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Seu resultado
Satisfação por compaixão: 0 / 50 pontos
Pouca satisfação em ajudar
As respostas mostram que o trabalho de ajudar outras pessoas deu pouca satisfação nos últimos 30 dias.
- Satisfação por compaixão: o prazer de ajudar bem, de ver que o trabalho faz diferença para quem é atendido.
- Sentido: dúvida de que o trabalho faça diferença para as pessoas atendidas.
- Depois do atendimento: sair dos atendimentos sem ânimo e sem a sensação de ter sido útil.
- Escolha do trabalho: já não há certeza de que escolheria de novo o que faz.
Satisfação moderada em ajudar
As respostas mostram que ajudar outras pessoas deu satisfação em parte dos últimos 30 dias.
- Prazer em ajudar: há atendimentos que deixam satisfação e ânimo, e outros que só cansam.
- Sentido: a crença de que o trabalho faz diferença, sem sentir isso todos os dias.
- Competência: sentir-se capaz no que faz, com momentos de dúvida sobre o próprio desempenho.
- Proteção: a satisfação em ajudar protege contra o desgaste, e varia com o que acontece na rotina.
Muita satisfação em ajudar
As respostas mostram que ajudar outras pessoas é uma fonte forte de satisfação.
- Prazer em ajudar: sair dos atendimentos animado e satisfeito por ter sido útil.
- Sentido: a crença de que o trabalho faz diferença e orgulho do que se consegue fazer.
- Escolha do trabalho: felicidade por ter escolhido o que faz.
- Proteção: essa satisfação protege contra o desgaste, e não impede o cansaço quando a carga de trabalho é alta demais.
Burnout: 0 / 50 pontos
Sem sinais de burnout
As respostas não mostram exaustão nem sobrecarga ligadas ao trabalho nos últimos 30 dias.
- Burnout: a exaustão ligada ao trabalho, com a sensação de que o esforço não muda nada e de estar preso ao que faz.
- Cansaço comum: um plantão ou uma semana pesada cansam, e o descanso recupera.
- Eficácia: a sensação de conseguir fazer bem o trabalho.
Sinais moderados de burnout
As respostas mostram cansaço e alguma sobrecarga ligados ao trabalho em parte dos últimos 30 dias.
- Cansaço: em vários dias o trabalho termina em exaustão, e o descanso ainda recupera.
- Sobrecarga: a quantidade de trabalho ou de pessoas para atender pesa em alguns períodos.
- Sistema: regras, burocracia e falta de recursos atrapalham o atendimento e desgastam.
- O que observar: o cansaço que deixa de ceder com as folgas e as férias mostra que o quadro está avançando.
Sinais fortes de burnout
As respostas mostram exaustão, sobrecarga e a sensação de estar preso ao trabalho na maior parte dos últimos 30 dias.
- Exaustão: sentir-se esgotado por causa do trabalho, e as folgas não recuperam.
- Sobrecarga: a quantidade de trabalho e de pessoas para atender sufoca.
- Preso ao trabalho: sentir-se aprisionado pela função de cuidar e pelo sistema em que atua.
- Fora do trabalho: há pouca alegria e pouca ligação com as outras pessoas, também em casa.
- Burnout e depressão: a exaustão mantida por meses se parece com a depressão e aumenta o risco dela.
Estresse traumático secundário: 0 / 50 pontos
Sem sinais de estresse traumático secundário
As respostas não mostram sintomas ligados aos traumas das pessoas atendidas.
- Estresse traumático secundário: reagir ao trauma de quem é atendido com medo, imagens que voltam, sono ruim e vontade de evitar o que lembra o caso.
- Preocupação comum: pensar em um caso difícil no caminho de casa passa em horas ou dias e não muda o sono.
- Separação: conseguir deixar o trabalho no trabalho na maior parte dos dias.
Sinais moderados de estresse traumático secundário
As respostas mostram que as histórias das pessoas atendidas seguiram fora do trabalho em parte dos últimos 30 dias.
- Casos que ficam: em casa, pensar nas pessoas atendidas mais do que gostaria.
- Tensão: por causa do trabalho, tensão e sustos mais fáceis em alguns dias.
- Vida pessoal: separar a vida pessoal da profissional ficou mais difícil.
- O que observar: pesadelos e imagens que voltam, ou evitar lugares e situações por causa de um caso, mostram que o quadro está avançando.
Sinais fortes de estresse traumático secundário
As respostas mostram sintomas parecidos com os do estresse pós-traumático, ligados aos traumas das pessoas atendidas.
- Reviver: pensamentos invasivos e assustadores sobre o que viu ou ouviu no trabalho, como se o trauma fosse próprio.
- Evitar: fugir de atividades e situações que lembram as experiências das pessoas atendidas.
- Estar em guarda: o corpo fica tenso, e sons inesperados assustam.
- Sono: perder o sono por causa do que aconteceu com alguém atendido.
- Vida pessoal: o trabalho invade a casa, e não dá para se desligar dos casos.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem ajuda outras pessoas no trabalho, pago ou voluntário: saúde, educação, assistência social, emergência, segurança pública, direito.
- Quem convive com o sofrimento ou o trauma das pessoas que atende e nota exaustão, sono ruim ou imagens que voltam fora do trabalho.
- Quem quer levar à consulta um retrato dos últimos 30 dias: a satisfação em ajudar, o esgotamento e o peso do trauma dos outros.
Quando não usar
- Quem cuida de um familiar: os autores não recomendam o questionário nesse caso, e há um teste próprio neste site.
- Para concluir que há uma doença: fadiga por compaixão e burnout não são diagnósticos médicos.
Limites do teste
- Mede só os últimos 30 dias e depende de como cada pessoa percebe o que sente no trabalho e por causa dele.
- As faixas baixa, moderada e alta são as do manual da autora, não foram testadas no Brasil, e a faixa moderada é larga.
- Um resultado alto pode acompanhar depressão ou estresse pós-traumático, que o questionário não separa e que são avaliados em consulta.
Dúvidas sobre o ProQOL
Perguntas frequentes sobre o ProQOL
O ProQOL diagnostica fadiga por compaixão ou burnout?
Não. Fadiga por compaixão e burnout não são diagnósticos médicos, e a autora do ProQOL afirma que ele não serve para diagnosticar. Ele indica o que merece atenção: um resultado alto em burnout ou em estresse traumático secundário, sobretudo com pouca satisfação, pode acompanhar depressão ou estresse pós-traumático, que são avaliados em consulta.
Para quem é este teste?
Para quem ajuda outras pessoas no trabalho, pago ou voluntário: saúde, educação, assistência social, emergência, segurança pública, direito. O texto brasileiro foi escrito para profissionais de saúde; onde ele diz “pacientes” ou “atender”, leia as pessoas que você ajuda. Os autores não recomendam o ProQOL para quem cuida de um familiar.
Esta versão em português é validada?
Em parte. Vinte e oito das trinta afirmações são as do ProQol-BR, a versão brasileira distribuída pelo site oficial do ProQOL e estudada por Lago e Codo (2013) com profissionais do SAMU. As afirmações 28 e 29 foram excluídas naquele estudo; aqui elas aparecem na tradução dos mesmos autores, para que cada resultado some os dez itens do instrumento original. A versão brasileira traduziu a versão IV do ProQOL, e as faixas são as do manual da versão 5, não testadas no Brasil.
O que é fadiga por compaixão?
É o desgaste de quem trabalha em contato com o sofrimento de outras pessoas. No ProQOL ela tem duas partes: burnout (exaustão, sobrecarga, sensação de que o esforço não muda nada) e estresse traumático secundário (medo, imagens que voltam e sono ruim por causa do trauma de quem se atende).
Respondi “Raramente” a quase tudo e o burnout saiu moderado. Por quê?
Cinco afirmações do burnout são positivas (sentir-se feliz, ligado aos outros, ter crenças que sustentam) e contam ao contrário: responder “Raramente” a elas soma pontos. Quem marca “Raramente” em todas as trinta afirmações fica com 30 pontos em burnout, dentro da faixa moderada.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O ProQOL mede o lado bom e o lado difícil de ajudar outras pessoas no trabalho e não define um diagnóstico.
Três resultados, não um
Satisfação por compaixão (o prazer de ajudar), burnout (a exaustão do trabalho) e estresse traumático secundário (o efeito do trauma dos outros). Não existe pontuação total.
Fadiga por compaixão
É o nome dado ao lado difícil: burnout e estresse traumático secundário juntos. Os dois altos, com pouca satisfação, formam a combinação que mais preocupa.
Faixas largas
As faixas separam o quarto mais baixo e o quarto mais alto das pessoas avaliadas pela autora. A faixa moderada é larga, e a autora prefere ler o número a ler a faixa.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
Satisfação por compaixão (10 a 50 pontos)
10 a 22 pontos
Pouca satisfação em ajudar
As respostas mostram que o trabalho de ajudar outras pessoas deu pouca satisfação nos últimos 30 dias.
- Satisfação por compaixão: o prazer de ajudar bem, de ver que o trabalho faz diferença para quem é atendido.
- Sentido: dúvida de que o trabalho faça diferença para as pessoas atendidas.
- Depois do atendimento: sair dos atendimentos sem ânimo e sem a sensação de ter sido útil.
- Escolha do trabalho: já não há certeza de que escolheria de novo o que faz.
23 a 41 pontos
Satisfação moderada em ajudar
As respostas mostram que ajudar outras pessoas deu satisfação em parte dos últimos 30 dias.
- Prazer em ajudar: há atendimentos que deixam satisfação e ânimo, e outros que só cansam.
- Sentido: a crença de que o trabalho faz diferença, sem sentir isso todos os dias.
- Competência: sentir-se capaz no que faz, com momentos de dúvida sobre o próprio desempenho.
- Proteção: a satisfação em ajudar protege contra o desgaste, e varia com o que acontece na rotina.
42 a 50 pontos
Muita satisfação em ajudar
As respostas mostram que ajudar outras pessoas é uma fonte forte de satisfação.
- Prazer em ajudar: sair dos atendimentos animado e satisfeito por ter sido útil.
- Sentido: a crença de que o trabalho faz diferença e orgulho do que se consegue fazer.
- Escolha do trabalho: felicidade por ter escolhido o que faz.
- Proteção: essa satisfação protege contra o desgaste, e não impede o cansaço quando a carga de trabalho é alta demais.
Burnout (10 a 50 pontos)
10 a 22 pontos
Sem sinais de burnout
As respostas não mostram exaustão nem sobrecarga ligadas ao trabalho nos últimos 30 dias.
- Burnout: a exaustão ligada ao trabalho, com a sensação de que o esforço não muda nada e de estar preso ao que faz.
- Cansaço comum: um plantão ou uma semana pesada cansam, e o descanso recupera.
- Eficácia: a sensação de conseguir fazer bem o trabalho.
23 a 41 pontos
Sinais moderados de burnout
As respostas mostram cansaço e alguma sobrecarga ligados ao trabalho em parte dos últimos 30 dias.
- Cansaço: em vários dias o trabalho termina em exaustão, e o descanso ainda recupera.
- Sobrecarga: a quantidade de trabalho ou de pessoas para atender pesa em alguns períodos.
- Sistema: regras, burocracia e falta de recursos atrapalham o atendimento e desgastam.
- O que observar: o cansaço que deixa de ceder com as folgas e as férias mostra que o quadro está avançando.
42 a 50 pontos
Sinais fortes de burnout
As respostas mostram exaustão, sobrecarga e a sensação de estar preso ao trabalho na maior parte dos últimos 30 dias.
- Exaustão: sentir-se esgotado por causa do trabalho, e as folgas não recuperam.
- Sobrecarga: a quantidade de trabalho e de pessoas para atender sufoca.
- Preso ao trabalho: sentir-se aprisionado pela função de cuidar e pelo sistema em que atua.
- Fora do trabalho: há pouca alegria e pouca ligação com as outras pessoas, também em casa.
- Burnout e depressão: a exaustão mantida por meses se parece com a depressão e aumenta o risco dela.
Estresse traumático secundário (10 a 50 pontos)
10 a 22 pontos
Sem sinais de estresse traumático secundário
As respostas não mostram sintomas ligados aos traumas das pessoas atendidas.
- Estresse traumático secundário: reagir ao trauma de quem é atendido com medo, imagens que voltam, sono ruim e vontade de evitar o que lembra o caso.
- Preocupação comum: pensar em um caso difícil no caminho de casa passa em horas ou dias e não muda o sono.
- Separação: conseguir deixar o trabalho no trabalho na maior parte dos dias.
23 a 41 pontos
Sinais moderados de estresse traumático secundário
As respostas mostram que as histórias das pessoas atendidas seguiram fora do trabalho em parte dos últimos 30 dias.
- Casos que ficam: em casa, pensar nas pessoas atendidas mais do que gostaria.
- Tensão: por causa do trabalho, tensão e sustos mais fáceis em alguns dias.
- Vida pessoal: separar a vida pessoal da profissional ficou mais difícil.
- O que observar: pesadelos e imagens que voltam, ou evitar lugares e situações por causa de um caso, mostram que o quadro está avançando.
42 a 50 pontos
Sinais fortes de estresse traumático secundário
As respostas mostram sintomas parecidos com os do estresse pós-traumático, ligados aos traumas das pessoas atendidas.
- Reviver: pensamentos invasivos e assustadores sobre o que viu ou ouviu no trabalho, como se o trauma fosse próprio.
- Evitar: fugir de atividades e situações que lembram as experiências das pessoas atendidas.
- Estar em guarda: o corpo fica tenso, e sons inesperados assustam.
- Sono: perder o sono por causa do que aconteceu com alguém atendido.
- Vida pessoal: o trabalho invade a casa, e não dá para se desligar dos casos.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 1 (Raramente) a 5 (Quase sempre). Nas afirmações 1, 4, 15, 17 e 29 a pontuação é invertida (1 vale 5, 2 vale 4, 4 vale 2, 5 vale 1).
- Satisfação por compaixão soma as afirmações 3, 6, 12, 16, 18, 20, 22, 24, 27 e 30; burnout, as afirmações 1, 4, 8, 10, 15, 17, 19, 21, 26 e 29; estresse traumático secundário, as afirmações 2, 5, 7, 9, 11, 13, 14, 23, 25 e 28.
- Cada soma vai de 10 a 50: até 22 é baixa, de 23 a 41 é moderada, 42 ou mais é alta (Stamm, 2010). Não existe uma pontuação total.
Raramente = 1 · Poucas vezes = 2 · Algumas vezes = 3 · Muitas vezes = 4 · Quase sempre = 5
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 10 a 22 | Pouca satisfação em ajudar | As respostas mostram que o trabalho de ajudar outras pessoas deu pouca satisfação nos últimos 30 dias. |
| 23 a 41 | Satisfação moderada em ajudar | As respostas mostram que ajudar outras pessoas deu satisfação em parte dos últimos 30 dias. |
| 42 a 50 | Muita satisfação em ajudar | As respostas mostram que ajudar outras pessoas é uma fonte forte de satisfação. |
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 10 a 22 | Sem sinais de burnout | As respostas não mostram exaustão nem sobrecarga ligadas ao trabalho nos últimos 30 dias. |
| 23 a 41 | Sinais moderados de burnout | As respostas mostram cansaço e alguma sobrecarga ligados ao trabalho em parte dos últimos 30 dias. |
| 42 a 50 | Sinais fortes de burnout | As respostas mostram exaustão, sobrecarga e a sensação de estar preso ao trabalho na maior parte dos últimos 30 dias. |
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 10 a 22 | Sem sinais de estresse traumático secundário | As respostas não mostram sintomas ligados aos traumas das pessoas atendidas. |
| 23 a 41 | Sinais moderados de estresse traumático secundário | As respostas mostram que as histórias das pessoas atendidas seguiram fora do trabalho em parte dos últimos 30 dias. |
| 42 a 50 | Sinais fortes de estresse traumático secundário | As respostas mostram sintomas parecidos com os do estresse pós-traumático, ligados aos traumas das pessoas atendidas. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Stamm BH. The Concise ProQOL Manual, 2nd edition. Pocatello, ID: ProQOL.org. 2010. proqol.org/proqol-manual
Validação brasileira
Lago K, Codo W. Fadiga por compaixão: evidências de validade fatorial e consistência interna do ProQol-BR. Estud Psicol (Natal). 2013;18(2):213-21. doi.org/10.1590/S1413-294X2013000200006
O estudo brasileiro (Lago e Codo, 2013, com 203 profissionais do SAMU) traduziu a versão IV do ProQOL e encontrou três fatores com 28 itens (15, 10 e 3 itens; alfas de 0,81, 0,84 e 0,77), distribuídos de modo diferente do original; os itens 28 e 29 foram excluídos. Não definiu faixas. Com a composição original, o alfa da subescala de burnout foi de 0,625. Esta página usa as três somas de dez itens e as faixas do manual da autora (até 22, de 23 a 41, 42 ou mais), que não foram testadas no Brasil.
Aviso de direitos
B. Hudnall Stamm, 2009. Professional Quality of Life: Compassion Satisfaction and Fatigue Version 5 (ProQOL). www.proqol.org. Versão brasileira: ProQol-BR, Lago K e Codo W, 2013.

