BRS
Seu resultado
0 / 5 pontos
Resiliência baixa
As respostas mostram uma recuperação demorada depois de situações difíceis ou estressantes.
- Resiliência: aqui é a capacidade de se recuperar do estresse, de voltar ao estado habitual depois de um período difícil.
- Recuperação lenta: depois de um contratempo, ficar dias ou semanas abalado, pensando no que aconteceu.
- Durante o estresse: uma fase de pressão custa muito, com sono pior, tensão no corpo e dificuldade de se concentrar.
- Reação travada: quando algo ruim acontece, é difícil reagir e retomar a rotina, e tarefas simples ficam para depois.
- O que pesa: estresse acumulado, pouco sono e pouco apoio de outras pessoas tornam a recuperação mais lenta.
0 / 5 pontos
Resiliência normal
As respostas mostram uma recuperação de situações difíceis em um tempo parecido com o da maioria das pessoas.
- Resiliência: aqui é a capacidade de se recuperar do estresse, de voltar ao estado habitual depois de um período difícil.
- Recuperação: um contratempo abala por um tempo, e depois a rotina é retomada sem que isso tome semanas.
- Varia com a situação: alguns tipos de dificuldade passam bem e outros demoram mais, como perdas, conflitos ou pressão no trabalho.
- Varia com a fase: em períodos de pouco sono, sobrecarga ou pouco apoio, a mesma dificuldade pesa mais e dura mais.
- Sinal de atenção: demorar mais do que antes para se recuperar costuma vir junto com mudanças no humor, no sono e na ansiedade.
Quando a recuperação ficou mais lenta nos últimos meses, o teste de depressão (PHQ-9) e o de ansiedade (GAD-7) deste site completam o quadro.
0 / 5 pontos
Resiliência alta
As respostas mostram uma recuperação rápida depois de situações difíceis ou estressantes.
- Resiliência: aqui é a capacidade de se recuperar do estresse, de voltar ao estado habitual depois de um período difícil.
- Recuperação rápida: depois de um contratempo, voltar logo ao estado habitual e retomar o que estava em andamento.
- Durante o estresse: fases de pressão passam sem grandes problemas, com o sono e a rotina mantidos.
- Emoções: quem se recupera rápido também fica triste e ansioso em momentos difíceis, e o que muda é o tempo que isso dura.
- Limite: recuperar-se rápido não impede o adoecimento, e sintomas que duram semanas merecem atenção mesmo em quem lida bem com o estresse.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem quer ver quanto tempo leva para voltar ao estado habitual depois de uma situação difícil ou estressante.
- Quem percebe que passou a demorar mais do que antes para se recuperar dos contratempos.
- Quem quer levar à consulta um número simples sobre a recuperação do estresse e repetir o teste em outra fase.
Quando não usar
- Para medir força ou ausência de sofrimento: a escala mede só o tempo de recuperação depois de uma dificuldade.
- Para rastrear depressão, ansiedade ou insônia: resiliência baixa não é uma doença, e só uma avaliação mostra se há um quadro por trás.
Limites do teste
- As faixas vêm de amostras dos Estados Unidos, e o estudo brasileiro das seis afirmações foi feito com atletas, e não com a população geral.
- O resultado varia com o sono, a sobrecarga, o apoio de outras pessoas e a saúde mental: em outra fase o número pode ser outro.
- Depende de como cada pessoa avalia a própria recuperação, e uma média alta não afasta sintomas que duram semanas.
Dúvidas sobre o BRS
Perguntas frequentes sobre a BRS
A BRS diagnostica alguma coisa?
Não. Resiliência baixa não é uma doença. A escala mede como você se recupera do estresse; quando a recuperação é lenta e vem com tristeza, ansiedade ou insônia, só uma avaliação mostra se há um quadro por trás.
Esta versão em português é validada?
As seis afirmações são as da versão brasileira de Nogueira-Neves e colaboradores (2018), estudada em 330 atletas brasileiros e incluída no guia de traduções do autor da escala. Esse artigo publica a instrução e as opções de resposta apenas em inglês; as desta página são as de outra versão brasileira, a de Coelho e colaboradores (2016). Não há estudo brasileiro com a população geral.
De onde vêm as faixas baixa, normal e alta?
Dos autores da escala (Smith e colaboradores, 2013): média de 1,00 a 2,99, resiliência baixa; de 3,00 a 4,30, normal; de 4,31 a 5,00, alta. Elas vêm de amostras dos Estados Unidos, e os estudos brasileiros não definiram faixas próprias.
A resiliência muda ao longo da vida?
Muda. Ela varia com o sono, a sobrecarga, o apoio de outras pessoas e a saúde mental. Repetir o teste em outra fase pode dar outro número.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A BRS mede a rapidez com que a pessoa se recupera do estresse e não define um diagnóstico.
Recuperar-se, não resistir
A escala não mede força nem ausência de sofrimento. Ela mede o tempo que você leva para voltar ao seu estado habitual depois de uma dificuldade.
Uma média de 1 a 5
O número é a média das seis respostas. As faixas baixa, normal e alta são as propostas pelos autores da escala, a partir de amostras dos Estados Unidos.
Resiliência e humor
Depressão, ansiedade e pouco sono tornam a recuperação mais lenta. Um resultado baixo que dura meses merece um olhar para esses quadros.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
1 a 2.99 pontos
Resiliência baixa
As respostas mostram uma recuperação demorada depois de situações difíceis ou estressantes.
- Resiliência: aqui é a capacidade de se recuperar do estresse, de voltar ao estado habitual depois de um período difícil.
- Recuperação lenta: depois de um contratempo, ficar dias ou semanas abalado, pensando no que aconteceu.
- Durante o estresse: uma fase de pressão custa muito, com sono pior, tensão no corpo e dificuldade de se concentrar.
- Reação travada: quando algo ruim acontece, é difícil reagir e retomar a rotina, e tarefas simples ficam para depois.
- O que pesa: estresse acumulado, pouco sono e pouco apoio de outras pessoas tornam a recuperação mais lenta.
3 a 4.3 pontos
Resiliência normal
As respostas mostram uma recuperação de situações difíceis em um tempo parecido com o da maioria das pessoas.
- Resiliência: aqui é a capacidade de se recuperar do estresse, de voltar ao estado habitual depois de um período difícil.
- Recuperação: um contratempo abala por um tempo, e depois a rotina é retomada sem que isso tome semanas.
- Varia com a situação: alguns tipos de dificuldade passam bem e outros demoram mais, como perdas, conflitos ou pressão no trabalho.
- Varia com a fase: em períodos de pouco sono, sobrecarga ou pouco apoio, a mesma dificuldade pesa mais e dura mais.
- Sinal de atenção: demorar mais do que antes para se recuperar costuma vir junto com mudanças no humor, no sono e na ansiedade.
4.31 a 5 pontos
Resiliência alta
As respostas mostram uma recuperação rápida depois de situações difíceis ou estressantes.
- Resiliência: aqui é a capacidade de se recuperar do estresse, de voltar ao estado habitual depois de um período difícil.
- Recuperação rápida: depois de um contratempo, voltar logo ao estado habitual e retomar o que estava em andamento.
- Durante o estresse: fases de pressão passam sem grandes problemas, com o sono e a rotina mantidos.
- Emoções: quem se recupera rápido também fica triste e ansioso em momentos difíceis, e o que muda é o tempo que isso dura.
- Limite: recuperar-se rápido não impede o adoecimento, e sintomas que duram semanas merecem atenção mesmo em quem lida bem com o estresse.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Nas afirmações 1, 3 e 5, cada resposta vale de 1 (Discordo totalmente) a 5 (Concordo totalmente).
- Nas afirmações 2, 4 e 6, a pontuação é invertida: Discordo totalmente vale 5 e Concordo totalmente vale 1.
- Some os seis valores e divida por 6. O resultado vai de 1 a 5, e quanto mais alto, mais rápida a recuperação.
- Faixas propostas pelos autores da escala: de 1,00 a 2,99, resiliência baixa; de 3,00 a 4,30, normal; de 4,31 a 5,00, alta.
Discordo totalmente = 1 · Discordo = 2 · Nem concordo, nem discordo = 3 · Concordo = 4 · Concordo totalmente = 5
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 1 a 2.99 | Resiliência baixa | As respostas mostram uma recuperação demorada depois de situações difíceis ou estressantes. |
| 3 a 4.3 | Resiliência normal | As respostas mostram uma recuperação de situações difíceis em um tempo parecido com o da maioria das pessoas. |
| 4.31 a 5 | Resiliência alta | As respostas mostram uma recuperação rápida depois de situações difíceis ou estressantes. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Smith BW, Dalen J, Wiggins K, Tooley E, Christopher P, Bernard J. The brief resilience scale: assessing the ability to bounce back. Int J Behav Med. 2008;15(3):194-200. doi.org/10.1080/10705500802222972
Instrumento original
Smith BW, Epstein EM, Ortiz JA, Christopher PJ, Tooley EM. The foundations of resilience: what are the critical resources for bouncing back from stress?. In: Prince-Embury S, Saklofske DH, editors. Resilience in children, adolescents, and adults. New York: Springer. 2013;:167-87. doi.org/10.1007/978-1-4614-4939-3_13
Validação brasileira
Nogueira-Neves A, Barbosa FP, Silva MPS, Brandão MRF, Zanetti MC. Confirmatory factor analysis of the Brief Resilience Scale for Brazilian athletes. Cuad Psicol Deporte. 2018;18(1):103-10. revistas.um.es/cpd/article/view/278551
O estudo brasileiro de onde vêm as seis afirmações desta página (Nogueira-Neves e colaboradores, 2018, com 330 atletas de São Paulo e do Rio de Janeiro) não define ponto de corte. Confirmou a estrutura de um fator com seis itens e encontrou alfa de Cronbach de 0,72. As faixas do resultado são as dos autores da escala original, obtidas em amostras dos Estados Unidos.
Validação brasileira
Coelho GLH, Hanel PHP, Cavalcanti TM, Rezende AT, Gouveia VV. Brief Resilience Scale: testing its factorial structure and invariance in Brazil. Univ Psychol. 2016;15(2):397-408. doi.org/10.11144/Javeriana.upsy15-2.brst
Outra versão brasileira (Coelho e colaboradores, 2016, com 171 universitários e depois 232 adultos) também não define ponto de corte. Nesse estudo o item 5 foi excluído e a escala ficou com cinco itens (alfa de Cronbach de 0,76). A instrução e as cinco opções de resposta desta página são as do apêndice desse artigo.

