PSS-10
Seu resultado
Estresse percebido: 0 / 40 pontos
Estresse percebido no último mês
As respostas mostram quanto a vida pareceu imprevisível, fora de controle e sobrecarregada no último mês: quanto mais alto o número, maior o estresse percebido.
- Número alto: sensação de que as coisas importantes fugiram do controle e de que as dificuldades se acumulam mais rápido do que dá para resolver.
- No dia a dia, com número alto: nervosismo, irritação com imprevistos e a impressão de não dar conta de tudo o que há para fazer.
- Número baixo: confiança para resolver os próprios problemas e a sensação de que as coisas andam mais ou menos como o esperado.
- No dia a dia, com número baixo: os imprevistos acontecem, incomodam e são contornados, sem tomar o resto do mês.
- Estresse percebido: é a avaliação que a pessoa faz da própria vida, e a mesma carga pesa de forma diferente conforme os recursos e o apoio de cada um.
- Quando dura: meses de estresse alto costumam trazer insônia, cansaço e irritabilidade e abrem caminho para ansiedade, depressão e burnout.
O teste de depressão, ansiedade e estresse (DASS-21) e o teste de burnout (OLBI) deste site ajudam a completar o quadro.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem sente que a vida ficou imprevisível, fora de controle ou pesada demais no último mês.
- Quem quer repetir o teste para ver a tendência do estresse percebido de um mês para outro.
- Quem quer levar à consulta um número que resume como o último mês foi sentido.
Quando não usar
- Para saber se o estresse é baixo, moderado ou alto: a escala não tem ponto de corte, e as faixas que circulam na internet não são dos autores.
- Para rastrear ansiedade, depressão ou burnout, que têm testes próprios neste site.
Limites do teste
- Olha só para os últimos trinta dias: um mês atípico move o resultado.
- Mede a avaliação que a pessoa faz da própria vida: a mesma carga pesa de forma diferente conforme os recursos e o apoio de cada um.
- A tradução brasileira usada foi estudada com idosos, por entrevista, e não com adultos de todas as idades.
Dúvidas sobre o PSS-10
Perguntas frequentes sobre a PSS-10
A PSS-10 diagnostica estresse, ansiedade ou burnout?
Não. Ela mede quanto a vida foi sentida como estressante no último mês. Os autores afirmam que a escala não é um instrumento diagnóstico. Ansiedade, depressão e burnout têm testes próprios neste site, e o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
O texto é o da tradução brasileira de Luft e colaboradores, de 2007, publicada na Revista de Saúde Pública. Ela foi estudada com 76 idosos, por entrevista, e não com adultos de todas as idades. Uma segunda tradução brasileira, de Reis, Hino e Añez, foi estudada em 2010 com 793 professores universitários, mas o texto dela não foi publicado no artigo.
Qual pontuação é estresse alto?
Não há uma resposta oficial. É comum encontrar na internet as faixas de 0 a 13 (baixo), 14 a 26 (moderado) e 27 a 40 (alto), mas os autores da escala afirmam que ela não tem pontos de corte. Como referência, a média em uma amostra da população dos Estados Unidos, em 1983, foi de 13 pontos.
Por que algumas perguntas são positivas?
Quatro perguntas falam de confiança e de controle. Nelas a pontuação é invertida: responder “Sempre” indica menos estresse. O cálculo desta página já faz a inversão.
Qual a diferença para o estresse da DASS-21?
A DASS-21 mede sinais de tensão na última semana: dificuldade de relaxar, irritabilidade, agitação. A PSS-10 mede a avaliação que a pessoa faz da própria vida no último mês: se ela parece imprevisível, fora de controle e além do que dá para lidar.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A PSS-10 mede quanto a vida foi sentida como estressante no último mês e não define um diagnóstico.
Uma medida, não um diagnóstico
Estresse não é uma doença. A escala dá um número de 0 a 40 para o quanto o último mês pareceu imprevisível, fora de controle e sobrecarregado.
Sem ponto de corte
Os autores afirmam que a escala não tem faixas de estresse baixo, moderado ou alto. As faixas que circulam na internet não vêm deles.
Um mês
As perguntas olham para os últimos trinta dias. Um mês atípico move o resultado; repetir o teste mostra a tendência.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
Estresse percebido no último mês
As respostas mostram quanto a vida pareceu imprevisível, fora de controle e sobrecarregada no último mês: quanto mais alto o número, maior o estresse percebido.
- Número alto: sensação de que as coisas importantes fugiram do controle e de que as dificuldades se acumulam mais rápido do que dá para resolver.
- No dia a dia, com número alto: nervosismo, irritação com imprevistos e a impressão de não dar conta de tudo o que há para fazer.
- Número baixo: confiança para resolver os próprios problemas e a sensação de que as coisas andam mais ou menos como o esperado.
- No dia a dia, com número baixo: os imprevistos acontecem, incomodam e são contornados, sem tomar o resto do mês.
- Estresse percebido: é a avaliação que a pessoa faz da própria vida, e a mesma carga pesa de forma diferente conforme os recursos e o apoio de cada um.
- Quando dura: meses de estresse alto costumam trazer insônia, cansaço e irritabilidade e abrem caminho para ansiedade, depressão e burnout.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 0 (Nunca) a 4 (Sempre).
- Nas perguntas 4, 5, 7 e 8, que são positivas, a pontuação é invertida: Nunca vale 4 e Sempre vale 0.
- Some as dez respostas. O total vai de 0 a 40, e quanto mais alto, maior o estresse percebido.
- A escala não tem ponto de corte: os autores afirmam que ela não é um instrumento diagnóstico. Como referência, a média em uma amostra da população dos Estados Unidos, em 1983, foi de 13,02, com desvio-padrão de 6,35.
Nunca = 0 · Quase nunca = 1 · Às vezes = 2 · Quase sempre = 3 · Sempre = 4
As respostas mostram quanto a vida pareceu imprevisível, fora de controle e sobrecarregada no último mês: quanto mais alto o número, maior o estresse percebido.
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Cohen S, Kamarck T, Mermelstein R. A global measure of perceived stress. J Health Soc Behav. 1983;24(4):385-96. doi.org/10.2307/2136404
Instrumento original
Cohen S, Williamson G. Perceived stress in a probability sample of the United States. In: Spacapan S, Oskamp S, editors. The social psychology of health. Newbury Park: Sage. 1988. www.cmu.edu/dietrich/psychology/stress-immunity-disease-lab/scales/index.html
Validação brasileira
Luft CDB, Sanches SO, Mazo GZ, Andrade A. Versão brasileira da Escala de Estresse Percebido: tradução e validação para idosos. Rev Saude Publica. 2007;41(4):606-15. doi.org/10.1590/S0034-89102007000400015
O texto desta página é o da tradução brasileira de Luft e colaboradores (2007), feita com tradução, retrotradução e comitê e aplicada por entrevista a 76 idosos de Florianópolis, com idade média de 70 anos. A versão de dez perguntas teve consistência interna de 0,83. O estudo não define ponto de corte, e os autores do original afirmam que a escala não tem cortes.
Validação brasileira
Reis RS, Hino AAF, Añez CRR. Perceived Stress Scale: reliability and validity study in Brazil. J Health Psychol. 2010;15(1):107-14. doi.org/10.1177/1359105309346343
Reis, Hino e Añez (2010) fizeram outra tradução brasileira da PSS-10 e a estudaram em 793 professores universitários: confiabilidade de 0,87 no total e de 0,86 no reteste. O artigo não imprime o texto dos itens, por isso esta página usa o de Luft e colaboradores. Também não define ponto de corte.

