NoSAS
Seu resultado
0 / 17 pontos
Risco baixo de apneia do sono
As respostas não mostram o conjunto de características do corpo que mais favorece a apneia do sono.
- O que é a apneia: a garganta se fecha várias vezes durante o sono, a respiração para por alguns segundos e o sono é interrompido sem que a pessoa perceba.
- O que pesa no risco: pescoço largo, peso acima do ideal, ronco, idade mais avançada e sexo masculino, que aqui aparecem pouco ou não aparecem.
- Ronco da apneia: é alto, acontece quase todas as noites e incomoda quem dorme perto, diferente do ronco leve de um resfriado ou de uma noite de muito cansaço.
- Pausas na respiração: na apneia, quem dorme ao lado vê a respiração parar e voltar com um engasgo ou um ronco forte.
- Manhã: na apneia a pessoa acorda cansada depois de uma noite inteira na cama, muitas vezes com a boca seca ou com dor de cabeça.
- Sono durante o dia: na apneia a pessoa cochila lendo, vendo televisão ou parada no trânsito, o que é diferente do cansaço depois de uma noite curta.
Pausas na respiração vistas por quem dorme ao lado ou cochilos involuntários durante o dia pedem avaliação médica mesmo com risco baixo.
0 / 17 pontos
Risco aumentado de apneia do sono
As respostas mostram um conjunto de características do corpo que favorece a apneia do sono, as pausas na respiração durante o sono.
- O que é a apneia: a garganta se fecha várias vezes durante o sono, a respiração para por alguns segundos e o sono é interrompido sem que a pessoa perceba.
- Pescoço e peso: a gordura em volta do pescoço e o peso acima do ideal estreitam a passagem do ar quando o corpo se deita e relaxa.
- Ronco: é o som do ar passando por uma garganta estreita, e na apneia ele é alto, acontece quase todas as noites e incomoda quem dorme perto.
- Pausas na respiração: na apneia, quem dorme ao lado vê a respiração parar e voltar com um engasgo ou um ronco forte.
- Manhã: na apneia, a pessoa acorda cansada depois de uma noite inteira na cama, muitas vezes com a boca seca ou com dor de cabeça.
- Durante o dia: na apneia, vem o cochilo lendo, vendo televisão ou parado no trânsito, e a atenção, a memória e o humor pioram.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Adultos que roncam ou acordam cansados e querem saber se o risco de apneia do sono é baixo ou aumentado.
- Quem consegue medir o pescoço e sabe o próprio peso e a própria altura.
- Quem quer levar à consulta a pontuação dos cinco fatores de risco antes de discutir o exame do sono.
Quando não usar
- Crianças e adolescentes: o estudo brasileiro que traz a idade dos participantes avaliou adultos.
- Pessoas com hipertensão resistente: nesse grupo, um estudo brasileiro encontrou acurácia baixa do escore.
- Para afastar a apneia quando há cochilos involuntários durante o dia ou pausas na respiração vistas por quem dorme ao lado.
Limites do teste
- Não pergunta sobre sonolência durante o dia nem sobre pausas na respiração vistas por outra pessoa.
- Estima uma probabilidade a partir de medidas do corpo: só um exame feito durante o sono mostra se há apneia.
- As perguntas e as opções foram escritas pelo consultório a partir da regra de pontos publicada, que não tem um questionário com texto fixo.
Dúvidas sobre o NoSAS
Perguntas frequentes sobre o NoSAS
O NoSAS diagnostica apneia do sono?
Não. Ele rastreia: 8 pontos ou mais indicam maior probabilidade e uma avaliação médica. O diagnóstico depende de um exame feito durante o sono, a polissonografia ou a poligrafia, que registra a respiração ao longo da noite.
Esta versão em português é validada?
O NoSAS não tem um questionário com texto fixo: é uma regra de pontos publicada em 2016. As cinco perguntas, as opções de resposta e a frase de instrução desta página foram escritas pelo consultório a partir dessa regra, sem alterar os pontos nem o corte. A regra em si foi testada em brasileiros: no artigo original, na coorte EPISONO, de São Paulo, e depois em um laboratório do sono do Rio de Janeiro.
Como calculo o meu IMC?
Divida o peso em quilos pela altura em metros multiplicada por ela mesma. Exemplo 1: 80 kg e 1,70 m. 1,70 × 1,70 = 2,89; 80 ÷ 2,89 = 27,7, que fica na faixa “de 25 a menos de 30”. Exemplo 2: 95 kg e 1,70 m. 95 ÷ 2,89 = 32,9, que fica na faixa “30 ou mais”.
Como meço o pescoço?
Com uma fita métrica em volta do pescoço, na horizontal, logo abaixo do pomo de adão (a saliência da laringe), sem apertar. Foi assim que o estudo brasileiro citado nesta página mediu. Se a medida for de exatamente 40 cm, marque “Até 40 cm”: a regra dá pontos só acima de 40.
O teste não perguntou se tenho sono durante o dia. Por quê?
O NoSAS foi construído com cinco fatores de risco e deixa os sintomas de fora, com exceção do ronco. Sonolência durante o dia e pausas na respiração vistas por quem dorme ao lado não entram na conta. Se você tem esses sinais, procure um médico mesmo com uma pontuação baixa.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O NoSAS estima a probabilidade de apneia do sono a partir de cinco fatores de risco: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Oito pontos ou mais indicam uma avaliação médica. O diagnóstico depende de um exame do sono.
O que o escore soma
Circunferência do pescoço, IMC, ronco, idade e sexo. São as cinco letras da sigla em inglês: Neck, Obesity, Snoring, Age, Sex.
O que o NoSAS não vê
Ele não pergunta sobre sonolência durante o dia nem sobre pausas na respiração vistas por outra pessoa. Esses sinais contam na consulta.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 7 pontos
Risco baixo de apneia do sono
As respostas não mostram o conjunto de características do corpo que mais favorece a apneia do sono.
- O que é a apneia: a garganta se fecha várias vezes durante o sono, a respiração para por alguns segundos e o sono é interrompido sem que a pessoa perceba.
- O que pesa no risco: pescoço largo, peso acima do ideal, ronco, idade mais avançada e sexo masculino, que aqui aparecem pouco ou não aparecem.
- Ronco da apneia: é alto, acontece quase todas as noites e incomoda quem dorme perto, diferente do ronco leve de um resfriado ou de uma noite de muito cansaço.
- Pausas na respiração: na apneia, quem dorme ao lado vê a respiração parar e voltar com um engasgo ou um ronco forte.
- Manhã: na apneia a pessoa acorda cansada depois de uma noite inteira na cama, muitas vezes com a boca seca ou com dor de cabeça.
- Sono durante o dia: na apneia a pessoa cochila lendo, vendo televisão ou parada no trânsito, o que é diferente do cansaço depois de uma noite curta.
8 a 17 pontos
Risco aumentado de apneia do sono
As respostas mostram um conjunto de características do corpo que favorece a apneia do sono, as pausas na respiração durante o sono.
- O que é a apneia: a garganta se fecha várias vezes durante o sono, a respiração para por alguns segundos e o sono é interrompido sem que a pessoa perceba.
- Pescoço e peso: a gordura em volta do pescoço e o peso acima do ideal estreitam a passagem do ar quando o corpo se deita e relaxa.
- Ronco: é o som do ar passando por uma garganta estreita, e na apneia ele é alto, acontece quase todas as noites e incomoda quem dorme perto.
- Pausas na respiração: na apneia, quem dorme ao lado vê a respiração parar e voltar com um engasgo ou um ronco forte.
- Manhã: na apneia, a pessoa acorda cansada depois de uma noite inteira na cama, muitas vezes com a boca seca ou com dor de cabeça.
- Durante o dia: na apneia, vem o cochilo lendo, vendo televisão ou parado no trânsito, e a atenção, a memória e o humor pioram.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Pescoço com mais de 40 cm: 4 pontos. IMC de 25 a menos de 30: 3 pontos; IMC de 30 ou mais: 5 pontos. Ronco: 2 pontos. Idade acima de 55 anos: 4 pontos. Sexo masculino: 2 pontos.
- Some os pontos: o total vai de 0 a 17. Com 8 pontos ou mais, o escore indica maior probabilidade de apneia do sono.
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 7 | Risco baixo de apneia do sono | As respostas não mostram o conjunto de características do corpo que mais favorece a apneia do sono. |
| 8 a 17 | Risco aumentado de apneia do sono | As respostas mostram um conjunto de características do corpo que favorece a apneia do sono, as pausas na respiração durante o sono. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Marti-Soler H, Hirotsu C, Marques-Vidal P, Vollenweider P, Waeber G, Preisig M, et al.. The NoSAS score for screening of sleep-disordered breathing: a derivation and validation study. Lancet Respir Med. 2016;4(9):742-8. doi.org/10.1016/S2213-2600(16)30075-3
Validação brasileira
Marti-Soler H, Hirotsu C, Marques-Vidal P, Vollenweider P, Waeber G, Preisig M, et al.. The NoSAS score for screening of sleep-disordered breathing: a derivation and validation study. Lancet Respir Med. 2016;4(9):742-8. doi.org/10.1016/S2213-2600(16)30075-3
O próprio artigo original testou o escore em uma amostra brasileira, a coorte EPISONO, de São Paulo. Com o corte de 8 pontos ou mais, a área sob a curva foi de 0,81 (IC 95%: 0,77 a 0,85) na EPISONO, contra 0,74 (0,72 a 0,76) na coorte suíça em que o escore foi criado. O texto completo é fechado, e os números são do resumo.
Validação brasileira
Duarte RLM, Magalhães-da-Silveira FJ, Oliveira-e-Sá TS, Silva JA, Mello FCQ, Gozal D. Obstructive sleep apnea screening with a 4-item instrument, named GOAL questionnaire: development, validation and comparative study with No-Apnea, STOP-Bang, and NoSAS. Nat Sci Sleep. 2020;12:57-67. doi.org/10.2147/NSS.S238255
Em 7.377 adultos encaminhados para polissonografia em um laboratório do sono do Rio de Janeiro, divididos em dois grupos, 8 pontos ou mais tiveram, no grupo de validação (3.606 pessoas), sensibilidade de 71,8% e especificidade de 70,2% para apneia com índice de apneia e hipopneia de 5 ou mais por hora; de 79,0% e 58,5% para 15 ou mais; e de 85,7% e 49,8% para 30 ou mais.
Validação brasileira
Giampá SQC, Pedrosa RP, Gonzaga CC, Bertolami A, Amodeo C, Furlan SF, et al.. Performance of NoSAS score versus Berlin questionnaire for screening obstructive sleep apnoea in patients with resistant hypertension. J Hum Hypertens. 2018;32(7):518-23. doi.org/10.1038/s41371-018-0072-z
Em pacientes com hipertensão resistente avaliados por centros brasileiros (InCor, em São Paulo, e outros), dos quais 64% tinham apneia (índice de 15 ou mais por hora), o NoSAS teve sensibilidade de 72%, especificidade de 58% e área sob a curva de 0,64. Os autores concluem que a acurácia é baixa nesse grupo e que o exame do sono pode ser considerado diretamente. Números do resumo; o texto completo é fechado.

