HCL-32
Seu resultado
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Sem sinais de hipomania
As respostas não mostram o conjunto da hipomania: dias seguidos em que energia, sono, fala e comportamento mudam juntos.
- Hipomania: são vários dias seguidos de humor elevado ou irritado, com muito mais energia, pouca necessidade de sono, fala e pensamento acelerados e mais gastos e riscos.
- Fases boas: sentir-se mais disposto, mais sociável e com mais ideias em um período feliz acontece com todo mundo e não muda o sono nem o cuidado com dinheiro e riscos.
- O que separa: na hipomania a mudança é visível para quem convive e não tem um motivo proporcional.
- Sinais que pesam mais: dormir pouco sem sentir falta, gastar demais, arriscar-se e irritar-se com facilidade, tudo no mesmo período, mesmo quando os outros sinais são poucos.
- Depressão: a hipomania importa sobretudo para quem tem depressões que voltam, porque as duas juntas formam outro quadro, o transtorno bipolar.
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Sinais de hipomania
As respostas mostram períodos “para cima” em que várias coisas mudaram juntas: sono, energia, velocidade do pensamento e sociabilidade.
- Sono e energia: dormir menos, acordar disposto e ficar mais ativo no trabalho, no esporte ou em casa.
- Pensamento e fala: ideias mais rápidas, mais fala, mais piadas e vários projetos planejados ao mesmo tempo.
- Sociabilidade: menos timidez, mais procura pelas pessoas, mais saídas e mais interesse em sexo.
- Como é lembrado: esse período fica na memória como uma fase boa e produtiva, e o outro lado só aparece quando alguém próximo comenta ou quando vem a queda.
- Custos: gastos acima do planejado, projetos começados e abandonados e alguma impaciência com quem não acompanha o ritmo.
- Hipomania: é esse estado quando dura vários dias seguidos, é claramente diferente do jeito habitual e, alternado com depressões, forma o transtorno bipolar tipo II.
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Sinais fortes de hipomania
As respostas mostram períodos “para cima” em que quase tudo mudou ao mesmo tempo: sono, energia, fala, pensamento, gastos, riscos e a convivência com as pessoas.
- Sono: poucas horas de sono por noite e energia de sobra no dia seguinte.
- Aceleração: pensamentos que pulam de assunto, muito mais fala e distração fácil, a ponto de os outros terem dificuldade de acompanhar.
- Excesso de atividade: projetos, viagens, encontros e coisas novas começam ao mesmo tempo, e vários ficam sem terminar.
- Gastos e riscos: gastar dinheiro demais, dirigir mais rápido e arriscar-se no trabalho ou na vida sexual de um jeito que não é o habitual.
- Irritação: impaciência, discussões frequentes e um jeito que cansa quem está por perto.
- Depois da fase: ficam dívidas, compromissos assumidos e conflitos, e muitas vezes vem uma depressão.
No transtorno bipolar, um antidepressivo usado sozinho pode desencadear uma nova fase para cima: o médico que prescreve precisa saber deste resultado.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem já teve períodos com mais energia, menos necessidade de sono e mais ideias do que o habitual.
- Quem tem depressões que voltam: saber das fases para cima muda o tratamento.
- Quem quer levar à consulta a lista do que mudou nesses períodos, de preferência conferida com alguém próximo.
Quando não usar
- Para decidir sem o médico sobre começar, mudar ou parar um antidepressivo.
- Para concluir sem consulta que há transtorno bipolar: o diagnóstico depende da história do humor ao longo da vida.
Limites do teste
- Depende da memória de períodos passados, que costumam ser lembrados como fases boas e produtivas.
- Não pergunta quantos dias o período durou nem o que veio depois, e por isso não separa a hipomania de uma fase feliz comum.
- O ponto de corte brasileiro vem de um estudo com pacientes de um hospital universitário, que separou transtorno bipolar de depressão.
Dúvidas sobre o HCL-32
Perguntas frequentes sobre o HCL-32
O HCL-32 diagnostica transtorno bipolar?
Não. Ele rastreia fases de hipomania. Dezoito respostas “sim” indicam uma avaliação; o diagnóstico depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Sim. O texto é o da versão brasileira validada por Soares e colaboradores em 2010, com a participação do autor original, Jules Angst.
Qual a diferença para o MDQ?
O MDQ pergunta por sintomas de mania com impacto, e pega melhor o tipo I. O HCL-32 pergunta por fases “para cima” mais leves, e pega melhor o tipo II. Os dois estão neste site.
Por que dois pontos de corte?
O instrumento original usa 14; a validação brasileira, feita em pacientes de hospital universitário, encontrou 18. O resultado mostra as duas faixas.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O HCL-32 rastreia fases de hipomania ao longo da vida: mostra se vale investigar transtorno bipolar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Dezoito respostas “sim” indicam uma avaliação. O diagnóstico depende da história do humor ao longo da vida, de preferência com alguém próximo.
Fases boas também contam
A hipomania costuma ser lembrada como um período produtivo. O que importa é a mudança em relação ao seu normal e o que veio depois.
Por que importa para quem tem depressão
Antidepressivos sozinhos podem desencadear fases “para cima” em quem tem transtorno bipolar. Saber das fases muda o tratamento.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
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Sem sinais de hipomania
As respostas não mostram o conjunto da hipomania: dias seguidos em que energia, sono, fala e comportamento mudam juntos.
- Hipomania: são vários dias seguidos de humor elevado ou irritado, com muito mais energia, pouca necessidade de sono, fala e pensamento acelerados e mais gastos e riscos.
- Fases boas: sentir-se mais disposto, mais sociável e com mais ideias em um período feliz acontece com todo mundo e não muda o sono nem o cuidado com dinheiro e riscos.
- O que separa: na hipomania a mudança é visível para quem convive e não tem um motivo proporcional.
- Sinais que pesam mais: dormir pouco sem sentir falta, gastar demais, arriscar-se e irritar-se com facilidade, tudo no mesmo período, mesmo quando os outros sinais são poucos.
- Depressão: a hipomania importa sobretudo para quem tem depressões que voltam, porque as duas juntas formam outro quadro, o transtorno bipolar.
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Sinais de hipomania
As respostas mostram períodos “para cima” em que várias coisas mudaram juntas: sono, energia, velocidade do pensamento e sociabilidade.
- Sono e energia: dormir menos, acordar disposto e ficar mais ativo no trabalho, no esporte ou em casa.
- Pensamento e fala: ideias mais rápidas, mais fala, mais piadas e vários projetos planejados ao mesmo tempo.
- Sociabilidade: menos timidez, mais procura pelas pessoas, mais saídas e mais interesse em sexo.
- Como é lembrado: esse período fica na memória como uma fase boa e produtiva, e o outro lado só aparece quando alguém próximo comenta ou quando vem a queda.
- Custos: gastos acima do planejado, projetos começados e abandonados e alguma impaciência com quem não acompanha o ritmo.
- Hipomania: é esse estado quando dura vários dias seguidos, é claramente diferente do jeito habitual e, alternado com depressões, forma o transtorno bipolar tipo II.
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Sinais fortes de hipomania
As respostas mostram períodos “para cima” em que quase tudo mudou ao mesmo tempo: sono, energia, fala, pensamento, gastos, riscos e a convivência com as pessoas.
- Sono: poucas horas de sono por noite e energia de sobra no dia seguinte.
- Aceleração: pensamentos que pulam de assunto, muito mais fala e distração fácil, a ponto de os outros terem dificuldade de acompanhar.
- Excesso de atividade: projetos, viagens, encontros e coisas novas começam ao mesmo tempo, e vários ficam sem terminar.
- Gastos e riscos: gastar dinheiro demais, dirigir mais rápido e arriscar-se no trabalho ou na vida sexual de um jeito que não é o habitual.
- Irritação: impaciência, discussões frequentes e um jeito que cansa quem está por perto.
- Depois da fase: ficam dívidas, compromissos assumidos e conflitos, e muitas vezes vem uma depressão.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Conte as respostas “sim” nas 32 perguntas. O instrumento original usa 14 ou mais como corte; a validação brasileira encontrou 18 ou mais.
Sim = 1 · Não = 0
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 0 a 13 | Sem sinais de hipomania | As respostas não mostram o conjunto da hipomania: dias seguidos em que energia, sono, fala e comportamento mudam juntos. |
| 14 a 17 | Sinais de hipomania | As respostas mostram períodos “para cima” em que várias coisas mudaram juntas: sono, energia, velocidade do pensamento e sociabilidade. |
| 18 a 32 | Sinais fortes de hipomania | As respostas mostram períodos “para cima” em que quase tudo mudou ao mesmo tempo: sono, energia, fala, pensamento, gastos, riscos e a convivência com as pessoas. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Angst J, Adolfsson R, Benazzi F, Gamma A, Hantouche E, Meyer TD, et al.. The HCL-32: towards a self-assessment tool for hypomanic symptoms in outpatients. J Affect Disord. 2005;88(2):217-33. doi.org/10.1016/j.jad.2005.05.011
Validação brasileira
Soares OT, Moreno DH, Moura EC, Angst J, Moreno RA. Reliability and validity of a Brazilian version of the Hypomania Checklist (HCL-32) compared to the Mood Disorder Questionnaire (MDQ). Rev Bras Psiquiatr. 2010;32(4):414-20. doi.org/10.1590/S1516-44462010000400015
Na validação brasileira (pacientes do Instituto de Psiquiatria da USP), o melhor ponto de corte foi de 18 respostas “sim”: sensibilidade de 0,75 e especificidade de 0,58 para separar transtorno bipolar de depressão unipolar. Estudos em outras línguas usam 14 ou 15.

