Lawton
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Total: 0 / 27 pontos
Independência nas atividades do dia a dia
As respostas mostram quanto a pessoa faz sem ajuda nas tarefas que permitem morar e viver por conta própria: quanto mais alto o número, maior a independência.
- Número no máximo: a pessoa faz tudo sem ajuda, do telefone e do transporte às compras, à casa, aos remédios e às finanças.
- Número no meio: faz parte das tarefas sozinha e precisa de alguém para as outras, como ir a lugares distantes, fazer compras ou cuidar das contas.
- Número perto do mínimo: depende de outra pessoa para quase tudo o que mantém uma casa funcionando.
- Remédios e finanças: errar doses e horários ou atrapalhar-se com as contas são as perdas que mais pedem alguém por perto.
- Costume ou perda: nunca ter cozinhado ou feito reparos é costume, e deixar de fazer o que fazia é a mudança que importa.
- De onde vem: a ajuda pode ser necessária por memória, humor, visão, dor ou dificuldade para andar, e a mesma tarefa pode falhar por motivos diferentes.
O teste de memória para familiares (IQCODE) e o teste de depressão em idosos (GDS-15) deste site ajudam a ver se a mudança vem da memória ou do humor.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Familiares e cuidadores que acompanham a rotina de uma pessoa idosa e respondem por ela ou junto com ela.
- Quem notou que a pessoa idosa deixou de fazer sozinha tarefas como compras, remédios ou finanças.
- Quem quer repetir o questionário depois de alguns meses e comparar o total com o anterior.
Quando não usar
- Para descobrir o motivo da perda de independência: isso depende de consulta e, às vezes, de exames.
- Para classificar a pessoa como dependente ou independente: o formulário não tem faixas nem ponto de corte.
Limites do teste
- Mostra em que a pessoa precisa de ajuda, e não a causa, que pode ser a memória, o humor, a visão, a dor ou a dificuldade para andar.
- Depende do olhar de quem responde: o total pode mostrar mais ou menos independência do que a pessoa tem.
- O formulário é o do Ministério da Saúde, que não apresenta estudo de validação nem define um total considerado normal.
Dúvidas sobre o Lawton
Perguntas frequentes sobre a Escala de Lawton
A Escala de Lawton diagnostica demência ou outra doença?
Não. Ela descreve o que a pessoa faz sem ajuda, com ajuda parcial ou não consegue fazer. O motivo da dificuldade depende de consulta e, às vezes, de exames.
Quem deve responder?
No formulário, as perguntas são feitas à própria pessoa idosa. Um familiar ou cuidador que acompanha a rotina dela pode responder aqui, sozinho ou junto com ela. Quando há perda de memória, a resposta de quem convive costuma ser mais próxima do que acontece.
Esta versão em português é validada?
É o formulário impresso pelo Ministério da Saúde no Caderno de Atenção Básica nº 19 (2006), com nove atividades pontuadas de 1 a 3; o caderno informa que a versão foi publicada por Freitas e Miranda e não traz estudo de validação. A escala original de Lawton e Brody (1969) tem oito atividades e outra contagem. Existe outra versão brasileira, de sete atividades, com confiabilidade estudada (Santos e Virtuoso Júnior, 2008); o texto dela é diferente e não é o usado aqui. A frase de instrução desta página foi escrita pelo consultório.
Qual total é considerado normal?
O formulário não define. O total vai de 9 a 27, e 27 quer dizer que a pessoa faz as nove atividades sem ajuda. O caderno do Ministério da Saúde usa o número para acompanhar a pessoa ao longo do tempo.
E se a pessoa nunca fez essa atividade?
O caderno do Ministério da Saúde observa que as perguntas 4 a 7 (refeições, arrumar a casa, pequenos reparos, lavar e passar roupa) podem variar conforme o sexo e ser adaptadas para atividades como subir escadas ou cuidar do jardim. Nesta página as perguntas ficam como estão impressas: responda pelo que a pessoa conseguiria fazer hoje.
Que outros testes do site completam este?
O teste de memória para familiares (IQCODE) compara a memória e o raciocínio da pessoa com dez anos atrás, respondido por quem convive. O teste de depressão em idosos (GDS-15) é respondido pela própria pessoa. O teste de autonomia do idoso (Pfeffer) faz perguntas parecidas a quem convive e tem ponto de corte.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A Escala de Lawton descreve: ela mostra em que a pessoa precisa de ajuda, não por quê.
Sobre a pessoa idosa
As perguntas são feitas à pessoa idosa. Aqui, quem convive com ela pode responder, sozinho ou junto com ela.
Um número para acompanhar
A escala não tem ponto de corte. O total vale para comparar com o de alguns meses depois: uma queda mostra perda de independência.
Várias causas
Perda de memória, depressão, problemas de visão ou de audição, dor e dificuldade para andar tiram independência. A escala não separa essas causas.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
Independência nas atividades do dia a dia
As respostas mostram quanto a pessoa faz sem ajuda nas tarefas que permitem morar e viver por conta própria: quanto mais alto o número, maior a independência.
- Número no máximo: a pessoa faz tudo sem ajuda, do telefone e do transporte às compras, à casa, aos remédios e às finanças.
- Número no meio: faz parte das tarefas sozinha e precisa de alguém para as outras, como ir a lugares distantes, fazer compras ou cuidar das contas.
- Número perto do mínimo: depende de outra pessoa para quase tudo o que mantém uma casa funcionando.
- Remédios e finanças: errar doses e horários ou atrapalhar-se com as contas são as perdas que mais pedem alguém por perto.
- Costume ou perda: nunca ter cozinhado ou feito reparos é costume, e deixar de fazer o que fazia é a mudança que importa.
- De onde vem: a ajuda pode ser necessária por memória, humor, visão, dor ou dificuldade para andar, e a mesma tarefa pode falhar por motivos diferentes.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale 3 (Sem ajuda), 2 (Com ajuda parcial) ou 1 (Não consegue).
- Some as nove respostas: o total vai de 9 a 27, e quanto mais alto, maior a independência.
- O formulário do Ministério da Saúde não define faixas nem ponto de corte: o total serve para acompanhar a pessoa ao longo do tempo, comparando um resultado com o anterior.
Sem ajuda = 3 · Com ajuda parcial = 2 · Não consegue = 1
As respostas mostram quanto a pessoa faz sem ajuda nas tarefas que permitem morar e viver por conta própria: quanto mais alto o número, maior a independência.
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Lawton MP, Brody EM. Assessment of older people: self-maintaining and instrumental activities of daily living. Gerontologist. 1969;9(3 Part 1):179-86. doi.org/10.1093/geront/9.3_Part_1.179
Validação brasileira
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Anexo 7: Avaliação das atividades instrumentais de vida diária (AIVD), Escala de Lawton. Cadernos de Atenção Básica, n. 19. Brasília: Ministério da Saúde. 2006. bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/evelhecimento_saude_pessoa_idosa.pdf
É a fonte do texto e da contagem desta página: nove atividades, cada uma de 1 a 3, com total máximo de 27. O caderno informa que a versão foi publicada por Freitas e Miranda, não define faixas nem ponto de corte e diz que o total serve para o acompanhamento da pessoa idosa, pela comparação ao longo do tempo. O caderno não apresenta estudo de validação.
Validação brasileira
Santos RL, Virtuoso Júnior JS. Confiabilidade da versão brasileira da Escala de Atividades Instrumentais da Vida Diária. Rev Bras Promoç Saude. 2008;21(4):290-6. doi.org/10.5020/18061230.2008.p290
Outra versão brasileira, com sete atividades e total de 7 a 21, estudada em 16 mulheres de 60 a 89 anos na Bahia: confiabilidade de 0,89 entre duas aplicações e de 0,80 entre avaliadores. O quadro do artigo classifica 21 pontos como independência, mais de 5 e menos de 21 como dependência parcial e 5 ou menos como dependência total. Essa classificação vale para aquele formulário de sete itens e não é usada nesta página.

