PASS
Seu resultado
0 / 93 pontos
Poucos sinais de ansiedade
As respostas não mostram o conjunto de sintomas da ansiedade perinatal no último mês.
- Como seria a ansiedade perinatal: preocupação com o bebê, o parto ou o futuro na maior parte dos dias, difícil de interromper, com sono ruim e o corpo em sobressalto.
- Preocupação comum: na gravidez e nos primeiros meses com o bebê, é esperado se preocupar de vez em quando com a saúde dele e com dar conta, e a preocupação passa.
- Medos pontuais: ter medo do parto, de agulhas ou de um exame, sem evitar consultas por isso, também é comum.
- Sono: dormir pouco porque o bebê acorda é diferente de não conseguir dormir quando há chance de dormir, que é o que a ansiedade provoca.
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Sinais de ansiedade leve a moderada
As respostas mostram sintomas de ansiedade presentes em boa parte do último mês: preocupação, medos e tensão que voltam com frequência.
- Preocupação: o bebê, a gravidez ou o futuro preocupam em muitos dias, e é difícil deixar o assunto de lado.
- Pensamentos repetitivos: as mesmas ideias voltam, com conferir as coisas ou refazer tarefas mais vezes do que gostaria.
- Corpo em alerta: sustos fáceis, agitação e a sensação de precisar estar atenta o tempo todo.
- Sono: há noites em que o sono não vem mesmo havendo chance de dormir.
- Convívio: o medo de ser julgada ou de passar vergonha leva a evitar alguns encontros e lugares cheios.
O teste de depressão pós-parto (EPDS) deste site ajuda a completar o quadro.
0 / 93 pontos
Sinais de ansiedade grave
As respostas mostram sintomas de ansiedade intensos e presentes quase o tempo todo no último mês: preocupação, medo, pensamentos repetitivos e pânico.
- Preocupação constante: o medo de que algo ruim aconteça com o bebê ou consigo mesma ocupa a maior parte do dia.
- Pensamentos repetitivos: as mesmas ideias voltam sem parar, com conferir ou refazer as coisas muitas vezes para se acalmar.
- Pânico: ondas súbitas de medo ou mal-estar intenso, com pensamentos acelerados e medo de perder o controle.
- Corpo em alerta: viver em guarda, com sustos fáceis e quase nenhum relaxamento.
- Sono: não conseguir dormir mesmo havendo chance, e o cansaço aumenta a ansiedade no dia seguinte.
- Peso no dia: a ansiedade atrapalha as tarefas, o cuidado consigo mesma e a adaptação às mudanças da gravidez ou da chegada do bebê.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Mulheres com 18 anos ou mais, grávidas ou com bebê de até um ano, que notam preocupação, medos ou tensão frequentes.
- Quem tem dúvida se a preocupação com o bebê, o parto ou o futuro passou do que é comum nessa fase.
- Quem quer levar à consulta um retrato organizado da ansiedade no último mês.
Quando não usar
- Fora da gravidez e do primeiro ano após o parto: a escala foi estudada só nesse período.
- Para rastrear depressão na gravidez ou no pós-parto: a depressão tem um teste próprio neste site.
- Para decidir sem o médico sobre começar, mudar ou parar um remédio na gravidez ou na amamentação.
Limites do teste
- Mede só o último mês: uma fase de ansiedade mais antiga não aparece.
- O texto em português é uma tradução do consultório, sem estudo de validação, e o ponto de corte e as faixas vêm de mulheres australianas.
- Depende de como cada mulher percebe e descreve a própria ansiedade: o resultado pode ficar acima ou abaixo do que uma avaliação encontra.
Dúvidas sobre o PASS
Perguntas frequentes sobre a PASS
A PASS diagnostica um transtorno de ansiedade?
Não. Ela rastreia sintomas de ansiedade no último mês. Vinte e seis pontos ou mais indicam risco maior e pedem uma avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Não. As perguntas são uma tradução do consultório a partir do formulário original em inglês. Existe um estudo brasileiro com uma versão de 29 itens (Barros e colaboradores, 2021), mas o texto dos itens não foi publicado e ele não definiu ponto de corte. O corte e as faixas desta página são os do instrumento original.
Qual é a diferença entre a PASS e a EPDS?
A Escala de Edimburgo (EPDS) rastreia depressão e pergunta sobre os últimos sete dias. A PASS rastreia ansiedade e pergunta sobre o último mês. As duas valem para a gravidez e para o pós-parto e podem ser respondidas juntas.
Em que período posso responder?
A escala foi estudada em mulheres grávidas ou com até um ano de pós-parto, com 18 anos ou mais.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A PASS rastreia ansiedade na gravidez e no primeiro ano após o parto: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Vinte e seis pontos ou mais indicam risco maior de um transtorno de ansiedade. O diagnóstico depende da consulta.
O último mês
As perguntas olham para as últimas quatro semanas e valem para a gravidez e para o primeiro ano após o parto.
Ansiedade, não depressão
A PASS mede preocupação, medos, perfeccionismo, ansiedade social e pânico. A depressão é rastreada pela Escala de Edimburgo (EPDS).
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 20 pontos
Poucos sinais de ansiedade
As respostas não mostram o conjunto de sintomas da ansiedade perinatal no último mês.
- Como seria a ansiedade perinatal: preocupação com o bebê, o parto ou o futuro na maior parte dos dias, difícil de interromper, com sono ruim e o corpo em sobressalto.
- Preocupação comum: na gravidez e nos primeiros meses com o bebê, é esperado se preocupar de vez em quando com a saúde dele e com dar conta, e a preocupação passa.
- Medos pontuais: ter medo do parto, de agulhas ou de um exame, sem evitar consultas por isso, também é comum.
- Sono: dormir pouco porque o bebê acorda é diferente de não conseguir dormir quando há chance de dormir, que é o que a ansiedade provoca.
21 a 41 pontos
Sinais de ansiedade leve a moderada
As respostas mostram sintomas de ansiedade presentes em boa parte do último mês: preocupação, medos e tensão que voltam com frequência.
- Preocupação: o bebê, a gravidez ou o futuro preocupam em muitos dias, e é difícil deixar o assunto de lado.
- Pensamentos repetitivos: as mesmas ideias voltam, com conferir as coisas ou refazer tarefas mais vezes do que gostaria.
- Corpo em alerta: sustos fáceis, agitação e a sensação de precisar estar atenta o tempo todo.
- Sono: há noites em que o sono não vem mesmo havendo chance de dormir.
- Convívio: o medo de ser julgada ou de passar vergonha leva a evitar alguns encontros e lugares cheios.
42 a 93 pontos
Sinais de ansiedade grave
As respostas mostram sintomas de ansiedade intensos e presentes quase o tempo todo no último mês: preocupação, medo, pensamentos repetitivos e pânico.
- Preocupação constante: o medo de que algo ruim aconteça com o bebê ou consigo mesma ocupa a maior parte do dia.
- Pensamentos repetitivos: as mesmas ideias voltam sem parar, com conferir ou refazer as coisas muitas vezes para se acalmar.
- Pânico: ondas súbitas de medo ou mal-estar intenso, com pensamentos acelerados e medo de perder o controle.
- Corpo em alerta: viver em guarda, com sustos fáceis e quase nenhum relaxamento.
- Sono: não conseguir dormir mesmo havendo chance, e o cansaço aumenta a ansiedade no dia seguinte.
- Peso no dia: a ansiedade atrapalha as tarefas, o cuidado consigo mesma e a adaptação às mudanças da gravidez ou da chegada do bebê.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 0 a 3 pontos: “Nunca” vale 0, “Às vezes” vale 1, “Com frequência” vale 2 e “Quase sempre” vale 3.
- Some as 31 respostas: o total vai de 0 a 93. De 0 a 20, ansiedade mínima; de 21 a 41, leve a moderada; de 42 a 93, grave. O ponto de corte da escala para indicar uma avaliação é 26 ou mais.
Nunca = 0 · Às vezes = 1 · Com frequência = 2 · Quase sempre = 3
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 20 | Poucos sinais de ansiedade | As respostas não mostram o conjunto de sintomas da ansiedade perinatal no último mês. |
| 21 a 41 | Sinais de ansiedade leve a moderada | As respostas mostram sintomas de ansiedade presentes em boa parte do último mês: preocupação, medos e tensão que voltam com frequência. |
| 42 a 93 | Sinais de ansiedade grave | As respostas mostram sintomas de ansiedade intensos e presentes quase o tempo todo no último mês: preocupação, medo, pensamentos repetitivos e pânico. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Somerville S, Dedman K, Hagan R, Oxnam E, Wettinger M, Byrne S, et al.. The Perinatal Anxiety Screening Scale: development and preliminary validation. Arch Womens Ment Health. 2014;17(5):443-54. doi.org/10.1007/s00737-014-0425-8
Instrumento original
Somerville S, Byrne SL, Dedman K, Hagan R, Coo S, Oxnam E, et al.. Detecting the severity of perinatal anxiety with the Perinatal Anxiety Screening Scale (PASS). J Affect Disord. 2015;186:18-25. doi.org/10.1016/j.jad.2015.07.012
Validação brasileira
Barros M, Aguiar M, Macedo A, Pereira AT. Validity and reliability of the perinatal anxiety screening scale in a brazilian sample of pregnant women. Eur Psychiatry. 2021;64(S1):S606. doi.org/10.1192/j.eurpsy.2021.1617
O estudo brasileiro (350 gestantes no segundo trimestre, resumo de congresso) chegou a uma versão de 29 itens e quatro fatores, com alfa de Cronbach de 0,937, e não definiu ponto de corte; o texto dos itens não foi publicado. As 31 perguntas desta página são uma tradução do consultório a partir do formulário original em inglês; a tradução não foi validada. O corte de 26 pontos e as faixas (0 a 20, 21 a 41, 42 a 93) são os do instrumento original, estudados em mulheres australianas.
Aviso de direitos
Fonte: Somerville S, Dedman K, Hagan R, Oxnam E, Wettinger M, Byrne S, Coo S, Doherty D, Page AC. The Perinatal Anxiety Screening Scale: development and preliminary validation. Archives of Women’s Mental Health 2014. DOI: 10.1007/s00737-014-0425-8. © Department of Health, State of Western Australia (2013). Tradução para o português feita pelo consultório, não validada.

