EAT-26
Seu resultado
0 / 78 pontos
- Dieta 0 / 39
- Bulimia e preocupação com os alimentos 0 / 18
- Controle oral 0 / 21
Sem sinais de risco para transtorno alimentar
As respostas não mostram o conjunto de restrição, medo de engordar e perda de controle que marca os transtornos alimentares.
- Atenção comum à comida: cuidar do que come e do peso, sem que isso decida o dia, faz parte da vida da maioria das pessoas.
- Dieta de risco: é evitar comer mesmo com fome, cortar grupos inteiros de alimentos, contar calorias em tudo e sentir pavor de engordar.
- Bulimia: é comer sem conseguir parar, pensar em comida o tempo todo e vomitar ou sentir vontade de vomitar depois das refeições.
- Controle rígido: é comer muito devagar, cortar a comida em pedaços pequenos e ouvir dos outros que precisa comer mais.
- Culpa: nos transtornos alimentares, um doce ou uma refeição maior trazem culpa intensa e a necessidade de compensar.
- Sinal isolado: vômitos depois de comer ou episódios de comer sem controle contam por si, mesmo com o resto bem.
0 / 78 pontos
- Dieta 0 / 39
- Bulimia e preocupação com os alimentos 0 / 18
- Controle oral 0 / 21
Sinais de risco para transtorno alimentar
As respostas mostram medo de engordar, regras rígidas com a comida e culpa ao comer, em grau que já organiza o dia.
- Medo de engordar: a ideia de ganhar peso ou de ter gordura no corpo assusta e volta várias vezes ao dia.
- Restrição: contar calorias, evitar pão, arroz, batata e doces, fazer regimes e adiar a refeição mesmo com fome.
- Culpa ao comer: depois de comer, sobretudo doces, vêm a culpa e a vontade de queimar o que comeu com exercício.
- Perda de controle: em alguns momentos, comer em exagero sem conseguir parar, com vômito ou vontade de vomitar depois.
- Comida no pensamento: boa parte do dia vai em pensar no que comer e no que evitar, com a sensação de que os alimentos controlam a vida.
- Urgência: vômitos frequentes, desmaios ou perda de peso rápida pedem atendimento médico na mesma semana.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem nota medo de engordar, regras rígidas com a comida ou culpa depois de comer.
- Quem tem episódios de comer sem conseguir parar, faz regimes com frequência ou sente vontade de vomitar depois das refeições.
- Quem quer levar à consulta um retrato organizado da relação com a comida em três áreas: dieta, bulimia e controle oral.
Quando não usar
- Diante de vômitos frequentes, desmaios ou perda de peso rápida: o caminho é atendimento médico na mesma semana.
- Para concluir sozinho por um diagnóstico de anorexia ou bulimia, que depende da consulta.
Limites do teste
- Não substitui a história alimentar, o peso ao longo do tempo e os exames, de que o diagnóstico depende.
- Um total baixo não afasta o risco: vômitos depois de comer ou episódios de comer sem controle contam por si.
- As frases estão no feminino porque a validação brasileira foi feita com adolescentes do sexo feminino, e o ponto de corte é o dos autores originais.
Dúvidas sobre o EAT-26
Perguntas frequentes sobre o EAT-26
O EAT-26 diagnostica anorexia ou bulimia?
Não. Ele rastreia atitudes alimentares de risco. Vinte pontos ou mais indicam que vale uma avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Sim. O texto é o da versão brasileira traduzida e validada por Bighetti e colaboradores, em Ribeirão Preto, publicada em 2004.
As frases estão no feminino. Sou homem; o teste vale?
Vale. As frases estão no feminino porque a validação brasileira foi feita com meninas; o EAT-26 é usado nos dois sexos, e transtornos alimentares em homens costumam ser diagnosticados tarde.
Qual a diferença para o SCOFF?
O SCOFF tem cinco perguntas e serve para um rastreio rápido; o EAT-26 tem 26 e mostra o padrão em três áreas. Os dois estão neste site.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O EAT-26 rastreia atitudes alimentares de risco: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Vinte pontos indicam uma avaliação. O diagnóstico depende da história alimentar, do peso ao longo do tempo e de exames.
Três áreas
Dieta, bulimia e preocupação com os alimentos, controle oral. O perfil mostra o padrão.
O corpo também
Vômitos, jejum e perda de peso rápida afetam coração, rins e eletrólitos. A avaliação inclui exames.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 19 pontos
Sem sinais de risco para transtorno alimentar
As respostas não mostram o conjunto de restrição, medo de engordar e perda de controle que marca os transtornos alimentares.
- Atenção comum à comida: cuidar do que come e do peso, sem que isso decida o dia, faz parte da vida da maioria das pessoas.
- Dieta de risco: é evitar comer mesmo com fome, cortar grupos inteiros de alimentos, contar calorias em tudo e sentir pavor de engordar.
- Bulimia: é comer sem conseguir parar, pensar em comida o tempo todo e vomitar ou sentir vontade de vomitar depois das refeições.
- Controle rígido: é comer muito devagar, cortar a comida em pedaços pequenos e ouvir dos outros que precisa comer mais.
- Culpa: nos transtornos alimentares, um doce ou uma refeição maior trazem culpa intensa e a necessidade de compensar.
- Sinal isolado: vômitos depois de comer ou episódios de comer sem controle contam por si, mesmo com o resto bem.
20 a 78 pontos
Sinais de risco para transtorno alimentar
As respostas mostram medo de engordar, regras rígidas com a comida e culpa ao comer, em grau que já organiza o dia.
- Medo de engordar: a ideia de ganhar peso ou de ter gordura no corpo assusta e volta várias vezes ao dia.
- Restrição: contar calorias, evitar pão, arroz, batata e doces, fazer regimes e adiar a refeição mesmo com fome.
- Culpa ao comer: depois de comer, sobretudo doces, vêm a culpa e a vontade de queimar o que comeu com exercício.
- Perda de controle: em alguns momentos, comer em exagero sem conseguir parar, com vômito ou vontade de vomitar depois.
- Comida no pensamento: boa parte do dia vai em pensar no que comer e no que evitar, com a sensação de que os alimentos controlam a vida.
- Urgência: vômitos frequentes, desmaios ou perda de peso rápida pedem atendimento médico na mesma semana.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada afirmação vale 3 (Sempre), 2 (Muitas vezes), 1 (Às vezes) ou 0 (Poucas vezes, Quase nunca, Nunca). A afirmação 25 é invertida: 3 para Nunca, 2 para Quase nunca, 1 para Poucas vezes, 0 para as demais.
- Some as 26 respostas: o total vai de 0 a 78. Vinte pontos ou mais é o ponto de corte.
- As áreas somam separadamente: dieta (13 afirmações), bulimia e preocupação com os alimentos (6), controle oral (7).
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 19 | Sem sinais de risco para transtorno alimentar | As respostas não mostram o conjunto de restrição, medo de engordar e perda de controle que marca os transtornos alimentares. |
| 20 a 78 | Sinais de risco para transtorno alimentar | As respostas mostram medo de engordar, regras rígidas com a comida e culpa ao comer, em grau que já organiza o dia. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Garner DM, Olmsted MP, Bohr Y, Garfinkel PE. The Eating Attitudes Test: psychometric features and clinical correlates. Psychol Med. 1982;12(4):871-8. doi.org/10.1017/S0033291700049163
Validação brasileira
Bighetti F, Santos CB, Santos JE, Ribeiro RPP. Tradução e validação do Eating Attitudes Test em adolescentes do sexo feminino de Ribeirão Preto, São Paulo. J Bras Psiquiatr. 2004;53(6):339-46. teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-12042004-234230/
A versão brasileira foi traduzida e validada por Bighetti e colaboradores em adolescentes do sexo feminino de Ribeirão Preto (2003/2004); o estudo manteve o ponto de corte dos autores originais (20 pontos ou mais indicam risco e pedem entrevista clínica) e não definiu um corte próprio. As afirmações estão no feminino porque a validação foi feita com meninas.

