IQCODE
Seu resultado
0 / 5 pontos
Sem sinais de declínio da memória e do raciocínio
As respostas mostram que ele ou ela está, na memória e no raciocínio, perto de como estava há dez anos.
- Memória recente: ele ou ela lembra do que aconteceu nos últimos dias e das conversas recentes quase como antes.
- Orientação: sabe o dia e o mês, o próprio endereço e onde as coisas ficam guardadas.
- Dia a dia: continua a decidir e a lidar com dinheiro, contas e aparelhos da casa sem mais ajuda do que precisava antes.
- Esquecimento comum da idade: demorar para lembrar um nome ou onde deixou os óculos, e lembrar depois, acontece com a maioria das pessoas mais velhas.
- Declínio cognitivo: é a piora em várias dessas áreas ao mesmo tempo, a ponto de a pessoa precisar de ajuda no que antes fazia sozinha.
- O que observar: repetir a mesma pergunta, perder-se em lugares conhecidos ou errar contas e pagamentos são mudanças que fogem do esquecimento comum.
0 / 5 pontos
Sinais de declínio da memória e do raciocínio
As respostas mostram que ele ou ela piorou na memória e no raciocínio em comparação com dez anos atrás, mais do que se espera só pela idade.
- Memória recente: ele ou ela esquece o que aconteceu há pouco, como uma visita, um recado ou uma conversa de dias atrás.
- Orientação: confunde o dia e o mês, ou tem dificuldade para lembrar o próprio endereço e telefone.
- Objetos: não encontra o que guardou e perde coisas pela casa, mesmo as que ficam sempre no mesmo lugar.
- Aprender: tem dificuldade com um aparelho novo e, às vezes, com os aparelhos de sempre, como o fogão ou o telefone.
- Acompanhar: perde o fio de uma novela, de um livro ou de uma conversa mais longa.
- Dinheiro e decisões: erra o troco, atrapalha-se com contas e banco e passou a precisar de ajuda para decidir coisas do dia a dia.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Familiares ou amigos que conhecem bem uma pessoa idosa há pelo menos dez anos e notam mudança na memória ou no raciocínio dela.
- Quem acompanha o dia a dia dessa pessoa e sabe como ela lida com dinheiro, aparelhos da casa, conversas e decisões.
- Quem quer levar à consulta dela um retrato do que mudou em dez anos, visto por quem convive.
Quando não usar
- Para a própria pessoa responder sobre si: quem perde memória muitas vezes não percebe a própria mudança.
- Quem conhece a pessoa há menos de dez anos ou não acompanha as atividades dela no dia a dia.
- Para concluir sem uma consulta que há demência ou Alzheimer: o diagnóstico depende de consulta, testes de memória e exames.
Limites do teste
- Mede a mudança em dez anos, não o desempenho de hoje: quem sempre teve a mesma dificuldade e continua igual aparece com pouca mudança.
- Não separa a demência de outras causas de piora da memória, como depressão, efeito de remédios, problemas de tireoide, falta de vitamina B12 e perda de audição.
- Depende do olhar de quem responde, e as 16 perguntas foram escolhidas pelo consultório na versão brasileira de 26, com o corte da forma curta original.
Dúvidas sobre o IQCODE
Perguntas frequentes sobre o IQCODE
O IQCODE diagnostica demência ou Alzheimer?
Não. Ele resume a mudança que um familiar observou em dez anos. Uma média de 3,38 ou mais indica que vale uma avaliação; o diagnóstico depende da consulta, de testes de memória e de exames.
Quem deve responder?
Um familiar ou amigo que conhece bem a pessoa há pelo menos dez anos e sabe como ela se sai nas atividades do dia a dia. As perguntas não foram feitas para a própria pessoa responder sobre si.
Esta versão em português é validada?
Em parte. As frases e as opções de resposta são as do IQCODE-BR, a adaptação brasileira de 26 itens de Sanchez e Lourenço (2009). Esta página usa 16 delas, as mesmas da forma curta original de Jorm (1994); essa seleção foi feita pelo consultório, porque o texto da forma curta estudada no Brasil não está publicado. A frase de instrução foi adaptada da instrução brasileira, que é um roteiro de entrevista.
Qual média indica declínio?
Na forma curta original, o ponto de corte fica entre 3,31 e 3,38. Nos estudos brasileiros com a versão de 26 itens, os melhores cortes foram 3,52 em um ambulatório e 3,26 na comunidade. O resultado aqui segue o corte original.
Por que comparar com dez anos atrás?
Porque o teste mede mudança, não desempenho. Quem sempre teve dificuldade com contas ou sempre esqueceu onde deixava as coisas, e continua igual, recebe “pouca mudança”. Isso torna o resultado menos dependente da escolaridade.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O IQCODE rastreia: ele mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Respondido por quem convive
Quem responde é um familiar ou amigo próximo, não a pessoa idosa. Quem perde memória muitas vezes não percebe a própria mudança.
Rastreio, não diagnóstico
Uma média alta indica que vale uma avaliação. O diagnóstico de demência depende de consulta, testes de memória e exames.
Outras causas dão o mesmo resultado
Depressão, efeito de remédios, problemas de tireoide, falta de vitamina B12 e perda de audição também pioram a memória. Por isso a avaliação importa.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
1 a 3.31 pontos
Sem sinais de declínio da memória e do raciocínio
As respostas mostram que ele ou ela está, na memória e no raciocínio, perto de como estava há dez anos.
- Memória recente: ele ou ela lembra do que aconteceu nos últimos dias e das conversas recentes quase como antes.
- Orientação: sabe o dia e o mês, o próprio endereço e onde as coisas ficam guardadas.
- Dia a dia: continua a decidir e a lidar com dinheiro, contas e aparelhos da casa sem mais ajuda do que precisava antes.
- Esquecimento comum da idade: demorar para lembrar um nome ou onde deixou os óculos, e lembrar depois, acontece com a maioria das pessoas mais velhas.
- Declínio cognitivo: é a piora em várias dessas áreas ao mesmo tempo, a ponto de a pessoa precisar de ajuda no que antes fazia sozinha.
- O que observar: repetir a mesma pergunta, perder-se em lugares conhecidos ou errar contas e pagamentos são mudanças que fogem do esquecimento comum.
3.32 a 5 pontos
Sinais de declínio da memória e do raciocínio
As respostas mostram que ele ou ela piorou na memória e no raciocínio em comparação com dez anos atrás, mais do que se espera só pela idade.
- Memória recente: ele ou ela esquece o que aconteceu há pouco, como uma visita, um recado ou uma conversa de dias atrás.
- Orientação: confunde o dia e o mês, ou tem dificuldade para lembrar o próprio endereço e telefone.
- Objetos: não encontra o que guardou e perde coisas pela casa, mesmo as que ficam sempre no mesmo lugar.
- Aprender: tem dificuldade com um aparelho novo e, às vezes, com os aparelhos de sempre, como o fogão ou o telefone.
- Acompanhar: perde o fio de uma novela, de um livro ou de uma conversa mais longa.
- Dinheiro e decisões: erra o troco, atrapalha-se com contas e banco e passou a precisar de ajuda para decidir coisas do dia a dia.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 1 (Muito melhor) a 5 (Muito pior); 3 é Pouca mudança.
- Some as dezesseis respostas e divida por 16: a média vai de 1 a 5.
- Média 3 quer dizer, no conjunto, pouca mudança em dez anos; 4, um pouco pior; 5, muito pior. Na forma curta original, o ponto de corte fica entre 3,31 e 3,38: médias de 3,38 ou mais indicam que vale uma avaliação.
Muito melhor = 1 · Um pouco melhor = 2 · Pouca mudança = 3 · Um pouco pior = 4 · Muito pior = 5
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 1 a 3.31 | Sem sinais de declínio da memória e do raciocínio | As respostas mostram que ele ou ela está, na memória e no raciocínio, perto de como estava há dez anos. |
| 3.32 a 5 | Sinais de declínio da memória e do raciocínio | As respostas mostram que ele ou ela piorou na memória e no raciocínio em comparação com dez anos atrás, mais do que se espera só pela idade. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Jorm AF. A short form of the Informant Questionnaire on Cognitive Decline in the Elderly (IQCODE): development and cross-validation. Psychol Med. 1994;24(1):145-53. doi.org/10.1017/S003329170002691X
Validação brasileira
Sanchez MAS, Lourenço RA. Informant Questionnaire on Cognitive Decline in the Elderly (IQCODE): adaptação transcultural para uso no Brasil. Cad Saude Publica. 2009;25(7):1455-65. doi.org/10.1590/S0102-311X2009000700003
A adaptação brasileira (IQCODE-BR, 26 itens, 169 informantes de um ambulatório no Rio de Janeiro) teve consistência interna de 0,94 e confiabilidade teste-reteste de 0,92; esse estudo não define ponto de corte. Com os 26 itens, os mesmos autores encontraram depois o melhor corte em 3,52 no ambulatório (2013; sensibilidade de 83,3% e especificidade de 80,7%) e em 3,26 em 417 idosos da comunidade (2014; 89% e 72%). Esta página usa 16 desses itens, os da forma curta de Jorm (1994), e o corte da forma curta original: entre 3,31 e 3,38.
Validação brasileira
Perroco TR, Damin AE, Frota NA, Silva MM, Rossi V, Nitrini R, et al.. Short IQCODE as a screening tool for MCI and dementia: preliminary results. Dement Neuropsychol. 2008;2(4):300-4. doi.org/10.1590/S1980-57642009DN20400012
Estudo preliminar em São Paulo com uma forma curta brasileira de 16 itens (49 pessoas: sem demência, com comprometimento cognitivo leve e com demência): os melhores cortes ficaram entre 4,0 e 4,1, mais altos que os da literatura, o que os autores atribuem à composição da amostra. O texto dessa forma curta não está impresso no artigo.

