GOAL
Seu resultado
0 / 4 pontos
Risco baixo de apneia do sono
As respostas mostram poucos dos fatores que mais favorecem a apneia do sono: sexo masculino, obesidade, idade mais avançada e ronco alto.
- O que é a apneia: a garganta se fecha várias vezes durante o sono, a respiração para por alguns segundos e o sono é interrompido sem que a pessoa perceba.
- O que pesa no risco: sexo masculino, obesidade, idade mais avançada e ronco alto, que aqui aparecem pouco ou não aparecem.
- Ronco da apneia: alto, quase todas as noites, a ponto de incomodar quem dorme perto, diferente do ronco leve de um resfriado.
- Pausas na respiração: na apneia, quem dorme ao lado vê a respiração parar e voltar com um engasgo ou um ronco forte.
- Manhã e dia: na apneia, acordar cansado depois de uma noite inteira na cama e cochilar sem querer lendo, vendo televisão ou parado no trânsito.
- Cansaço por outros motivos: dormir pouco, insônia, depressão e ansiedade também causam cansaço durante o dia.
Pausas na respiração vistas por outra pessoa e cochilos ao volante pedem avaliação médica mesmo com este resultado.
0 / 4 pontos
Risco aumentado de apneia do sono
As respostas mostram um conjunto de fatores que favorece a apneia do sono, as pausas na respiração durante o sono.
- O que é a apneia: a garganta se fecha várias vezes durante o sono, a respiração para por alguns segundos e o sono é interrompido sem que a pessoa perceba.
- Sexo, idade e peso: a apneia é mais frequente em homens, aumenta com os anos, e a gordura em volta do pescoço estreita a passagem do ar quando o corpo se deita.
- Ronco alto: é o som do ar passando por uma garganta estreita, e na apneia acontece quase todas as noites.
- Pausas na respiração: na apneia, quem dorme ao lado vê a respiração parar e voltar com um engasgo ou um ronco forte.
- Manhã e dia: na apneia, acordar cansado depois de uma noite inteira na cama e cochilar sem querer lendo, vendo televisão ou parado no trânsito.
- Como se confirma: um exame do sono, a polissonografia, registra a respiração durante a noite e mostra se há apneia.
Sonolência ao volante é um sinal de urgência. O teste de risco de apneia do sono (NoSAS) deste site, que inclui a medida do pescoço, ajuda a completar o quadro.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Adultos que roncam alto ou acordam cansados e querem saber se o risco de apneia do sono é baixo ou aumentado.
- Quem ouviu de quem dorme ao lado que ronca alto ou que a respiração para durante o sono.
- Quem quer levar ao médico uma estimativa de risco antes de conversar sobre o exame do sono.
Quando não usar
- Crianças e adolescentes: a regra foi criada e testada em adultos.
- Para afastar a apneia diante de sonolência ao volante ou de pausas na respiração vistas por outra pessoa: esses sinais pedem avaliação médica com qualquer pontuação.
- Para substituir o exame do sono, a polissonografia, que registra a respiração durante a noite.
Limites do teste
- Soma só quatro fatores de risco: sonolência durante o dia e pausas na respiração não entram na conta.
- O corte baixo encontra a maioria das pessoas com apneia e também aponta muitas que não têm.
- A regra foi estudada em pessoas já encaminhadas para o exame do sono, e não na população geral, e as perguntas desta página foram escritas pelo consultório.
Dúvidas sobre o GOAL
Perguntas frequentes sobre o GOAL
O GOAL diagnostica apneia do sono?
Não. Ele rastreia: 2 pontos ou mais indicam risco aumentado e uma avaliação médica. O diagnóstico depende de um exame feito durante o sono, a polissonografia, que registra a respiração ao longo da noite.
Esta versão em português é validada?
O GOAL não tem um questionário com texto fixo: é uma regra de pontos com quatro critérios, publicada em inglês em 2020. As quatro perguntas, as opções de resposta e a frase de instrução desta página foram escritas pelo consultório a partir dessa regra, sem alterar os pontos nem o corte. A regra em si foi criada e testada em brasileiros, em um laboratório do sono do Rio de Janeiro.
Qual a diferença entre o GOAL e o NoSAS?
Os dois são regras de pontos para o risco de apneia do sono, e este site tem os dois. O NoSAS usa cinco critérios, entre eles a medida do pescoço, e dá pesos diferentes a cada um (total de 0 a 17, corte em 8). O GOAL usa quatro critérios de 1 ponto, sem fita métrica (total de 0 a 4, corte em 2). No estudo que criou o GOAL, feito no Rio de Janeiro, o GOAL encontrou mais pessoas com apneia e o NoSAS deu menos resultados positivos em quem não tinha. Os dois testes podem dar resultados diferentes para a mesma pessoa.
Como calculo o meu IMC?
Divida o peso em quilos pela altura em metros multiplicada por ela mesma. Exemplo 1: 80 kg e 1,70 m. 1,70 × 1,70 = 2,89; 80 ÷ 2,89 = 27,7, que fica em “Menos de 30”. Exemplo 2: 95 kg e 1,70 m. 95 ÷ 2,89 = 32,9, que fica em “30 ou mais”.
O teste não perguntou se tenho sono durante o dia. Por quê?
O GOAL foi construído com quatro fatores de risco e deixa os sintomas de fora, com exceção do ronco alto. Sonolência durante o dia e pausas na respiração vistas por quem dorme ao lado não entram na conta. Além disso, o estudo foi feito com pessoas já encaminhadas para o exame do sono, e não com a população geral. Se você tem esses sinais, procure um médico mesmo com uma pontuação baixa.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O GOAL estima o risco de apneia do sono a partir de quatro fatores: mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Dois pontos ou mais indicam uma avaliação médica. O diagnóstico depende de um exame do sono.
O que a regra soma
Sexo masculino, obesidade, idade de 50 anos ou mais e ronco alto. São as quatro letras da sigla em inglês: Gender, Obesity, Age, Loud snoring.
Feito para não deixar passar
O corte baixo encontra a maioria das pessoas com apneia e, por isso, também aponta muitas que não têm. Um resultado de risco aumentado é comum.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 1 pontos
Risco baixo de apneia do sono
As respostas mostram poucos dos fatores que mais favorecem a apneia do sono: sexo masculino, obesidade, idade mais avançada e ronco alto.
- O que é a apneia: a garganta se fecha várias vezes durante o sono, a respiração para por alguns segundos e o sono é interrompido sem que a pessoa perceba.
- O que pesa no risco: sexo masculino, obesidade, idade mais avançada e ronco alto, que aqui aparecem pouco ou não aparecem.
- Ronco da apneia: alto, quase todas as noites, a ponto de incomodar quem dorme perto, diferente do ronco leve de um resfriado.
- Pausas na respiração: na apneia, quem dorme ao lado vê a respiração parar e voltar com um engasgo ou um ronco forte.
- Manhã e dia: na apneia, acordar cansado depois de uma noite inteira na cama e cochilar sem querer lendo, vendo televisão ou parado no trânsito.
- Cansaço por outros motivos: dormir pouco, insônia, depressão e ansiedade também causam cansaço durante o dia.
2 a 4 pontos
Risco aumentado de apneia do sono
As respostas mostram um conjunto de fatores que favorece a apneia do sono, as pausas na respiração durante o sono.
- O que é a apneia: a garganta se fecha várias vezes durante o sono, a respiração para por alguns segundos e o sono é interrompido sem que a pessoa perceba.
- Sexo, idade e peso: a apneia é mais frequente em homens, aumenta com os anos, e a gordura em volta do pescoço estreita a passagem do ar quando o corpo se deita.
- Ronco alto: é o som do ar passando por uma garganta estreita, e na apneia acontece quase todas as noites.
- Pausas na respiração: na apneia, quem dorme ao lado vê a respiração parar e voltar com um engasgo ou um ronco forte.
- Manhã e dia: na apneia, acordar cansado depois de uma noite inteira na cama e cochilar sem querer lendo, vendo televisão ou parado no trânsito.
- Como se confirma: um exame do sono, a polissonografia, registra a respiração durante a noite e mostra se há apneia.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada critério presente vale 1 ponto: sexo masculino, IMC de 30 ou mais, idade de 50 anos ou mais, ronco alto.
- Some os pontos: o total vai de 0 a 4. Com 2 pontos ou mais, o GOAL indica risco aumentado de apneia do sono.
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 1 | Risco baixo de apneia do sono | As respostas mostram poucos dos fatores que mais favorecem a apneia do sono: sexo masculino, obesidade, idade mais avançada e ronco alto. |
| 2 a 4 | Risco aumentado de apneia do sono | As respostas mostram um conjunto de fatores que favorece a apneia do sono, as pausas na respiração durante o sono. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Duarte RLM, Magalhães-da-Silveira FJ, Oliveira-e-Sá TS, Silva JA, Mello FCQ, Gozal D. Obstructive sleep apnea screening with a 4-item instrument, named GOAL questionnaire: development, validation and comparative study with No-Apnea, STOP-Bang, and NoSAS. Nat Sci Sleep. 2020;12:57-67. doi.org/10.2147/NSS.S238255
Validação brasileira
Duarte RLM, Magalhães-da-Silveira FJ, Oliveira-e-Sá TS, Silva JA, Mello FCQ, Gozal D. Obstructive sleep apnea screening with a 4-item instrument, named GOAL questionnaire: development, validation and comparative study with No-Apnea, STOP-Bang, and NoSAS. Nat Sci Sleep. 2020;12:57-67. doi.org/10.2147/NSS.S238255
O GOAL foi criado e testado no Brasil: 7.377 adultos encaminhados para polissonografia em um laboratório do sono do Rio de Janeiro, divididos em um grupo de criação (3.771 pessoas) e um de validação (3.606). No grupo de validação, 2 pontos ou mais tiveram sensibilidade de 83,7% e especificidade de 63,4% para apneia com índice de apneia e hipopneia de 5 ou mais por hora; de 89,2% e 46,8% para 15 ou mais; e de 94,2% e 37,7% para 30 ou mais. Nesse grupo, 78,8% das pessoas tinham apneia (índice de 5 ou mais), proporção muito maior que a da população geral.

