HBI-19
Seu resultado
0 / 95 pontos
- Sexo como alívio de emoções difíceis (itens 1, 3, 6, 8, 13, 16 e 18) 0 / 35 pontos
- Dificuldade de controle (itens 2, 4, 7, 10, 11, 12, 15 e 17) 0 / 40 pontos
- Consequências (itens 5, 9, 14 e 19) 0 / 20 pontos
Sem sinais de hipersexualidade
As respostas não mostram o conjunto da hipersexualidade: sexo como principal alívio, perda de controle e prejuízo em outras áreas da vida.
- Como seria a hipersexualidade: o sexo vira a principal forma de alívio, o controle se perde e outras áreas da vida ficam prejudicadas, tudo ao mesmo tempo.
- Alívio: buscar sexo, masturbação ou pornografia para relaxar depois de um dia difícil é comum quando há outras formas de lidar com o estresse.
- Controle: o comportamento sexual segue o que foi decidido, e mudar um hábito, quando há vontade, dá certo.
- Espaço na vida: trabalho, estudo e relações não ficam para trás por causa do sexo.
- Desejo alto: muito desejo ou sexo frequente, com controle e sem prejuízo, fazem parte da vida sexual comum.
0 / 95 pontos
- Sexo como alívio de emoções difíceis (itens 1, 3, 6, 8, 13, 16 e 18) 0 / 35 pontos
- Dificuldade de controle (itens 2, 4, 7, 10, 11, 12, 15 e 17) 0 / 40 pontos
- Consequências (itens 5, 9, 14 e 19) 0 / 20 pontos
Sinais de hipersexualidade
As respostas mostram um comportamento sexual usado com frequência para aliviar emoções difíceis, difícil de controlar e com consequências em outras áreas da vida.
- Alívio: sexo, masturbação ou pornografia como resposta a estresse, solidão, tristeza ou raiva.
- Repetição: voltar ao mesmo comportamento depois de decidir parar, várias vezes.
- Impulso: a vontade de sexo parece mais forte que a autodisciplina, e parar é difícil mesmo diante de um risco.
- Arrependimento: atividades sexuais seguidas de arrependimento, ou contrárias ao que a própria pessoa quer para si.
- Espaço na vida: pensamentos e fantasias sexuais tiram a atenção do trabalho e do estudo, e o sexo passa à frente do que importa.
- Diferente de desejo alto: o que marca o quadro é a perda de controle com prejuízo, e a quantidade de sexo ou de desejo pesa menos.
O teste de comportamento sexual compulsivo (CSBD-7) deste site ajuda a completar o quadro.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
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Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Quem recorre ao sexo para aliviar estresse, solidão, tristeza ou raiva e sente dificuldade de controlar o comportamento sexual.
- Quem repete um comportamento sexual depois de decidir parar, ou vê trabalho e estudo ficarem para trás por causa dele.
- Quem quer levar à consulta um retrato organizado em três partes: sexo como alívio, controle e consequências.
Quando não usar
- Para avaliar desejo alto ou sexo frequente com controle e sem prejuízo, que fazem parte da vida sexual comum.
- Para concluir sozinho por um diagnóstico de transtorno do comportamento sexual compulsivo, que depende da consulta.
Limites do teste
- O texto é o de Portugal, estudado em homens que fazem sexo com homens, e não foi encontrada validação brasileira.
- As opções de resposta e a frase de instrução são tradução do consultório, e o ponto de corte é o do instrumento original.
- Depende de como cada pessoa julga o próprio comportamento sexual: o resultado pode ficar acima ou abaixo do que uma avaliação encontra.
Dúvidas sobre o HBI-19
Perguntas frequentes sobre o HBI-19
O HBI-19 diagnostica hipersexualidade ou compulsão sexual?
Não. Ele rastreia: 53 pontos ou mais indicam que vale uma avaliação. O diagnóstico de transtorno do comportamento sexual compulsivo, o nome usado na CID-11, depende da consulta.
Esta versão em português é validada?
Não no Brasil. As 19 afirmações são o texto em português de Portugal publicado em 2026 por Alckmin-Carvalho e colaboradores, que adaptaram o inventário com autorização do autor original e o estudaram em homens que fazem sexo com homens. O artigo não traz as opções de resposta em português nem uma frase de instrução: as duas são tradução do consultório. O corte de 53 pontos é o do instrumento original.
Por que as frases estão em português de Portugal e no masculino?
Porque o texto foi reproduzido como está publicado, sem adaptação. O estudo foi feito com homens, daí formas como “a mim próprio” e “inquieto”. Quem lê no Brasil ou não é homem pode responder pelo sentido da frase.
Qual a diferença entre o HBI-19 e o CSBD-7?
O CSBD-7, também neste site, tem sete afirmações sobre os últimos seis meses e segue a definição da CID-11: controle, espaço na vida e consequências. O HBI-19 é mais longo e acrescenta uma parte que o CSBD-7 não tem, o uso do sexo para aliviar estresse, solidão e outras emoções difíceis.
Ter muito desejo sexual é hipersexualidade?
Não. Desejo alto ou sexo frequente, sozinhos, não são um transtorno. O quadro é definido pela perda de controle que dura meses e causa sofrimento ou prejuízo importante.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
O HBI-19 mede três aspectos da hipersexualidade: o sexo como alívio, a dificuldade de controle e as consequências. Mostra se vale investigar, não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Cinquenta e três pontos ou mais indicam uma avaliação. O diagnóstico depende da consulta.
Três partes
Além do total, o resultado mostra a soma de cada parte: sexo como alívio de emoções difíceis, dificuldade de controle e consequências.
Texto de Portugal
As afirmações são a adaptação publicada em Portugal, palavra por palavra. Não encontramos validação brasileira.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
19 a 52 pontos
Sem sinais de hipersexualidade
As respostas não mostram o conjunto da hipersexualidade: sexo como principal alívio, perda de controle e prejuízo em outras áreas da vida.
- Como seria a hipersexualidade: o sexo vira a principal forma de alívio, o controle se perde e outras áreas da vida ficam prejudicadas, tudo ao mesmo tempo.
- Alívio: buscar sexo, masturbação ou pornografia para relaxar depois de um dia difícil é comum quando há outras formas de lidar com o estresse.
- Controle: o comportamento sexual segue o que foi decidido, e mudar um hábito, quando há vontade, dá certo.
- Espaço na vida: trabalho, estudo e relações não ficam para trás por causa do sexo.
- Desejo alto: muito desejo ou sexo frequente, com controle e sem prejuízo, fazem parte da vida sexual comum.
53 a 95 pontos
Sinais de hipersexualidade
As respostas mostram um comportamento sexual usado com frequência para aliviar emoções difíceis, difícil de controlar e com consequências em outras áreas da vida.
- Alívio: sexo, masturbação ou pornografia como resposta a estresse, solidão, tristeza ou raiva.
- Repetição: voltar ao mesmo comportamento depois de decidir parar, várias vezes.
- Impulso: a vontade de sexo parece mais forte que a autodisciplina, e parar é difícil mesmo diante de um risco.
- Arrependimento: atividades sexuais seguidas de arrependimento, ou contrárias ao que a própria pessoa quer para si.
- Espaço na vida: pensamentos e fantasias sexuais tiram a atenção do trabalho e do estudo, e o sexo passa à frente do que importa.
- Diferente de desejo alto: o que marca o quadro é a perda de controle com prejuízo, e a quantidade de sexo ou de desejo pesa menos.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada afirmação vale de 1 (Nunca) a 5 (Muito frequentemente). Some as 19 respostas: o total vai de 19 a 95.
- Cinquenta e três pontos ou mais é o ponto de corte.
- As três partes: sexo como alívio (itens 1, 3, 6, 8, 13, 16 e 18; de 7 a 35), controle (itens 2, 4, 7, 10, 11, 12, 15 e 17; de 8 a 40) e consequências (itens 5, 9, 14 e 19; de 4 a 20). Elas não têm ponto de corte.
Nunca = 1 · Raramente = 2 · Às vezes = 3 · Frequentemente = 4 · Muito frequentemente = 5
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 19 a 52 | Sem sinais de hipersexualidade | As respostas não mostram o conjunto da hipersexualidade: sexo como principal alívio, perda de controle e prejuízo em outras áreas da vida. |
| 53 a 95 | Sinais de hipersexualidade | As respostas mostram um comportamento sexual usado com frequência para aliviar emoções difíceis, difícil de controlar e com consequências em outras áreas da vida. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Reid RC, Garos S, Carpenter BN. Reliability, validity, and psychometric development of the Hypersexual Behavior Inventory in an outpatient sample of men. Sex Addict Compulsivity. 2011;18(1):30-51. doi.org/10.1080/10720162.2011.555709
Validação brasileira
Alckmin-Carvalho F, Bú ED, Silva WAD, Teixeira I, Wendt GW, Oliveira A, et al.. Hypersexual Behavior Inventory for men who have sex with men: bifactor validation, IRT diagnostics, and clinical cutoffs. Healthcare (Basel). 2026;14(2):138. doi.org/10.3390/healthcare14020138
Não foi encontrada validação brasileira do HBI-19. As 19 afirmações desta página são o texto em português de Portugal publicado nesse estudo (Tabela 1), que adaptou o inventário com autorização do autor original e o estudou em homens que fazem sexo com homens, em Portugal (1.116 participantes somados os quatro estudos). Nessa amostra, sem entrevista clínica e tendo como referência o grupo de maior risco identificado pela própria escala, os autores propõem 68 pontos como corte (sensibilidade de 96,4% e especificidade de 96,3%) e 75 ou mais como corte mais estrito (85,7% e 99,4%). O resultado desta página usa o corte do instrumento original, 53 pontos ou mais (Reid e colaboradores, 2011). As opções de resposta e a frase de instrução são tradução do consultório.
Instrumento original
Ciocca G, Nimbi FM, Limoncin E, Mollaioli D, Marchetti D, Verrocchio MC, et al.. Italian validation of the Hypersexual Behavior Inventory (HBI): psychometric characteristics of a self-report tool evaluating a psychopathological facet of sexual behavior. J Psychopathol. 2020;26:169-75. doi.org/10.36148/2284-0249-392

