EAR
Seu resultado
Autoestima: 0 / 40 pontos
Autoestima: o valor dado a si
As respostas mostram o valor dado a si: quanto mais alto o número, maior a aprovação de si, e quanto mais baixo, maior a depreciação.
- Número alto: ver-se como uma pessoa de valor, reconhecer as próprias qualidades e estar, no conjunto, satisfeito consigo.
- No dia a dia, com número alto: um erro ou uma crítica incomoda, mas não muda a ideia de si, e fica a sensação de ser capaz de fazer as coisas tão bem quanto a maioria das pessoas.
- Número baixo: tendência a se ver como um fracasso, achar que tem pouco do que se orgulhar e, às vezes, sentir-se inútil.
- No dia a dia, com número baixo: comparar-se e sair perdendo, ter dificuldade de aceitar um elogio, evitar se expor no trabalho e nas relações e cobrar-se por cada erro.
- Número no meio: a satisfação consigo existe, mas varia com o momento, e as frases sobre se sentir inútil ou querer ter mais respeito por si também valem em alguns dias.
- Traço ou mudança: a autoestima costuma se manter parecida ao longo da vida adulta, então uma queda recente, junto com tristeza, cansaço ou perda de interesse, é o que se vê na depressão.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem quer um número para o valor que dá a si mesmo, de modo geral.
- Quem costuma se comparar e sair perdendo, cobrar-se por cada erro ou sentir-se inútil e quer ver isso em dez frases.
- Quem quer levar à consulta uma medida da autoestima, sobretudo quando ela caiu junto com tristeza e desânimo.
Quando não usar
- Para saber se há depressão ou ansiedade social: a escala mede um traço, e não os sintomas desses quadros.
- Para comparar com as médias brasileiras depois dos 30 anos: o estudo de referência reuniu estudantes de 10 a 30 anos do Sul do Brasil.
Limites do teste
- Não tem ponto de corte: nenhum valor separa autoestima baixa de alta.
- Uma pontuação baixa pode acompanhar depressão, ansiedade social e outros quadros, e a escala não mostra qual é o caso.
- Depende de como cada pessoa se julga no momento em que responde, sem dizer se o número é um traço antigo ou uma queda recente.
Dúvidas sobre o EAR
Perguntas frequentes sobre a Escala de Rosenberg
A Escala de Rosenberg diagnostica alguma coisa?
Não. Ela mede a autoestima global, que é um traço e não uma doença. Uma pontuação baixa pode acompanhar depressão, ansiedade social e outros quadros, e só uma avaliação mostra se é o caso.
Esta versão em português é validada?
Sim. O texto é o da versão brasileira adaptada por Claudio Hutz, com as frases e as opções do anexo do estudo de Hutz e Zanon (2011), que revisou a validação e publicou normas brasileiras.
Qual pontuação indica autoestima baixa?
A escala não tem ponto de corte, nem na versão original nem na brasileira. O estudo brasileiro publica médias por idade: entre 26 e 29 pontos em adolescentes e 18,9 em universitários de 20 a 30 anos.
As médias brasileiras valem para qualquer pessoa?
Com cautela. A amostra foi de estudantes de 10 a 30 anos do Sul do Brasil, e os adultos eram todos universitários. Não há normas brasileiras desse estudo para pessoas acima de 30 anos.
Por que vi esta escala com pontuação de 0 a 30?
São duas formas de pontuar as mesmas respostas. A versão brasileira pontua cada frase de 1 a 4, com total de 10 a 40. Outras publicações usam de 0 a 3, com total de 0 a 30.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A escala mede a avaliação geral que a pessoa faz de si e não define um diagnóstico.
Uma medida, não um diagnóstico
Autoestima baixa não é uma doença. A escala dá um número de 10 a 40 para a avaliação que você faz de si.
Sem ponto de corte
Não existe um valor que separe autoestima baixa de alta. O número é comparado com as médias de pessoas da mesma idade.
Autoestima e depressão
Sentir-se inútil ou um fracasso é um dos sintomas da depressão. Quando a pontuação baixa vem com tristeza e desânimo, vale avaliar.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
Autoestima: o valor dado a si
As respostas mostram o valor dado a si: quanto mais alto o número, maior a aprovação de si, e quanto mais baixo, maior a depreciação.
- Número alto: ver-se como uma pessoa de valor, reconhecer as próprias qualidades e estar, no conjunto, satisfeito consigo.
- No dia a dia, com número alto: um erro ou uma crítica incomoda, mas não muda a ideia de si, e fica a sensação de ser capaz de fazer as coisas tão bem quanto a maioria das pessoas.
- Número baixo: tendência a se ver como um fracasso, achar que tem pouco do que se orgulhar e, às vezes, sentir-se inútil.
- No dia a dia, com número baixo: comparar-se e sair perdendo, ter dificuldade de aceitar um elogio, evitar se expor no trabalho e nas relações e cobrar-se por cada erro.
- Número no meio: a satisfação consigo existe, mas varia com o momento, e as frases sobre se sentir inútil ou querer ter mais respeito por si também valem em alguns dias.
- Traço ou mudança: a autoestima costuma se manter parecida ao longo da vida adulta, então uma queda recente, junto com tristeza, cansaço ou perda de interesse, é o que se vê na depressão.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 1 (Discordo Totalmente) a 4 (Concordo Totalmente).
- Nas frases 3, 5, 8, 9 e 10, a pontuação é invertida: Discordo Totalmente vale 4 e Concordo Totalmente vale 1.
- Some as dez respostas. O total vai de 10 a 40, e quanto mais alto, mais alta a autoestima. A escala não tem ponto de corte.
Discordo Totalmente = 1 · Discordo = 2 · Concordo = 3 · Concordo Totalmente = 4
As respostas mostram o valor dado a si: quanto mais alto o número, maior a aprovação de si, e quanto mais baixo, maior a depreciação.
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Rosenberg M. Society and the adolescent self-image. Princeton: Princeton University Press. 1965. doi.org/10.1515/9781400876136
Validação brasileira
Hutz CS, Zanon C. Revisão da adaptação, validação e normatização da escala de autoestima de Rosenberg. Aval Psicol. 2011;10(1):41-9. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-04712011000100005
O estudo brasileiro (Hutz e Zanon, 2011, com 1.151 estudantes de 10 a 30 anos do Sul do Brasil) não define ponto de corte: publica normas em percentis por idade. Médias e desvios padrão, na pontuação de 10 a 40: 28,6 (4,08) dos 10 aos 12 anos; 29,3 (4,13) dos 13 aos 15; 26,4 (7,77) em mulheres e 29,1 (6,69) em homens dos 16 aos 19; 18,9 (6,78) dos 20 aos 30 anos, todos universitários. A consistência interna foi 0,90 (alfa de Cronbach).

