EPDS
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Sem sinais de depressão pós-parto
As respostas não mostram o conjunto de sintomas da depressão pós-parto nos últimos sete dias.
- Depressão pós-parto: uma tristeza que dura a maior parte do dia, por semanas, com choro frequente, culpa, ansiedade e perda da alegria, inclusive com o bebê.
- Cansaço esperado: noites curtas, corpo exausto e preocupação com o bebê fazem parte dos primeiros meses, e ainda assim dá para rir, fazer planos e dar conta do dia.
- Tristeza dos primeiros dias: choro fácil, irritação e humor instável nas duas primeiras semanas depois do parto são comuns e passam sozinhos.
- Sono: na depressão, o sono não vem mesmo quando o bebê dorme e há quem cuide dele.
- Gravidez: os mesmos sintomas podem começar ainda na gestação.
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Alguns sintomas de depressão pós-parto
As respostas mostram alguns sintomas de depressão pós-parto, em grau que pesa no dia sem impedir a rotina.
- Alegria reduzida: rir menos e pensar no futuro com menos ânimo do que antes.
- Culpa: quando algo sai errado com o bebê ou com a casa, vem a culpa sem motivo.
- Ansiedade: preocupação e medo sem causa clara, sobretudo com a saúde e o cuidado do bebê.
- Sobrecarga: as tarefas do dia parecem maiores do que eram, e em alguns momentos não dá para dar conta como antes.
- Sono e choro: noites em que a tristeza atrapalha o sono e dias em que o choro aparece.
- O tempo: esses sintomas nas duas primeiras semanas depois do parto costumam passar sozinhos; quando duram mais ou pioram, formam a depressão pós-parto.
Com pensamentos de se ferir, o CVV atende no 188, de graça, 24 horas.
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Sinais de depressão pós-parto
As respostas mostram os sintomas da depressão pós-parto: tristeza na maior parte do tempo, choro, culpa, ansiedade e a sensação de não dar conta.
- Tristeza: ocupa a maior parte dos dias, com choro frequente, e não melhora quando o bebê está bem.
- Perda da alegria: o que antes fazia rir não faz mais, e é difícil pensar no futuro com ânimo.
- Culpa: culpar-se por tudo o que sai errado e julgar-se uma mãe pior do que as outras.
- Ansiedade e pânico: medo intenso sem motivo, preocupação constante com o bebê e momentos de susto com o coração acelerado.
- Sobrecarga e sono: cuidar do bebê, da casa e de si mesma parece impossível, e o sono não vem mesmo quando o bebê dorme.
- Pensamentos de se ferir: se eles apareceram, ligue agora para o CVV, no 188, que atende de graça, 24 horas, conte a alguém de confiança e não fique sozinha com o bebê.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Mulheres que tiveram bebê há pouco tempo e notam tristeza, choro, culpa, ansiedade ou a sensação de não dar conta.
- Gestantes: os mesmos sintomas podem começar ainda na gravidez, e a escala também é usada nessa fase.
- Quem quer levar à consulta um retrato de como se sentiu nos últimos sete dias.
Quando não usar
- Pais: a escala foi validada em mães, e os pontos de corte não foram estudados para eles no Brasil.
- Em uma crise, com pensamentos de fazer algo contra si mesma: o caminho é ajuda imediata, pelo CVV (188) ou pelo SAMU (192).
- Para decidir sem o médico sobre o uso de um remédio na gravidez ou na amamentação.
Limites do teste
- Mede só os últimos sete dias, e nas duas primeiras semanas depois do parto a tristeza passageira é comum.
- O resultado usa o ponto de corte do instrumento original, e na validação brasileira o rastreio já é positivo com uma pontuação mais baixa.
- Depende de como cada mulher percebe e descreve o que sente: o resultado pode ficar acima ou abaixo do que uma avaliação encontra.
Dúvidas sobre o EPDS
Perguntas frequentes sobre a EPDS
A EPDS diagnostica depressão pós-parto?
Não. Ela rastreia sintomas na última semana. Treze pontos ou mais indicam depressão provável e pedem avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Sim. O texto é o da versão brasileira validada por Santos e colaboradores em 2007, com mães da coorte de Pelotas.
Posso responder durante a gravidez?
Sim. A EPDS também é usada na gestação, com os mesmos cortes. Depressão na gravidez é frequente e merece o mesmo cuidado.
O pai pode responder?
A EPDS foi validada em mães. Pais também têm depressão no pós-parto, e a escala dá uma ideia, mas os cortes não foram estudados para eles no Brasil.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A EPDS rastreia depressão na gravidez e no pós-parto: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Treze pontos ou mais indicam depressão provável; de 10 a 12, atenção. O diagnóstico depende da consulta.
Sete dias
As perguntas olham para a última semana. Nas duas primeiras semanas após o parto, a tristeza passageira é comum; o que dura mais merece avaliação.
Tratamento e amamentação
Psicoterapia e vários antidepressivos são compatíveis com a amamentação. Tratar a mãe protege o bebê.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 9 pontos
Sem sinais de depressão pós-parto
As respostas não mostram o conjunto de sintomas da depressão pós-parto nos últimos sete dias.
- Depressão pós-parto: uma tristeza que dura a maior parte do dia, por semanas, com choro frequente, culpa, ansiedade e perda da alegria, inclusive com o bebê.
- Cansaço esperado: noites curtas, corpo exausto e preocupação com o bebê fazem parte dos primeiros meses, e ainda assim dá para rir, fazer planos e dar conta do dia.
- Tristeza dos primeiros dias: choro fácil, irritação e humor instável nas duas primeiras semanas depois do parto são comuns e passam sozinhos.
- Sono: na depressão, o sono não vem mesmo quando o bebê dorme e há quem cuide dele.
- Gravidez: os mesmos sintomas podem começar ainda na gestação.
10 a 12 pontos
Alguns sintomas de depressão pós-parto
As respostas mostram alguns sintomas de depressão pós-parto, em grau que pesa no dia sem impedir a rotina.
- Alegria reduzida: rir menos e pensar no futuro com menos ânimo do que antes.
- Culpa: quando algo sai errado com o bebê ou com a casa, vem a culpa sem motivo.
- Ansiedade: preocupação e medo sem causa clara, sobretudo com a saúde e o cuidado do bebê.
- Sobrecarga: as tarefas do dia parecem maiores do que eram, e em alguns momentos não dá para dar conta como antes.
- Sono e choro: noites em que a tristeza atrapalha o sono e dias em que o choro aparece.
- O tempo: esses sintomas nas duas primeiras semanas depois do parto costumam passar sozinhos; quando duram mais ou pioram, formam a depressão pós-parto.
13 a 30 pontos
Sinais de depressão pós-parto
As respostas mostram os sintomas da depressão pós-parto: tristeza na maior parte do tempo, choro, culpa, ansiedade e a sensação de não dar conta.
- Tristeza: ocupa a maior parte dos dias, com choro frequente, e não melhora quando o bebê está bem.
- Perda da alegria: o que antes fazia rir não faz mais, e é difícil pensar no futuro com ânimo.
- Culpa: culpar-se por tudo o que sai errado e julgar-se uma mãe pior do que as outras.
- Ansiedade e pânico: medo intenso sem motivo, preocupação constante com o bebê e momentos de susto com o coração acelerado.
- Sobrecarga e sono: cuidar do bebê, da casa e de si mesma parece impossível, e o sono não vem mesmo quando o bebê dorme.
- Pensamentos de se ferir: se eles apareceram, ligue agora para o CVV, no 188, que atende de graça, 24 horas, conte a alguém de confiança e não fique sozinha com o bebê.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada pergunta vale de 0 a 3 pontos. Nas perguntas 1 a 3, a primeira resposta vale 0 e a última, 3; nas perguntas 4 a 10, a primeira vale 3 e a última, 0.
- Some as dez respostas: o total vai de 0 a 30. Treze ou mais indica depressão provável; de 10 a 12 é a zona limítrofe, que no Brasil já conta como rastreio positivo.
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 9 | Sem sinais de depressão pós-parto | As respostas não mostram o conjunto de sintomas da depressão pós-parto nos últimos sete dias. |
| 10 a 12 | Alguns sintomas de depressão pós-parto | As respostas mostram alguns sintomas de depressão pós-parto, em grau que pesa no dia sem impedir a rotina. |
| 13 a 30 | Sinais de depressão pós-parto | As respostas mostram os sintomas da depressão pós-parto: tristeza na maior parte do tempo, choro, culpa, ansiedade e a sensação de não dar conta. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Cox JL, Holden JM, Sagovsky R. Detection of postnatal depression. Development of the 10-item Edinburgh Postnatal Depression Scale. Br J Psychiatry. 1987;150(6):782-6. doi.org/10.1192/bjp.150.6.782
Validação brasileira
Santos IS, Matijasevich A, Tavares BF, Barros AJD, Botelho IP, Lapolli C, et al.. Validation of the Edinburgh Postnatal Depression Scale (EPDS) in a sample of mothers from the 2004 Pelotas Birth Cohort Study. Cad Saude Publica. 2007;23(11):2577-88. doi.org/10.1590/S0102-311X2007001100005
Na validação brasileira (378 mães de Pelotas, três meses após o parto), o melhor ponto de corte para rastreio foi 10 ou mais: sensibilidade de 82,6% e especificidade de 65,4%. Para casos moderados e graves, 11 ou mais. O instrumento original usa 13 ou mais para depressão provável.
Aviso de direitos
Fonte: Cox JL, Holden JM, Sagovsky R. Detection of postnatal depression: development of the 10-item Edinburgh Postnatal Depression Scale. British Journal of Psychiatry 1987;150:782-786. Versão brasileira: Santos IS et al., 2007.

