ASRS-18
Seu resultado
- Parte A, desatenção 0 / 36 pontos
- Parte B, hiperatividade e impulsividade 0 / 36 pontos
Sinais de TDAH
As respostas mostram desatenção, desorganização e dificuldade de começar e terminar tarefas, frequentes nos últimos seis meses, o conjunto que caracteriza o TDAH no adulto.
- Começar e terminar: tarefas que exigem concentração são adiadas até virarem urgência, e projetos começados com interesse ficam pela metade.
- Organização: mesa, e-mails, contas e agenda saem do controle, e planejar um trabalho em etapas custa muito esforço.
- Memória do dia a dia: compromissos, prazos e objetos são esquecidos ou perdidos, mesmo com lembretes.
- Atenção: em leituras, reuniões e conversas o pensamento vai para outro lugar, parte do que foi dito se perde e surgem erros por descuido em trabalhos longos.
- Inquietação e impulsividade: em parte dos adultos há também dificuldade de ficar sentado, de relaxar e de esperar a vez, com fala demais e interrupções, e em outra parte isso quase não aparece.
- Desde a infância: o TDAH começa cedo e aparece na escola, em casa e no trabalho, enquanto a desatenção que surge na vida adulta costuma vir de ansiedade, depressão, sono ruim ou substâncias.
- Parte A, desatenção 0 / 36 pontos
- Parte B, hiperatividade e impulsividade 0 / 36 pontos
Sem sinais de TDAH
As respostas não mostram o conjunto que caracteriza o TDAH no adulto: desatenção, desorganização e dificuldade de começar e terminar tarefas, de forma frequente.
- TDAH no adulto: é uma dificuldade constante de iniciar e concluir tarefas, de se organizar e de lembrar compromissos, presente desde a infância e em mais de um ambiente.
- Distração comum: perder um objeto, esquecer um compromisso de vez em quando ou adiar uma tarefa chata acontece com todo mundo e não chega a prejudicar o trabalho ou as relações.
- Fases de sobrecarga: pouco sono, excesso de trabalho, luto ou preocupação pioram a atenção por algumas semanas, e ela se recupera quando a fase passa.
- Desatenção sem agitação: há adultos com TDAH que nunca foram inquietos, e neles o que pesa é a dificuldade antiga de manter a atenção, de se organizar e de concluir o que começam.
- Outras causas: ansiedade, depressão e sono ruim também tiram a concentração, sem a história que vem desde a infância.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Adultos que notam desatenção, desorganização, esquecimentos ou inquietação frequentes nos últimos seis meses.
- Quem tem dificuldade antiga de começar e terminar tarefas e quer saber se vale investigar TDAH.
- Quem quer levar à consulta um retrato organizado da desatenção, da inquietação e da impulsividade dos últimos seis meses.
Quando não usar
- Crianças e adolescentes: há testes próprios neste site.
- Para descartar o TDAH: parte dos adultos com o transtorno, em especial os desatentos sem hiperatividade, tem rastreio negativo.
- Para concluir sozinho por um diagnóstico, que exige sintomas desde a infância, em mais de um ambiente, e afastar outras causas.
Limites do teste
- Mede só os últimos seis meses e não pergunta se os sintomas existem desde a infância.
- Não separa o TDAH de outras causas de desatenção, como ansiedade, depressão, apneia do sono, hipotireoidismo e uso de substâncias.
- Depende de como cada pessoa percebe a própria atenção: uma fase de sobrecarga, luto ou insônia pode elevar as respostas.
Dúvidas sobre o ASRS-18
Perguntas frequentes sobre a ASRS
A ASRS diagnostica TDAH?
Não. Ela rastreia sintomas dos últimos seis meses. O diagnóstico exige uma avaliação clínica: história desde a infância, impacto em mais de um ambiente e exclusão de outras causas.
Esta versão em português é validada?
Sim. O texto é o da adaptação brasileira da ASRS v1.1 publicada por Mattos e colaboradores em 2006, reproduzida sem alterações.
Por que só seis perguntas contam para o rastreio?
A OMS identificou as seis perguntas que melhor separam quem tem TDAH de quem não tem. As outras doze completam o quadro de sintomas e são mostradas como somas.
Rastreio negativo descarta TDAH?
Não. Cerca de um terço dos adultos com TDAH, em especial os desatentos sem hiperatividade, passa pelo rastreio sem marcar quatro itens. Se a desatenção é antiga e atrapalha, a avaliação continua fazendo sentido.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A ASRS rastreia: mostra se vale investigar TDAH, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
O rastreio positivo indica uma avaliação. O diagnóstico de TDAH exige sintomas desde a infância, em mais de um ambiente, e afastar outras causas.
Seis meses, não uma semana
As perguntas olham para os últimos seis meses. Uma fase de sobrecarga, luto ou insônia pode elevar as respostas sem ser TDAH.
Outras causas parecem TDAH
Ansiedade, depressão, apneia do sono, hipotireoidismo e uso de substâncias produzem desatenção parecida. A avaliação separa isso.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
Sinais de TDAH
As respostas mostram desatenção, desorganização e dificuldade de começar e terminar tarefas, frequentes nos últimos seis meses, o conjunto que caracteriza o TDAH no adulto.
- Começar e terminar: tarefas que exigem concentração são adiadas até virarem urgência, e projetos começados com interesse ficam pela metade.
- Organização: mesa, e-mails, contas e agenda saem do controle, e planejar um trabalho em etapas custa muito esforço.
- Memória do dia a dia: compromissos, prazos e objetos são esquecidos ou perdidos, mesmo com lembretes.
- Atenção: em leituras, reuniões e conversas o pensamento vai para outro lugar, parte do que foi dito se perde e surgem erros por descuido em trabalhos longos.
- Inquietação e impulsividade: em parte dos adultos há também dificuldade de ficar sentado, de relaxar e de esperar a vez, com fala demais e interrupções, e em outra parte isso quase não aparece.
- Desde a infância: o TDAH começa cedo e aparece na escola, em casa e no trabalho, enquanto a desatenção que surge na vida adulta costuma vir de ansiedade, depressão, sono ruim ou substâncias.
Sem sinais de TDAH
As respostas não mostram o conjunto que caracteriza o TDAH no adulto: desatenção, desorganização e dificuldade de começar e terminar tarefas, de forma frequente.
- TDAH no adulto: é uma dificuldade constante de iniciar e concluir tarefas, de se organizar e de lembrar compromissos, presente desde a infância e em mais de um ambiente.
- Distração comum: perder um objeto, esquecer um compromisso de vez em quando ou adiar uma tarefa chata acontece com todo mundo e não chega a prejudicar o trabalho ou as relações.
- Fases de sobrecarga: pouco sono, excesso de trabalho, luto ou preocupação pioram a atenção por algumas semanas, e ela se recupera quando a fase passa.
- Desatenção sem agitação: há adultos com TDAH que nunca foram inquietos, e neles o que pesa é a dificuldade antiga de manter a atenção, de se organizar e de concluir o que começam.
- Outras causas: ansiedade, depressão e sono ruim também tiram a concentração, sem a história que vem desde a infância.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 0 (Nunca) a 4 (Muito frequentemente).
- O rastreio da OMS conta seis perguntas: A4, A5 e A9 a partir de “Algumas vezes”; A6, B1 e B5 a partir de “Frequentemente”. Quatro ou mais respostas nessa zona indicam rastreio positivo.
- As partes A e B são somadas separadamente (0 a 36 cada) e servem de complemento, não de corte.
Nunca = 0 · Raramente = 1 · Algumas vezes = 2 · Frequentemente = 3 · Muito frequentemente = 4
O rastreio da OMS usa seis das 18 perguntas (deixar projetos pela metade, organização, lembrar compromissos, adiar tarefas que exigem concentração, mexer-se na cadeira e sentir-se “com um motor ligado”). As três primeiras contam a partir de “Algumas vezes”; as três últimas, a partir de “Frequentemente”. Quatro ou mais respostas nessa zona indicam rastreio positivo. As somas das partes A e B são mostradas como complemento.
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Kessler RC, Adler L, Ames M, Demler O, Faraone S, Hiripi E, et al.. The World Health Organization adult ADHD self-report scale (ASRS): a short screening scale for use in the general population. Psychol Med. 2005;35(2):245-56. doi.org/10.1017/S0033291704002892
Validação brasileira
Mattos P, Segenreich D, Saboya E, Louzã M, Dias G, Romano M. Adaptação transcultural para o português da escala Adult Self-Report Scale para avaliação do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) em adultos. Rev Psiq Clín. 2006;33(4):188-94. doi.org/10.1590/S0101-60832006000400004
A adaptação brasileira (Mattos e colaboradores, 2006) produziu a versão em português dos 18 itens e testou a sua compreensão; o ponto de corte do rastreio (quatro ou mais itens na zona sombreada) é o do instrumento original da OMS.
Aviso de direitos
ASRS v1.1 © World Health Organization. Adult ADHD Self-Report Scale (ASRS) Symptom Checklist © New York University and Ronald C. Kessler. Versão em português: Mattos P et al., 2006.

