem sinais de acumulação compulsiva
As respostas não mostram o conjunto da acumulação compulsiva: casa tomada por objetos, grande dificuldade para descartar e prejuízo na rotina.
- O que seria a acumulação: os objetos se amontoam a ponto de os cômodos deixarem de servir, descartar qualquer coisa causa angústia e a vida em casa fica prejudicada.
- Guardar coisas: ter uma gaveta cheia, roupas sem uso ou pena de jogar fora um objeto é comum e não tira o uso da casa.
- Colecionar: uma coleção tem tema, é organizada e fica em um lugar próprio, sem ocupar a mesa, a cama ou o corredor.
- Comprar a mais: trazer para casa algo desnecessário, de vez em quando, é diferente de adquirir sem parar e não ter onde pôr.
- Sinal de atenção: um cômodo que já não dá para usar por causa dos objetos é o primeiro sinal da acumulação.
0 / 40 pontos
Sinais de acumulação compulsiva
As respostas mostram sinais de acumulação compulsiva: objetos que tomam a casa, dificuldade para descartar e prejuízo na rotina.
- Casa tomada: os objetos se amontoam e fica difícil usar os cômodos para o que servem, como comer à mesa, dormir na cama ou passar pelo corredor.
- Dificuldade para descartar: jogar fora, doar ou vender coisas comuns causa angústia, porque o objeto ainda pode servir ou parece um desperdício.
- Aquisição em excesso: pegar coisas gratuitas ou comprar mais do que o necessário, do que dá para usar ou para pagar.
- Sofrimento: o amontoado, a dificuldade para descartar ou as compras trazem angústia, vergonha ou culpa.
- Prejuízo na vida: a rotina, o trabalho ou o estudo, o dinheiro e a convivência são afetados, com visitas evitadas e discussões em família por causa dos objetos.
- Diferença do TOC: a acumulação é um transtorno próprio, em que o apego aos objetos e a angústia de se desfazer deles ocupam o lugar das obsessões e dos rituais.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Adultos que notam a casa atravancada de objetos e grande dificuldade para descartar coisas comuns.
- Quem pega coisas gratuitas ou compra mais do que usa e percebe sofrimento ou prejuízo na rotina por causa disso.
- Quem quer levar à consulta um retrato do uso dos cômodos, do descarte e das aquisições.
Quando não usar
- Para avaliar um familiar: a escala foi feita para a própria pessoa responder, e a resposta de outra pessoa vale só como impressão.
- Para definir sem consulta que há um transtorno de acumulação: uma coleção organizada, com tema e lugar próprio, não é acumulação.
Limites do teste
- As perguntas são uma tradução do consultório, sem estudo de validação no Brasil.
- O ponto de corte vem do estudo original, feito com a versão em entrevista, e não foi testado no Brasil.
- Depende de como cada pessoa percebe a própria casa e os próprios hábitos: o total pode ficar acima ou abaixo do que uma avaliação encontra.
Dúvidas sobre o HRS
Perguntas frequentes sobre a HRS
A HRS diagnostica transtorno de acumulação?
Não. Ela mede a intensidade de cinco sintomas. Catorze pontos ou mais indicam que vale uma avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Não. Não foi encontrada versão brasileira validada da HRS. As perguntas são uma tradução do consultório a partir do formulário original em inglês, e isso está informado nas fontes. O formulário não traz instrução além da escala de 0 a 8; a frase sobre os pontos intermediários é nossa.
Por que alguns números não têm nome?
O formulário original só nomeia os pontos 0, 2, 4, 6 e 8. Os pontos 1, 3, 5 e 7 aparecem apenas como número, e a página mantém assim. Use-os quando a resposta fica entre dois nomes.
Colecionar é acumular?
Não. Uma coleção tem tema, é organizada e não impede o uso da casa. No transtorno de acumulação, os objetos se amontoam sem ordem, descartar causa angústia e os cômodos deixam de servir.
Posso responder pensando em um familiar?
A HRS foi feita para a própria pessoa responder. Respondida por outra pessoa, a pontuação serve como uma impressão, não como resultado do teste.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A HRS rastreia sintomas de acumulação: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Catorze pontos ou mais indicam que vale uma avaliação. O diagnóstico de transtorno de acumulação depende da consulta.
Cinco dimensões
Objetos amontoados, dificuldade para descartar, aquisição em excesso, sofrimento e prejuízo na rotina. Cada pergunta mede uma.
Tradução, não validação
Não foi encontrada HRS validada no Brasil. As perguntas são uma tradução do consultório, informada nas fontes.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 13 pontos
Sem sinais de acumulação compulsiva
As respostas não mostram o conjunto da acumulação compulsiva: casa tomada por objetos, grande dificuldade para descartar e prejuízo na rotina.
- O que seria a acumulação: os objetos se amontoam a ponto de os cômodos deixarem de servir, descartar qualquer coisa causa angústia e a vida em casa fica prejudicada.
- Guardar coisas: ter uma gaveta cheia, roupas sem uso ou pena de jogar fora um objeto é comum e não tira o uso da casa.
- Colecionar: uma coleção tem tema, é organizada e fica em um lugar próprio, sem ocupar a mesa, a cama ou o corredor.
- Comprar a mais: trazer para casa algo desnecessário, de vez em quando, é diferente de adquirir sem parar e não ter onde pôr.
- Sinal de atenção: um cômodo que já não dá para usar por causa dos objetos é o primeiro sinal da acumulação.
14 a 40 pontos
Sinais de acumulação compulsiva
As respostas mostram sinais de acumulação compulsiva: objetos que tomam a casa, dificuldade para descartar e prejuízo na rotina.
- Casa tomada: os objetos se amontoam e fica difícil usar os cômodos para o que servem, como comer à mesa, dormir na cama ou passar pelo corredor.
- Dificuldade para descartar: jogar fora, doar ou vender coisas comuns causa angústia, porque o objeto ainda pode servir ou parece um desperdício.
- Aquisição em excesso: pegar coisas gratuitas ou comprar mais do que o necessário, do que dá para usar ou para pagar.
- Sofrimento: o amontoado, a dificuldade para descartar ou as compras trazem angústia, vergonha ou culpa.
- Prejuízo na vida: a rotina, o trabalho ou o estudo, o dinheiro e a convivência são afetados, com visitas evitadas e discussões em família por causa dos objetos.
- Diferença do TOC: a acumulação é um transtorno próprio, em que o apego aos objetos e a angústia de se desfazer deles ocupam o lugar das obsessões e dos rituais.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada pergunta vale o número marcado, de 0 a 8.
- Some as cinco respostas: o total vai de 0 a 40. Catorze pontos ou mais é o ponto de corte (Tolin, Frost e Steketee, 2010).
- Critério complementar do estudo de 2008: 4 ou mais nas perguntas 1 e 2, e 4 ou mais na pergunta 4 ou na 5.
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 13 | Sem sinais de acumulação compulsiva | As respostas não mostram o conjunto da acumulação compulsiva: casa tomada por objetos, grande dificuldade para descartar e prejuízo na rotina. |
| 14 a 40 | Sinais de acumulação compulsiva | As respostas mostram sinais de acumulação compulsiva: objetos que tomam a casa, dificuldade para descartar e prejuízo na rotina. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Tolin DF, Frost RO, Steketee G. A brief interview for assessing compulsive hoarding: the Hoarding Rating Scale-Interview. Psychiatry Res. 2010;178(1):147-52. doi.org/10.1016/j.psychres.2009.05.001
Instrumento original
Tolin DF, Frost RO, Steketee G, Gray KD, Fitch KE. The economic and social burden of compulsive hoarding. Psychiatry Res. 2008;160(2):200-11. doi.org/10.1016/j.psychres.2007.08.008
Validação brasileira
Consultório Dr. Roberto Gimena. Tradução para o português do Brasil das cinco perguntas da Hoarding Rating Scale (não validada). Esta página. 2026. robertogimenapsiquiatra.com.br/testes/acumulacao-hrs/
Não foi encontrada versão brasileira nem estudo de validação da HRS no Brasil. As cinco perguntas desta página são uma tradução do consultório a partir do formulário em inglês, informada aqui; a tradução não foi validada. O corte de 14 pontos é o do estudo original (Tolin e colaboradores, 2010; 136 adultos; sensibilidade e especificidade de 0,97), obtido com a versão em entrevista. Um estudo de 2018 dos mesmos autores, com a entrevista ampliada, encontrou 11. A validação em espanhol (Stamatis e colaboradores, 2021) recomenda cautela ao aplicar o corte de 14 em outros idiomas.

