SCS
Seu resultado
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- Bondade consigo 0 / 5
- Autocrítica severa 0 / 5
- Senso de humanidade 0 / 5
- Isolamento 0 / 5
- Mindfulness 0 / 5
- Sobre-identificação 0 / 5
Autocompaixão baixa
As respostas mostram que, nos momentos difíceis, a crítica e a cobrança pesam mais do que o cuidado consigo.
- Autocrítica severa: diante de um erro ou de um defeito, a reação é dura e impaciente consigo.
- Isolamento: ao falhar ou sofrer, a sensação de que só acontece comigo e de que para os outros é mais fácil.
- Sobre-identificação: um sentimento ruim toma conta de tudo, sem conseguir parar de pensar no que está errado.
- O que falta: o apoio dado a um amigo na mesma situação quase não aparece quando o sofrimento é próprio.
- Autocrítica e depressão: a cobrança constante e o sentimento de incompetência também aparecem na depressão e na ansiedade, junto com tristeza, desânimo ou tensão.
0 / 5
- Bondade consigo 0 / 5
- Autocrítica severa 0 / 5
- Senso de humanidade 0 / 5
- Isolamento 0 / 5
- Mindfulness 0 / 5
- Sobre-identificação 0 / 5
Autocompaixão moderada
As respostas mostram um modo de se tratar que varia: ora com cuidado, ora com cobrança, conforme a situação.
- Bondade consigo: em parte dos momentos difíceis há apoio a si, e em outros a cobrança vem como se o erro não tivesse desculpa.
- Senso de humanidade: às vezes fica claro que falhar acontece com todo mundo, e às vezes vem a sensação de estar sozinho na dificuldade.
- Equilíbrio: há dias em que o problema é visto no tamanho que tem e dias em que o sentimento ruim toma conta.
- As seis médias: os números acima mostram onde a cobrança é maior e onde o cuidado é maior.
0 / 5
- Bondade consigo 0 / 5
- Autocrítica severa 0 / 5
- Senso de humanidade 0 / 5
- Isolamento 0 / 5
- Mindfulness 0 / 5
- Sobre-identificação 0 / 5
Autocompaixão alta
As respostas mostram que, nos momentos difíceis, o cuidado e a compreensão consigo aparecem na maior parte das vezes.
- Bondade consigo: diante do sofrimento ou do erro, apoio e cuidado em vez de ataque.
- Senso de humanidade: defeitos e dificuldades vistos como parte da vida de todo mundo, e não como algo só seu.
- Mindfulness: perceber o que sente e ver a situação de forma equilibrada, sem aumentar o problema.
- Pouca autocrítica: a cobrança existe, mas não domina a reação a um erro.
- Nos dias ruins: ficar “pra baixo” como qualquer pessoa, e mesmo assim tentar aceitar e entender o que sente.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Adultos que querem ver como se tratam quando erram ou sofrem: com compreensão ou com dureza.
- Quem percebe autocrítica severa e cobrança constante e quer ver em quais das seis partes ela pesa mais.
- Quem quer levar à consulta um retrato do modo de lidar consigo nos momentos difíceis.
Quando não usar
- Menores de 18 anos: o estudo brasileiro foi feito com adultos de 18 a 66 anos.
- Para rastrear depressão ou ansiedade: a escala mede um modo de se relacionar consigo, e não os sintomas desses quadros.
- Para concluir que há uma doença: autocompaixão baixa não é um diagnóstico.
Limites do teste
- As faixas baixa, moderada e alta são um guia aproximado da autora da escala, e não um ponto de corte clínico.
- Não mostra se a autocrítica faz parte de uma depressão ou de uma ansiedade: só uma avaliação mostra se é o caso.
- Depende de como cada pessoa percebe o próprio modo de reagir: a média mostra a visão dela sobre si.
Dúvidas sobre o SCS
Perguntas frequentes sobre a Escala de Autocompaixão
A Escala de Autocompaixão diagnostica alguma coisa?
Não. Ela mede um modo de se relacionar consigo, que todas as pessoas têm em algum grau. Autocompaixão baixa não é uma doença. Ela pode acompanhar depressão e ansiedade, e só uma avaliação mostra se é o caso.
Esta versão em português é validada?
Sim. O texto é o da versão brasileira de Luciana Karine de Souza e Claudio Hutz, com as 26 frases do apêndice do estudo publicado em 2016, que confirmou as seis subescalas em 432 adultos brasileiros. A autora da escala revisou a retrotradução.
De onde vêm as faixas baixa, moderada e alta?
Da folha de informações da própria autora, Kristin Neff. Ela afirma que não existem normas clínicas nem valores que definam autocompaixão alta ou baixa e propõe, como guia aproximado, baixa de 1,0 a 2,49, moderada de 2,5 a 3,5 e alta de 3,51 a 5,0. O estudo brasileiro não define faixas.
Como ler as seis médias?
Bondade consigo, senso de humanidade e mindfulness medem o cuidado: quanto mais alta a média, mais autocompaixão. Autocrítica severa, isolamento e sobre-identificação medem a cobrança: quanto mais alta a média, menos autocompaixão. Sobre-identificação é ficar tomado por um sentimento ruim, sem conseguir olhar para ele com distância.
Como responder?
A instrução da versão brasileira diz: “Por favor, leia com cuidado antes de responder. Para cada frase, marque o número que mostra com que frequência você se comporta da forma descrita. Use a escala de 1 até 5 para marcar sua escolha, sendo que 1 corresponde a ‘quase nunca’ (QN), e 5 significa ‘quase sempre’ (QS). Não existem respostas certas ou erradas. Gostaríamos de sua opinião pessoal. Você pode escolher qualquer número de 1 até 5.” As frases estão no masculino, como no apêndice do estudo.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A escala mede como a pessoa se trata quando sofre ou erra e não define um diagnóstico.
O que é autocompaixão
É tratar a si com bondade em vez de autocrítica severa, ver as dificuldades como parte da vida de todos e olhar o que sente com equilíbrio.
Uma média e seis partes
A média geral vai de 1 a 5. As seis médias parciais mostram de onde ela vem: três medem o cuidado e três medem a cobrança.
Faixas aproximadas
A escala não tem ponto de corte clínico. As faixas baixa, moderada e alta são um guia da autora para ler a média geral.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
1 a 2.49
Autocompaixão baixa
As respostas mostram que, nos momentos difíceis, a crítica e a cobrança pesam mais do que o cuidado consigo.
- Autocrítica severa: diante de um erro ou de um defeito, a reação é dura e impaciente consigo.
- Isolamento: ao falhar ou sofrer, a sensação de que só acontece comigo e de que para os outros é mais fácil.
- Sobre-identificação: um sentimento ruim toma conta de tudo, sem conseguir parar de pensar no que está errado.
- O que falta: o apoio dado a um amigo na mesma situação quase não aparece quando o sofrimento é próprio.
- Autocrítica e depressão: a cobrança constante e o sentimento de incompetência também aparecem na depressão e na ansiedade, junto com tristeza, desânimo ou tensão.
2.5 a 3.5
Autocompaixão moderada
As respostas mostram um modo de se tratar que varia: ora com cuidado, ora com cobrança, conforme a situação.
- Bondade consigo: em parte dos momentos difíceis há apoio a si, e em outros a cobrança vem como se o erro não tivesse desculpa.
- Senso de humanidade: às vezes fica claro que falhar acontece com todo mundo, e às vezes vem a sensação de estar sozinho na dificuldade.
- Equilíbrio: há dias em que o problema é visto no tamanho que tem e dias em que o sentimento ruim toma conta.
- As seis médias: os números acima mostram onde a cobrança é maior e onde o cuidado é maior.
3.51 a 5
Autocompaixão alta
As respostas mostram que, nos momentos difíceis, o cuidado e a compreensão consigo aparecem na maior parte das vezes.
- Bondade consigo: diante do sofrimento ou do erro, apoio e cuidado em vez de ataque.
- Senso de humanidade: defeitos e dificuldades vistos como parte da vida de todo mundo, e não como algo só seu.
- Mindfulness: perceber o que sente e ver a situação de forma equilibrada, sem aumentar o problema.
- Pouca autocrítica: a cobrança existe, mas não domina a reação a um erro.
- Nos dias ruins: ficar “pra baixo” como qualquer pessoa, e mesmo assim tentar aceitar e entender o que sente.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale o número marcado, de 1 (quase nunca) a 5 (quase sempre).
- Cada uma das seis partes é a média das suas frases: bondade consigo, 5, 12, 19, 23 e 26; autocrítica severa, 1, 8, 11, 16 e 21; senso de humanidade, 3, 7, 10 e 15; isolamento, 4, 13, 18 e 25; mindfulness, 9, 14, 17 e 22; sobre-identificação, 2, 6, 20 e 24.
- Em autocrítica severa, isolamento e sobre-identificação, média alta indica menos autocompaixão. Nas outras três, média alta indica mais.
- Para a média geral, inverta as frases 1, 2, 4, 6, 8, 11, 13, 16, 18, 20, 21, 24 e 25 (1 vira 5, 2 vira 4, 3 fica 3, 4 vira 2, 5 vira 1), some as 26 respostas e divida por 26, como indica a nota da versão brasileira.
- A escala não tem ponto de corte. Como guia aproximado, a autora considera baixa a média de 1,0 a 2,49, moderada de 2,5 a 3,5 e alta de 3,51 a 5,0.
1 (quase nunca) = 1 · 2 = 2 · 3 = 3 · 4 = 4 · 5 (quase sempre) = 5
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 1 a 2.49 | Autocompaixão baixa | As respostas mostram que, nos momentos difíceis, a crítica e a cobrança pesam mais do que o cuidado consigo. |
| 2.5 a 3.5 | Autocompaixão moderada | As respostas mostram um modo de se tratar que varia: ora com cuidado, ora com cobrança, conforme a situação. |
| 3.51 a 5 | Autocompaixão alta | As respostas mostram que, nos momentos difíceis, o cuidado e a compreensão consigo aparecem na maior parte das vezes. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Neff KD. The development and validation of a scale to measure self-compassion. Self Identity. 2003;2(3):223-50. doi.org/10.1080/15298860309027
Validação brasileira
Souza LK, Hutz CS. Adaptation of the Self-Compassion Scale for use in Brazil: evidences of construct validity. Temas Psicol. 2016;24(1):159-72. doi.org/10.9788/TP2016.1-11
O estudo brasileiro (Souza e Hutz, 2016) não define ponto de corte. Em 432 adultos de 18 a 66 anos (216 homens e 216 mulheres), a análise confirmou as seis subescalas da escala original e a consistência interna das 26 frases foi 0,92 (alfa de Cronbach). As médias gerais foram 3,28 nos homens e 3,10 nas mulheres, 3,06 dos 18 aos 30 anos e 3,37 dos 31 aos 66. As faixas desta página (baixa de 1,0 a 2,49, moderada de 2,5 a 3,5, alta de 3,51 a 5,0) são o guia aproximado da autora da escala, e não vêm de um estudo com pacientes.

