GDS-15
Seu resultado
0 / 15 pontos
Sem sinais de depressão
As respostas não mostram o conjunto de sintomas da depressão na última semana.
- Como a depressão aparece: o humor cai na maior parte do tempo, as atividades de antes perdem o interesse e a vida parece vazia ou sem saída.
- Na última semana: o humor, o interesse pelas coisas e a energia se mantiveram perto do habitual.
- Dias ruins: aborrecer-se de vez em quando, preferir ficar em casa ou ter menos disposição do que anos atrás faz parte da vida e não forma um quadro de depressão.
- Memória: a sensação de que ela piorou tem outras causas além do humor.
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Sinais de depressão
As respostas mostram vários sintomas de depressão na última semana: menos ânimo, menos interesse pelas coisas e uma visão mais negativa da própria vida.
- Humor: boa parte do tempo sem se sentir bem ou feliz, com aborrecimento fácil.
- Interesse: atividades de que gostava ficaram para trás, e ficar em casa parece melhor do que sair ou fazer algo novo.
- Energia: falta disposição para a rotina, e tarefas simples cansam mais do que antes.
- Visão de si e da vida: aparece a sensação de vida vazia, de não ter utilidade ou de que os outros estão melhor.
- Memória e preocupação: a depressão atrapalha a atenção, e por isso é comum sentir a memória pior e temer que algo ruim aconteça.
- Na pessoa idosa: a depressão muitas vezes aparece assim, como desânimo, isolamento e queixas de memória, com pouca tristeza declarada.
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Sinais fortes de depressão
As respostas mostram a maior parte dos sintomas da depressão na última semana: humor baixo, pouca energia, perda de interesse e falta de esperança.
- Humor: sem se sentir bem nem feliz na maior parte do tempo, e com menos satisfação com a vida.
- Interesse: muitas atividades foram deixadas, as saídas de casa são poucas e o contato com a família e os amigos diminuiu.
- Energia: falta força para o básico do dia, como se arrumar, cozinhar ou resolver pequenas coisas.
- Falta de esperança: a situação parece sem saída, e é difícil imaginar que ela melhore.
- Visão de si: sensação de ser inútil ou um peso, e de que a maioria das pessoas está melhor.
- Pensamentos de morte: se eles aparecem, contar hoje a alguém de confiança e ligar para o CVV (188), que atende de graça a qualquer hora.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Pessoas de 60 anos ou mais com menos ânimo, menos interesse pelas coisas ou uma visão mais negativa da própria vida na última semana.
- Familiares que querem ajudar: podem ler as perguntas em voz alta e marcar o que a pessoa disser.
- Quem quer levar à consulta um retrato do ânimo e da satisfação com a vida nos últimos sete dias.
Quando não usar
- Pessoas com menos de 60 anos: adultos e adolescentes têm testes próprios neste site.
- Quando a memória está muito comprometida: as respostas ficam menos confiáveis, e o estudo brasileiro não incluiu esses casos.
- Para registrar a opinião do familiar: as respostas precisam ser as da própria pessoa.
Limites do teste
- Mede só a última semana: um resultado baixo não descarta episódios passados.
- Não pergunta sobre sono, apetite ou dores, e não separa a depressão de doenças físicas e remédios que mexem com o humor.
- Depende de como a pessoa percebe e descreve o próprio ânimo: o resultado pode ficar acima ou abaixo do que uma avaliação encontra.
Dúvidas sobre o GDS-15
Perguntas frequentes sobre a GDS-15
A GDS-15 diagnostica depressão?
Não. Ela rastreia sintomas de depressão na última semana. Uma pontuação acima de 5 indica que vale uma avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Para quem é o teste, e quem pode preencher?
Para pessoas de 60 anos ou mais. A própria pessoa pode responder, ou um familiar pode ler as perguntas em voz alta e marcar o que ela disser, como foi feito no estudo brasileiro. As respostas precisam ser as dela, não a opinião de quem lê.
Esta versão em português é validada?
Sim. As quinze perguntas são as da versão brasileira publicada por Almeida e Almeida em 1999, estudada em pacientes de 60 anos ou mais em São Paulo e depois em um ambulatório geral no Rio de Janeiro. A frase de instrução acima das perguntas é tradução desta página a partir do formulário original em inglês: o artigo brasileiro não a imprime.
Qual pontuação indica depressão?
Os autores da escala indicam que mais de 5 pontos sugere depressão e que mais de 10 quase sempre corresponde a depressão. Os estudos brasileiros chegaram ao mesmo ponto de corte: 6 pontos ou mais.
E se a pessoa tem problemas de memória?
Com esquecimento leve, o teste pode ser respondido normalmente. Quando a memória está muito comprometida, as respostas ficam menos confiáveis: o estudo brasileiro não incluiu pessoas com comprometimento cognitivo grave. Nesse caso, a avaliação em consulta é o caminho.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A GDS-15 rastreia: ela mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Uma pontuação acima de 5 indica que vale uma avaliação. O diagnóstico de depressão depende da consulta, da história e do exame clínico.
Vale para a última semana
As perguntas olham para os últimos sete dias. Um resultado baixo hoje não descarta episódios passados, nem futuros.
Só o humor entra na conta
As quinze perguntas não tratam de sono, apetite ou dores. Doenças físicas e medicamentos que mexem com o humor são vistos na consulta.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 5 pontos
Sem sinais de depressão
As respostas não mostram o conjunto de sintomas da depressão na última semana.
- Como a depressão aparece: o humor cai na maior parte do tempo, as atividades de antes perdem o interesse e a vida parece vazia ou sem saída.
- Na última semana: o humor, o interesse pelas coisas e a energia se mantiveram perto do habitual.
- Dias ruins: aborrecer-se de vez em quando, preferir ficar em casa ou ter menos disposição do que anos atrás faz parte da vida e não forma um quadro de depressão.
- Memória: a sensação de que ela piorou tem outras causas além do humor.
6 a 10 pontos
Sinais de depressão
As respostas mostram vários sintomas de depressão na última semana: menos ânimo, menos interesse pelas coisas e uma visão mais negativa da própria vida.
- Humor: boa parte do tempo sem se sentir bem ou feliz, com aborrecimento fácil.
- Interesse: atividades de que gostava ficaram para trás, e ficar em casa parece melhor do que sair ou fazer algo novo.
- Energia: falta disposição para a rotina, e tarefas simples cansam mais do que antes.
- Visão de si e da vida: aparece a sensação de vida vazia, de não ter utilidade ou de que os outros estão melhor.
- Memória e preocupação: a depressão atrapalha a atenção, e por isso é comum sentir a memória pior e temer que algo ruim aconteça.
- Na pessoa idosa: a depressão muitas vezes aparece assim, como desânimo, isolamento e queixas de memória, com pouca tristeza declarada.
11 a 15 pontos
Sinais fortes de depressão
As respostas mostram a maior parte dos sintomas da depressão na última semana: humor baixo, pouca energia, perda de interesse e falta de esperança.
- Humor: sem se sentir bem nem feliz na maior parte do tempo, e com menos satisfação com a vida.
- Interesse: muitas atividades foram deixadas, as saídas de casa são poucas e o contato com a família e os amigos diminuiu.
- Energia: falta força para o básico do dia, como se arrumar, cozinhar ou resolver pequenas coisas.
- Falta de esperança: a situação parece sem saída, e é difícil imaginar que ela melhore.
- Visão de si: sensação de ser inútil ou um peso, e de que a maioria das pessoas está melhor.
- Pensamentos de morte: se eles aparecem, contar hoje a alguém de confiança e ligar para o CVV (188), que atende de graça a qualquer hora.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Nas perguntas 1, 5, 7, 11 e 13, a resposta “Não” vale 1 ponto e “Sim” vale 0.
- Nas outras dez perguntas, a resposta “Sim” vale 1 ponto e “Não” vale 0.
- Some os pontos das quinze perguntas: o total vai de 0 a 15.
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 5 | Sem sinais de depressão | As respostas não mostram o conjunto de sintomas da depressão na última semana. |
| 6 a 10 | Sinais de depressão | As respostas mostram vários sintomas de depressão na última semana: menos ânimo, menos interesse pelas coisas e uma visão mais negativa da própria vida. |
| 11 a 15 | Sinais fortes de depressão | As respostas mostram a maior parte dos sintomas da depressão na última semana: humor baixo, pouca energia, perda de interesse e falta de esperança. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Sheikh JI, Yesavage JA. Geriatric Depression Scale (GDS): recent evidence and development of a shorter version. Clin Gerontol. 1986;5(1-2):165-73. doi.org/10.1300/J018v05n01_09
Validação brasileira
Almeida OP, Almeida SA. Confiabilidade da versão brasileira da Escala de Depressão em Geriatria (GDS) versão reduzida. Arq Neuropsiquiatr. 1999;57(2B):421-6. doi.org/10.1590/S0004-282X1999000300013
É o artigo que imprime o texto brasileiro usado aqui. Em 51 pacientes de 60 anos ou mais de um ambulatório de psiquiatria em São Paulo, a pontuação total se manteve estável entre duas aplicações com 48 a 72 horas de intervalo (correlação de 0,86; kappa ponderado de 0,64), embora as respostas a cada pergunta isolada tenham variado. O artigo não calcula ponto de corte: cita o 5/6 do estudo de validade dos mesmos autores.
Validação brasileira
Almeida OP, Almeida SA. Short versions of the geriatric depression scale: a study of their validity for the diagnosis of a major depressive episode according to ICD-10 and DSM-IV. Int J Geriatr Psychiatry. 1999;14(10):858-65. doi.org/10.1002/(SICI)1099-1166(199910)14:10<858::AID-GPS35>3.0.CO;2-8
No estudo de validade da versão brasileira (64 pacientes de 60 anos ou mais do mesmo ambulatório, todos com transtorno depressivo atual ou em remissão), o ponto de corte 5/6 (6 pontos ou mais) teve sensibilidade de 85,4% e especificidade de 73,9% para episódio depressivo maior pela CID-10, e de 90,9% e 64,5% pelo DSM-IV. A consistência interna (alfa de Cronbach) foi de 0,81.
Validação brasileira
Paradela EMP, Lourenço RA, Veras RP. Validação da escala de depressão geriátrica em um ambulatório geral. Rev Saude Publica. 2005;39(6):918-23. doi.org/10.1590/S0034-89102005000600008
Em 302 pessoas de 65 anos ou mais de um ambulatório geral, o melhor equilíbrio também foi no ponto de corte 5/6: sensibilidade de 81% e especificidade de 71% para depressão maior ou distimia (DSM-IV), com área sob a curva ROC de 0,85.

