RCBS
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Sem sinais de compras compulsivas
As respostas não mostram o conjunto de sinais das compras compulsivas: o pensamento preso em comprar e a compra por impulso, sem freio.
- Como seria a compra compulsiva: a vontade de comprar ocupa o pensamento, vem uma urgência difícil de segurar e a compra acontece mesmo sem dinheiro ou necessidade.
- Depois da compra: no quadro compulsivo o alívio dura pouco e dá lugar a culpa e arrependimento, com sacolas guardadas sem abrir e compras escondidas.
- Compra por impulso comum: levar algo que não estava na lista, de vez em quando, faz parte da vida de quase todo mundo.
- Controle: uma compra pode ser adiada ou abandonada quando o dinheiro ou o bom senso pedem.
- O que observar: dívidas que crescem, compras escondidas e brigas por causa de gastos merecem atenção quando aparecem.
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Sinais de compras compulsivas
As respostas mostram os dois lados das compras compulsivas: o pensamento preso em comprar e a compra por impulso, sem pensar nas consequências.
- Preocupação com compras: comprar ocupa boa parte do pensamento e do tempo, em lojas, sites e aplicativos.
- Impulso: a vontade vem como urgência difícil de segurar, e entra em casa o que não foi planejado e o que não faz falta.
- Alívio e culpa: a compra traz um alívio curto, seguido de arrependimento, vergonha e promessa de parar.
- Compras sem uso: sacolas e pacotes ficam fechados, guardados ou escondidos de quem mora na mesma casa.
- Consequências: aparecem dívidas, cartões no limite e discussões em casa por causa dos gastos.
Rastreio, não diagnóstico: o resultado indica se vale uma avaliação, não define um diagnóstico.
Outros testes
Testes sobre o mesmo tema
Cada um olha para o tema por um ângulo diferente.
Antes de usar
Para quem é este teste
Para quem é
- Adultos que desconfiam que compram por impulso ou que as compras ocupam espaço demais na vida.
- Quem guarda sacolas fechadas, compra o que não precisa ou ouve dos outros que compra em excesso.
- Quem quer levar à consulta um retrato organizado do próprio jeito de comprar.
Quando não usar
- Menores de 18 anos: o estudo brasileiro foi feito com adultos.
- Para concluir sem avaliação que há ou não compras compulsivas: o diagnóstico considera o prejuízo e o que acompanha as compras.
Limites do teste
- Mede a tendência a comprar, não as consequências: dívidas, brigas e compras escondidas não entram na conta.
- Não separa as compras compulsivas dos gastos que acompanham outros quadros, como depressão, ansiedade e transtorno bipolar.
- Depende de como cada pessoa vê as próprias compras, e uma soma de 24 pontos fica abaixo do corte dos autores e alcança o do estudo brasileiro.
Dúvidas sobre o RCBS
Perguntas frequentes sobre a Escala Richmond
A Escala Richmond diagnostica compras compulsivas?
Não. Ela é um rastreio da tendência a comprar de forma compulsiva. O diagnóstico depende de uma avaliação, que considera o prejuízo (dívidas, conflitos, sofrimento) e o que acompanha as compras, como depressão, ansiedade e transtorno bipolar.
Esta versão em português é validada?
Sim. As seis afirmações e os rótulos das réguas são os da versão brasileira (Leite e colaboradores, 2013), palavra por palavra. O formulário publicado não traz instrução nem rótulos para os pontos de 2 a 6; as duas frases de abertura são do consultório.
O ponto de corte é 24 ou 25?
Os autores da escala classificam como comprador compulsivo quem soma 25 pontos ou mais, e é esse o corte do resultado desta página. O estudo brasileiro trabalhou com 24 pontos ou mais. Se a sua soma foi 24, leia o resultado como limítrofe.
Qual a diferença para o teste de vício em compras (BSAS)?
A Escala Richmond mede a preocupação com compras e a compra por impulso. O Teste de vício em compras (BSAS), também nesta seção de testes, pergunta pelos sinais de dependência: tolerância, recaída, mal-estar ao ficar sem comprar e prejuízo.
Minhas respostas são guardadas?
Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.
Interpretação
O que o resultado significa
A Escala Richmond mede a tendência a comprar de forma compulsiva em dois lados: a preocupação com compras e a compra por impulso. Não define um diagnóstico.
Rastreio, não diagnóstico
Vinte e cinco pontos ou mais indicam uma avaliação. O estudo brasileiro trabalhou com 24, um ponto abaixo.
Dois lados da compra
As três primeiras afirmações tratam da preocupação com compras. As três últimas, da compra por impulso.
Dívidas não entram na conta
A escala mede a tendência a comprar, não as consequências. Dívidas, brigas e compras escondidas são avaliadas na consulta.
Nada sai do seu aparelho
As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.
Resultados possíveis
O que cada resultado descreve
Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.
6 a 24 pontos
Sem sinais de compras compulsivas
As respostas não mostram o conjunto de sinais das compras compulsivas: o pensamento preso em comprar e a compra por impulso, sem freio.
- Como seria a compra compulsiva: a vontade de comprar ocupa o pensamento, vem uma urgência difícil de segurar e a compra acontece mesmo sem dinheiro ou necessidade.
- Depois da compra: no quadro compulsivo o alívio dura pouco e dá lugar a culpa e arrependimento, com sacolas guardadas sem abrir e compras escondidas.
- Compra por impulso comum: levar algo que não estava na lista, de vez em quando, faz parte da vida de quase todo mundo.
- Controle: uma compra pode ser adiada ou abandonada quando o dinheiro ou o bom senso pedem.
- O que observar: dívidas que crescem, compras escondidas e brigas por causa de gastos merecem atenção quando aparecem.
25 a 42 pontos
Sinais de compras compulsivas
As respostas mostram os dois lados das compras compulsivas: o pensamento preso em comprar e a compra por impulso, sem pensar nas consequências.
- Preocupação com compras: comprar ocupa boa parte do pensamento e do tempo, em lojas, sites e aplicativos.
- Impulso: a vontade vem como urgência difícil de segurar, e entra em casa o que não foi planejado e o que não faz falta.
- Alívio e culpa: a compra traz um alívio curto, seguido de arrependimento, vergonha e promessa de parar.
- Compras sem uso: sacolas e pacotes ficam fechados, guardados ou escondidos de quem mora na mesma casa.
- Consequências: aparecem dívidas, cartões no limite e discussões em casa por causa dos gastos.
Pontuação
Como o resultado é calculado
- Cada afirmação vale o número marcado, de 1 a 7.
- Some as seis respostas: o total vai de 6 a 42. Vinte e cinco pontos ou mais é o ponto de corte dos autores da escala; o estudo brasileiro trabalhou com 24 pontos ou mais.
| Pontos | Resultado | O que indica |
|---|---|---|
| 6 a 24 | Sem sinais de compras compulsivas | As respostas não mostram o conjunto de sinais das compras compulsivas: o pensamento preso em comprar e a compra por impulso, sem freio. |
| 25 a 42 | Sinais de compras compulsivas | As respostas mostram os dois lados das compras compulsivas: o pensamento preso em comprar e a compra por impulso, sem pensar nas consequências. |
MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305
Fontes
Em que se baseia este teste
Instrumento original
Ridgway NM, Kukar-Kinney M, Monroe KB. An expanded conceptualization and a new measure of compulsive buying. J Consum Res. 2008;35(4):622-39. doi.org/10.1086/591108
Validação brasileira
Leite P, Rangé B, Kukar-Kiney M, Ridgway N, Monroe K, Ribas Junior R, et al.. Cross-cultural adaptation, validation and reliability of the Brazilian version of the Richmond Compulsive Buying Scale. Rev Bras Psiquiatr. 2013;35(1):38-43. doi.org/10.1016/j.rbp.2012.10.004
O estudo brasileiro (254 adultos, 22 deles com diagnóstico de compras compulsivas por entrevista clínica) trabalhou com 24 pontos ou mais: 21 das 22 pessoas com o diagnóstico chegaram a esse valor (sensibilidade de 95,4%), e a especificidade foi de 89,1%. O resultado desta página usa o corte dos autores da escala, 25 pontos ou mais (acima do ponto médio da escala); quem soma exatamente 24 fica abaixo do corte nesta página e alcança o corte do estudo brasileiro.

