BIS-11
Seu resultado
0 / 120 pontos
- Impulsividade atencional (8 a 32) 0 / 32 pontos
- Impulsividade motora (11 a 44) 0 / 44 pontos
- Impulsividade por não planejamento (11 a 44) 0 / 44 pontos
Impulsividade baixa
As respostas mostram pouca impulsividade: decisões pensadas, atenção estável e planejamento do futuro.
- Decisões: tomadas com cuidado, depois de pesar as consequências.
- Autocontrole: raramente uma ação ou uma fala sai no calor do momento.
- Planejamento: tarefas, viagens e dinheiro organizados com antecedência, com poupança regular.
- Atenção: concentração fácil e linha de raciocínio mantida até o fim da tarefa.
- Controle em excesso: quando é muito alto, aparece como dificuldade de decidir depressa, de improvisar e de agir sem ter tudo previsto.
0 / 120 pontos
- Impulsividade atencional (8 a 32) 0 / 32 pontos
- Impulsividade motora (11 a 44) 0 / 44 pontos
- Impulsividade por não planejamento (11 a 44) 0 / 44 pontos
Impulsividade dentro do habitual
As respostas mostram impulsividade no nível da maioria dos adultos: há decisões rápidas e há planejamento, conforme a situação.
- Decisões: algumas saem por impulso, outras são pensadas, e as consequências costumam ser administráveis.
- Atenção: o foco se mantém na maior parte das tarefas, com distrações ocasionais quando o assunto cansa.
- Planejamento: há preparo para o futuro em parte da vida, como trabalho e dinheiro, e improviso em outra.
- Impulsividade alta: seria agir, falar e comprar sem pensar, com frequência, com prejuízo no trabalho, no dinheiro ou nas relações.
- Uma área só: a impulsividade pode pesar em um único campo, como compras, comida ou discussões, mesmo com o conjunto dentro do habitual.
0 / 120 pontos
- Impulsividade atencional (8 a 32) 0 / 32 pontos
- Impulsividade motora (11 a 44) 0 / 44 pontos
- Impulsividade por não planejamento (11 a 44) 0 / 44 pontos
Impulsividade alta
As respostas mostram impulsividade alta: agir e falar antes de pensar, atenção que escapa e pouco planejamento do futuro.
- Agir sem pensar: decisões rápidas, tomadas no calor do momento, com as consequências percebidas só depois.
- Falar sem pensar: a frase sai antes da reflexão, e o arrependimento vem em seguida.
- Atenção: pensamentos que se atropelam, dificuldade de manter o foco e inquietação em aulas, palestras e reuniões.
- Planejamento: mais interesse no presente do que no futuro, com pouca poupança e pouco preparo para o que vem depois.
- Dinheiro: compras por impulso e gastos acima do que se ganha.
- Onde aparece: como traço de personalidade e também no TDAH, no transtorno bipolar e no borderline, entre outros quadros.
O teste de TDAH em adultos (ASRS-18) deste site ajuda a completar o quadro.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Adultos que querem saber o quanto agem sem pensar, perdem o foco ou deixam de planejar.
- Quem nota compras por impulso, falas de que se arrepende ou gastos acima do que ganha.
- Quem quer levar à consulta um retrato organizado do próprio jeito de decidir, de prestar atenção e de planejar.
Quando não usar
- Menores de 18 anos: a versão brasileira e as normas brasileiras foram estudadas em adultos.
- Para saber se há TDAH, transtorno bipolar ou borderline: o questionário mede um traço e não rastreia um transtorno.
Limites do teste
- Mede um traço relativamente estável, sem período definido, que aumenta em fases de pouco sono, uso de álcool e episódios de humor.
- Os três fatores foram pouco consistentes no Brasil: o total é a medida mais segura.
- Depende de como cada pessoa vê o próprio jeito de agir, e as faixas são de referência: os estudos brasileiros não definem ponto de corte.
Dúvidas sobre o BIS-11
Perguntas frequentes sobre a BIS-11
A BIS-11 diagnostica TDAH ou outro transtorno?
Não. Ela mede a impulsividade, que é um traço e aparece em pessoas com e sem transtorno. No TDAH, no transtorno bipolar, no borderline e na dependência química a impulsividade costuma ser mais alta, mas o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
O texto é o da versão brasileira de Malloy-Diniz e colaboradores (2010), o mesmo formulário que a International Society for Research on Impulsivity publica. Há normas brasileiras de 2015, com 3.053 adultos de oito estados. A instrução fala em preencher um círculo porque o formulário é de papel.
De onde vêm as faixas do resultado?
Dos autores da escala: Stanford e colaboradores (2009) descrevem de 52 a 71 pontos como o habitual, 72 ou mais como impulsividade alta e abaixo de 52 como muito controle. Os estudos brasileiros não definem ponto de corte, mas nas normas de 2015 os percentis 15 e 85 são 52 e 72.
O que são os três fatores?
A atencional reúne perder o foco e ter pensamentos que se atropelam. A motora, agir e gastar por impulso. O não planejamento, pensar pouco no futuro. No Brasil os três fatores foram pouco consistentes, e o total é a medida mais segura.
A impulsividade muda com o tempo?
É um traço relativamente estável, mas não fixo. Ela aumenta em fases de pouco sono, uso de álcool e episódios de humor, e diminui quando o quadro de base é tratado.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A BIS-11 mede a impulsividade como traço: o quanto a pessoa age sem pensar, perde o foco e deixa de planejar. Não rastreia um transtorno.
Uma medida, não um diagnóstico
Impulsividade alta não é uma doença. Ela aparece como traço de personalidade e também em quadros como TDAH, transtorno bipolar e borderline.
Faixas de referência
Os autores da escala descrevem de 52 a 71 pontos como o habitual e 72 ou mais como impulsividade alta. Nas normas brasileiras, 72 é o percentil 85.
Três fatores
Atencional, motora e não planejamento aparecem como números abaixo do total. No Brasil, a separação em três fatores foi menos consistente do que o total.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
30 a 51 pontos
Impulsividade baixa
As respostas mostram pouca impulsividade: decisões pensadas, atenção estável e planejamento do futuro.
- Decisões: tomadas com cuidado, depois de pesar as consequências.
- Autocontrole: raramente uma ação ou uma fala sai no calor do momento.
- Planejamento: tarefas, viagens e dinheiro organizados com antecedência, com poupança regular.
- Atenção: concentração fácil e linha de raciocínio mantida até o fim da tarefa.
- Controle em excesso: quando é muito alto, aparece como dificuldade de decidir depressa, de improvisar e de agir sem ter tudo previsto.
52 a 71 pontos
Impulsividade dentro do habitual
As respostas mostram impulsividade no nível da maioria dos adultos: há decisões rápidas e há planejamento, conforme a situação.
- Decisões: algumas saem por impulso, outras são pensadas, e as consequências costumam ser administráveis.
- Atenção: o foco se mantém na maior parte das tarefas, com distrações ocasionais quando o assunto cansa.
- Planejamento: há preparo para o futuro em parte da vida, como trabalho e dinheiro, e improviso em outra.
- Impulsividade alta: seria agir, falar e comprar sem pensar, com frequência, com prejuízo no trabalho, no dinheiro ou nas relações.
- Uma área só: a impulsividade pode pesar em um único campo, como compras, comida ou discussões, mesmo com o conjunto dentro do habitual.
72 a 120 pontos
Impulsividade alta
As respostas mostram impulsividade alta: agir e falar antes de pensar, atenção que escapa e pouco planejamento do futuro.
- Agir sem pensar: decisões rápidas, tomadas no calor do momento, com as consequências percebidas só depois.
- Falar sem pensar: a frase sai antes da reflexão, e o arrependimento vem em seguida.
- Atenção: pensamentos que se atropelam, dificuldade de manter o foco e inquietação em aulas, palestras e reuniões.
- Planejamento: mais interesse no presente do que no futuro, com pouca poupança e pouco preparo para o que vem depois.
- Dinheiro: compras por impulso e gastos acima do que se ganha.
- Onde aparece: como traço de personalidade e também no TDAH, no transtorno bipolar e no borderline, entre outros quadros.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 1 (Raramente ou nunca) a 4 (Quase sempre / Sempre).
- Nas afirmações 1, 7, 8, 9, 10, 12, 13, 15, 20, 29 e 30, a pontuação é invertida: Raramente ou nunca vale 4 e Quase sempre / Sempre vale 1.
- Some as 30 respostas. O total vai de 30 a 120, e quanto mais alto, maior a impulsividade.
- Faixas de referência dos autores da escala: abaixo de 52, impulsividade baixa (muito controle); de 52 a 71, dentro do habitual; 72 ou mais, impulsividade alta.
- Fatores: atencional, afirmações 5, 6, 9, 11, 20, 24, 26 e 28 (8 a 32); motora, afirmações 2, 3, 4, 16, 17, 19, 21, 22, 23, 25 e 30 (11 a 44); não planejamento, afirmações 1, 7, 8, 10, 12, 13, 14, 15, 18, 27 e 29 (11 a 44).
Raramente ou nunca = 1 · De vez em quando = 2 · Com frequência = 3 · Quase sempre / Sempre = 4
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 30 a 51 | Impulsividade baixa | As respostas mostram pouca impulsividade: decisões pensadas, atenção estável e planejamento do futuro. |
| 52 a 71 | Impulsividade dentro do habitual | As respostas mostram impulsividade no nível da maioria dos adultos: há decisões rápidas e há planejamento, conforme a situação. |
| 72 a 120 | Impulsividade alta | As respostas mostram impulsividade alta: agir e falar antes de pensar, atenção que escapa e pouco planejamento do futuro. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Patton JH, Stanford MS, Barratt ES. Factor structure of the Barratt Impulsiveness Scale. J Clin Psychol. 1995;51(6):768-74. doi.org/10.1002/1097-4679(199511)51:6<768::AID-JCLP2270510607>3.0.CO;2-1
Instrumento original
Stanford MS, Mathias CW, Dougherty DM, Lake SL, Anderson NE, Patton JH. Fifty years of the Barratt Impulsiveness Scale: an update and review. Pers Individ Dif. 2009;47(5):385-95. doi.org/10.1016/j.paid.2009.04.008
Validação brasileira
Malloy-Diniz LF, Mattos P, Leite WB, Abreu N, Coutinho G, Paula JJ, et al.. Tradução e adaptação cultural da Barratt Impulsiveness Scale (BIS-11) para aplicação em adultos brasileiros. J Bras Psiquiatr. 2010;59(2):99-105. doi.org/10.1590/S0047-20852010000200004
A versão brasileira foi traduzida por seis pesquisadores bilíngues de quatro estados, retrotraduzida e comparada com a original em duas amostras bilíngues, de 25 e de 20 adultos: os totais das duas versões tiveram correlação de 0,93 e 0,91. O estudo não define ponto de corte. As faixas desta página são as de referência dos autores da escala (Stanford e colaboradores, 2009): abaixo de 52, de 52 a 71 e 72 ou mais.
Validação brasileira
Malloy-Diniz LF, Paula JJ, Vasconcelos AG, Almondes KM, Pessoa R, Faria L, et al.. Normative data of the Barratt Impulsiveness Scale 11 (BIS-11) for Brazilian adults. Braz J Psychiatry. 2015;37(3):245-8. doi.org/10.1590/1516-4446-2014-1599
Normas brasileiras com 3.053 adultos de 18 a 84 anos, de oito estados, sem transtorno neurológico ou psiquiátrico relatado: total médio de 61,92 (desvio padrão 10,29) e alfa de Cronbach de 0,790. Na tabela corrigida pelos autores em 2019, o percentil 15 é 52, o percentil 50 é 62, o percentil 85 é 72 e o percentil 95 é 80. O estudo publica percentis e não define ponto de corte. Os três fatores originais tiveram consistência interna de 0,658 (atencional), 0,594 (motora) e 0,593 (não planejamento); os autores recomendam para o Brasil a leitura em dois fatores, controle inibitório (0,789) e não planejamento (0,618), e cautela com os três fatores.

