CES-D
Seu resultado
0 / 60 pontos
Poucos sintomas depressivos na última semana
As respostas mostram poucos sintomas depressivos na última semana: humor, sono, apetite e disposição ficaram perto do habitual.
- Sintomas depressivos: são tristeza, crises de choro, solidão, medo e a ideia de que a vida foi um fracasso, na maior parte dos dias da semana.
- Corpo e rotina: na depressão, o sono não descansa, o apetite cai e as tarefas habituais pedem esforço.
- Afetos positivos: sentir-se feliz, aproveitar a vida e ter otimismo sobre o futuro contam a favor, e a falta deles pesa tanto quanto a tristeza.
- Dias ruins comuns: um dia triste, uma noite mal dormida ou um aborrecimento que passa fazem parte de uma semana normal.
- Só sete dias: as perguntas olham para a última semana, então semanas anteriores piores não aparecem aqui.
0 / 60 pontos
Sintomas depressivos relevantes na última semana
As respostas mostram vários sintomas depressivos em boa parte da última semana, no humor, no corpo e na relação com as pessoas.
- Humor deprimido: tristeza ou depressão em vários dias, às vezes com crises de choro, sem melhora nem com a ajuda de familiares e amigos.
- Falta de afetos positivos: pouca felicidade, pouco proveito da vida e um futuro visto sem otimismo.
- Corpo: o sono não descansou, o apetite diminuiu e a fala ficou menor do que o habitual.
- Esforço: as tarefas de sempre exigiram esforço, a concentração falhou e foi difícil levar as coisas adiante.
- Pessoas e visão de si: sentir-se sozinho e com menos valor que os outros, com a impressão de que eles não gostam ou não são amistosos.
- Uma semana ou mais: esse quadro aparece em semanas de luto, doença ou estresse forte, e é depressão quando dura duas semanas ou mais e atrapalha a rotina.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem notou tristeza, choro, solidão, sono que não descansa ou esforço para as tarefas habituais na última semana.
- Quem quer um retrato dos sintomas depressivos que inclui a convivência: sentir-se só e achar que as pessoas não gostam de si.
- Quem quer levar à consulta a frequência de vinte sintomas nos últimos sete dias.
Quando não usar
- Para concluir que há depressão a partir de uma semana: o diagnóstico pede sintomas por duas semanas ou mais.
- Para decidir sem o médico sobre começar, mudar ou parar um remédio para depressão.
Limites do teste
- Mede só a última semana: semanas anteriores piores não aparecem.
- Foi criada para estudos em grandes grupos: em uma pessoa, aponta muitos casos que a avaliação não encontra.
- Semanas de luto, doença ou estresse forte dão o mesmo quadro, e a resposta depende de como cada pessoa percebe o que sente.
Dúvidas sobre o CES-D
Perguntas frequentes sobre a CES-D
A CES-D diagnostica depressão?
Não. Ela mede com que frequência vinte sintomas depressivos apareceram na última semana. Um total de 16 ou mais indica que vale uma avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Sim. As vinte frases são as da versão brasileira de Silveira e Jorge, como impressas no estudo de Batistoni, Neri e Cupertino (2007) com 903 idosos de Juiz de Fora, e as quatro opções de resposta são as descritas nesse artigo. O artigo não imprime a frase de instrução: a que aparece acima das perguntas foi escrita pelo consultório, com o mesmo período do original (a última semana).
Qual a diferença entre a CES-D e o PHQ-9?
A CES-D tem vinte frases sobre a última semana e foi criada em 1977 para estudos na população geral; inclui solidão, relação com as pessoas e quatro frases positivas. O PHQ-9 tem nove perguntas sobre as últimas duas semanas, que seguem os sintomas usados no diagnóstico de depressão, e é o mais usado em consultório. O PHQ-9 pergunta sobre pensamentos de morte; a CES-D não.
Qual pontuação indica depressão?
O instrumento original usa 16 pontos ou mais, de 60. No estudo brasileiro com idosos, o melhor ponto de corte foi acima de 11. O resultado aqui segue o corte original e informa o brasileiro.
Por que respondi “nunca ou raramente” a tudo e o total não foi zero?
Quatro frases falam de coisas boas (ter tanto valor quanto os outros, otimismo, estar feliz, aproveitar a vida). Nelas a pontuação é invertida: responder “nunca ou raramente” vale 3 pontos em cada uma.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A CES-D rastreia sintomas depressivos e não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Um total de 16 ou mais indica que vale uma avaliação. O diagnóstico de depressão depende de uma consulta, da história e do exame clínico.
Vale para uma semana
As perguntas olham só para os últimos sete dias. O diagnóstico de depressão pede sintomas por duas semanas ou mais.
Feita para estudos de população
A escala foi criada para medir sintomas depressivos em grandes grupos. Em uma pessoa, ela aponta muitos casos que a avaliação não confirma.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
0 a 15 pontos
Poucos sintomas depressivos na última semana
As respostas mostram poucos sintomas depressivos na última semana: humor, sono, apetite e disposição ficaram perto do habitual.
- Sintomas depressivos: são tristeza, crises de choro, solidão, medo e a ideia de que a vida foi um fracasso, na maior parte dos dias da semana.
- Corpo e rotina: na depressão, o sono não descansa, o apetite cai e as tarefas habituais pedem esforço.
- Afetos positivos: sentir-se feliz, aproveitar a vida e ter otimismo sobre o futuro contam a favor, e a falta deles pesa tanto quanto a tristeza.
- Dias ruins comuns: um dia triste, uma noite mal dormida ou um aborrecimento que passa fazem parte de uma semana normal.
- Só sete dias: as perguntas olham para a última semana, então semanas anteriores piores não aparecem aqui.
16 a 60 pontos
Sintomas depressivos relevantes na última semana
As respostas mostram vários sintomas depressivos em boa parte da última semana, no humor, no corpo e na relação com as pessoas.
- Humor deprimido: tristeza ou depressão em vários dias, às vezes com crises de choro, sem melhora nem com a ajuda de familiares e amigos.
- Falta de afetos positivos: pouca felicidade, pouco proveito da vida e um futuro visto sem otimismo.
- Corpo: o sono não descansou, o apetite diminuiu e a fala ficou menor do que o habitual.
- Esforço: as tarefas de sempre exigiram esforço, a concentração falhou e foi difícil levar as coisas adiante.
- Pessoas e visão de si: sentir-se sozinho e com menos valor que os outros, com a impressão de que eles não gostam ou não são amistosos.
- Uma semana ou mais: esse quadro aparece em semanas de luto, doença ou estresse forte, e é depressão quando dura duas semanas ou mais e atrapalha a rotina.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada resposta vale de 0 (Nunca ou raramente) a 3 (Sempre).
- Nas frases 4, 8, 12 e 16, que falam de coisas boas, a pontuação é invertida: Nunca ou raramente vale 3 e Sempre vale 0.
- Some as vinte respostas: o total vai de 0 a 60. No instrumento original, 16 pontos ou mais indicam sintomas depressivos relevantes.
Nunca ou raramente = 0 · Às vezes = 1 · Frequentemente = 2 · Sempre = 3
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 15 | Poucos sintomas depressivos na última semana | As respostas mostram poucos sintomas depressivos na última semana: humor, sono, apetite e disposição ficaram perto do habitual. |
| 16 a 60 | Sintomas depressivos relevantes na última semana | As respostas mostram vários sintomas depressivos em boa parte da última semana, no humor, no corpo e na relação com as pessoas. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Radloff LS. The CES-D Scale: a self-report depression scale for research in the general population. Appl Psychol Meas. 1977;1(3):385-401. doi.org/10.1177/014662167700100306
Validação brasileira
Batistoni SST, Neri AL, Cupertino APFB. Validade da escala de depressão do Center for Epidemiological Studies entre idosos brasileiros. Rev Saude Publica. 2007;41(4):598-605. doi.org/10.1590/S0034-89102007000400014
No estudo brasileiro com idosos (903 pessoas de Juiz de Fora, MG, comparadas com a Escala de Depressão Geriátrica), o melhor ponto de corte foi acima de 11 pontos: sensibilidade de 74,6% e especificidade de 73,6%, com consistência interna de 0,860 (alfa de Cronbach). O instrumento original usa 16 ou mais. O texto das frases é o da versão brasileira de Silveira e Jorge, publicada em livro em 2000 e estudada por eles em adolescentes e adultos jovens.

