Dr. Roberto GimenaPsiquiatra em Botafogo(página inicial)

Teste de rastreio

Teste de autismo em adultos (RAADS-R)

Mostra em detalhe os sinais de autismo num adulto, hoje e na juventude, com um total e quatro áreas: convívio social, interesses muito focados, linguagem e sentidos e movimentos. São 80 perguntas sobre experiências de vida e jeito de ser.

80 afirmações15 min para responderNada é enviado

Experiências de vida e características de personalidade que podem se aplicar a você.

1 de 80Sou uma pessoa empática.
2 de 80Frequentemente uso palavras e frases de filmes e da televisão nas conversas.
3 de 80Frequentemente fico surpreso(a) quando os outros me dizem que fui grosseiro(a).
4 de 80Às vezes, falo muito alto ou baixo demais, sem perceber.
5 de 80Frequentemente não sei como reagir em situações sociais.
6 de 80Eu consigo “me colocar no lugar do outro”.
7 de 80Eu acho difícil entender o que algumas frases significam, como “você é a menina dos meus olhos”.
8 de 80Eu só gosto de conversar com pessoas que têm os mesmos interesses que os meus.
9 de 80Eu foco mais nos detalhes do que na ideia geral.
10 de 80Eu sempre percebo a textura da comida na minha boca, isso é mais importante do que o gosto.
11 de 80Sinto saudades dos meus melhores amigos ou da minha família quando estamos separados por muito tempo.
12 de 80Às vezes, eu ofendo os outros por dizer o que penso, mesmo que não seja minha intenção.
13 de 80Eu só gosto de pensar e falar sobre as poucas coisas que me interessam.
14 de 80Prefiro sair para comer em um restaurante sozinho(a) do que com alguém que conheço.
15 de 80Não consigo imaginar como seria ser outra pessoa.
16 de 80Já me disseram que sou desajeitado(a) ou sem coordenação.
17 de 80Os outros me acham estranho(a) ou diferente.
18 de 80Percebo quando meus amigos precisam ser consolados.
19 de 80Sou muito sensível a como sinto as roupas na minha pele. A sensação que as roupas provocam no corpo é mais importante do que a aparência.
20 de 80Gosto de copiar como certas pessoas falam e agem. Isso me ajuda a parecer mais natural.
21 de 80Para mim, pode ser muito intimidante conversar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
22 de 80Tenho de “agir normalmente” para agradar as pessoas e fazer com que gostem de mim.
23 de 80Conhecer pessoas é, em geral, algo fácil para mim.
24 de 80Fico extremamente confuso(a) quando alguém me interrompe quando estou falando sobre algo que me é muito interessante.
25 de 80É difícil para mim entender como as outras pessoas estão se sentindo quando estamos conversando.
26 de 80Gosto de conversar com várias pessoas ao mesmo tempo, por exemplo, à mesa do jantar, na escola ou no trabalho.
27 de 80Interpreto as coisas de forma muito literal, e acabo não entendendo o que as pessoas estão tentando me dizer.
28 de 80É muito difícil entender quando as pessoas estão envergonhadas ou com ciúmes.
29 de 80Algumas texturas comuns que não incomodam os outros me incomodam muito quando tocam a minha pele.
30 de 80Fico extremamente irritado(a) quando a maneira em que costumo fazer as coisas muda de repente.
31 de 80Nunca quis ou precisei do que as outras pessoas chamam de “relacionamento íntimo”.
32 de 80É difícil para mim começar e interromper uma conversa. Preciso continuar até terminá-la.
33 de 80Falo num ritmo comum a maioria das pessoas.
34 de 80Sons, cores e texturas que inicialmente me incomodam muito, com o passar do tempo tornam-se irrelevantes.
35 de 80A frase “Carrego você em meu coração” faz eu me sentir muito desconfortável.
36 de 80Às vezes o som de uma palavra ou de um barulho agudo pode ser insuportável para os meus ouvidos.
37 de 80Sou uma pessoa compreensiva.
38 de 80Eu não me sinto conectado(a) com personagens de filmes e não consigo sentir o que eles sentem.
39 de 80Eu não consigo perceber quando alguém está flertando comigo.
40 de 80Consigo visualizar em minha mente, com detalhes muito precisos, as coisas que me interessam.
41 de 80Eu listo coisas que me interessam, mesmo que pareçam não ter uso prático (estatísticas esportivas, horários de ônibus/metrô, eventos comemorativos, fatos históricos e datas).
42 de 80Quando estou sobrecarregado(a) sensorialmente, tenho de me isolar para conseguir me autorregular.
43 de 80Gosto de discutir coisas com os meus amigos (ex.: debater um assunto).
44 de 80Não sei dizer se alguém está interessado ou entediado com o que estou falando.
45 de 80Para mim, pode ser difícil entender as expressões faciais e corporais de alguém que esteja falando.
46 de 80A mesma coisa (como roupas e a percepção de temperaturas) variam para mim a depender da ocasião.
47 de 80Eu me sinto muito à vontade em encontros e ocasiões sociais com outras pessoas.
48 de 80Tento ser o mais prestativo(a) possível quando as pessoas me contam seus problemas pessoais.
49 de 80Me disseram que tenho uma voz incomum (por exemplo, monótona, infantil ou estridente).
50 de 80Às vezes um assunto fica na minha mente, e eu tenho de falar sobre ele, mesmo que ninguém esteja interessado.
51 de 80Eu faço movimentos com minhas mãos repetitivamente (como agitá-las, girar pauzinhos ou linhas, mexer coisas diante dos meus olhos).
52 de 80Nunca me interessei pelas coisas que a maioria das pessoas considera interessantes.
53 de 80Sou considerado(a) uma pessoa com compaixão.
54 de 80Para me dar bem com pessoas, sigo uma lista de regras específicas que me ajudam a parecer mais natural.
55 de 80Para mim é muito difícil trabalhar ou fazer parte de grupos.
56 de 80Quando falo com alguém, é difícil mudar de assunto. Se a outra pessoa muda de assunto, fico muito aborrecido(a) ou confuso(a).
57 de 80Às vezes, cubro os ouvidos para bloquear sons muito altos (como aspiradores de pó ou pessoas que falam bastante ou muito alto).
58 de 80Eu consigo bater papo ou ter uma conversa fiada com as pessoas.
59 de 80Às vezes, coisas que deveriam ser doloridas não são (por exemplo, quando me machuco ou queimo a mão no fogão).
60 de 80Quando estou falando com alguém, acho difícil saber quando é a minha vez de falar ou de ouvir.
61 de 80Sou considerada uma pessoa solitária pelos que me conhecem bem.
62 de 80Geralmente falo com um tom de voz normal.
63 de 80Eu gosto que as coisas sejam feitas exatamente do mesmo jeito todos os dias, pequenas mudanças nas minhas rotinas me chateiam.
64 de 80Como fazer amigos e socializar é um mistério para mim.
65 de 80Me acalma girar ou balançar em uma cadeira quando estou me sentindo estressado(a).
66 de 80A frase “O que ele sente está estampado em sua testa” não faz sentido para mim.
67 de 80Quando estou num lugar em que há muitos cheiros, texturas, barulhos ou luzes intensas, fico ansioso(a) ou assustado(a).
68 de 80Reconheço quando alguém diz uma coisa, mas na realidade quer dizer outra coisa.
69 de 80Gosto de ficar sozinho(a) o máximo que eu puder.
70 de 80Meus pensamentos estão guardados na minha memória como em fichas de arquivo. Eu escolho o que preciso olhando para a pilha de fichas e encontrando o correto (ou outra maneira específica).
71 de 80O mesmo som me parece, às vezes, muito alto ou muito baixo, mesmo quando eu sei que o volume não foi mudado.
72 de 80Gosto de passar o tempo comendo e conversando com minha família e amigos.
73 de 80Não tolero as coisas que não gosto (como cheiros, texturas, sons ou cores).
74 de 80Não gosto de ser abraçado(a) ou segurado(a).
75 de 80Quando vou a algum lugar tenho de seguir uma rotina familiar – ou posso ficar muito confuso(a) e chateado(a).
76 de 80É difícil descobrir o que as pessoas esperam de mim.
77 de 80Gosto de ter amigos próximos.
78 de 80As pessoas falam que dou muitos detalhes quando falo.
79 de 80Frequentemente me dizem que faço perguntas embaraçosas.
80 de 80Costumo apontar os erros dos outros.

Antes de usar

Para quem é este teste

  • Para quem é

    • Adultos que notam, desde a juventude, dificuldades no convívio, apego à rotina ou incômodo forte com sons e texturas.
    • Quem já fez um rastreio curto de autismo e quer ver o detalhe em quatro áreas.
    • Quem quer levar à avaliação um retrato organizado dos traços de hoje e de antes dos 16 anos.
  • Quando não usar

    • Crianças e adolescentes: a escala foi feita para adultos.
    • Para concluir sozinho por um diagnóstico de autismo, que depende de entrevista, história de vida e, se possível, relato da infância.
  • Limites do teste

    • Foi desenhada para ser respondida com um clínico ao lado: sem essa ajuda, cada pessoa interpreta as frases à sua maneira e o total fica menos seguro.
    • Não separa o autismo do desconforto com as pessoas que começou na vida adulta, como o da ansiedade social, da depressão ou do esgotamento.
    • A versão brasileira teve só a validade de conteúdo avaliada, e o ponto de corte vem do estudo original, em inglês.

Dúvidas sobre o RAADS-R

Perguntas frequentes sobre o RAADS-R

O RAADS-R diagnostica autismo?

Não. Os autores o descrevem como um instrumento de apoio ao diagnóstico clínico. No estudo original, 65 pontos ou mais é o resultado compatível com autismo, e os autores afirmam que, quando a avaliação clínica aponta autismo e o total fica abaixo de 65, vale a avaliação clínica.

Qual a diferença para o RAADS-14 deste site?

Este é o instrumento completo: 80 afirmações, cerca de 15 minutos, com o total e quatro áreas. O RAADS-14 é um rastreio curto, com 14 dessas afirmações, que leva cerca de 3 minutos e dá um só número. Quem quer um primeiro sinal pode começar pelo curto; quem quer o detalhe por área responde este.

Esta versão em português é validada?

Em parte. O texto é a RAADS-R-BR, a tradução e adaptação brasileira das 80 afirmações (tese de doutorado de Mayck Hartwig, UFRRJ, 2023), reproduzida palavra por palavra; a tese avaliou a validade de conteúdo. Em 2026 os mesmos autores divulgaram um estudo, ainda sem revisão por pares, em que o conjunto de 80 afirmações teve ajuste inadequado e uma versão de 70 teve desempenho melhor. O ponto de corte de 65 vem do estudo original, em inglês.

Posso responder sem um profissional?

Pode, mas o resultado pede cuidado. A escala foi desenhada para ser respondida com um clínico ao lado, que esclarece as dúvidas; o formulário original prevê cerca de uma hora nessa situação. Sem esse apoio, cada pessoa interpreta as frases à sua maneira, e o total fica menos seguro.

Por que as respostas perguntam sobre a juventude?

Porque o autismo está presente desde cedo. Um traço verdadeiro hoje e na juventude vale mais do que um traço que apareceu só na vida adulta ou que existiu só antes dos 16 anos.

Minhas respostas são guardadas?

Não. O cálculo acontece no seu navegador e as respostas somem quando a página é fechada. Nenhuma resposta é enviada ao consultório.

Interpretação

O que o resultado significa

O RAADS-R reúne traços de autismo em adultos em quatro áreas e mostra se vale investigar; não define um diagnóstico.

  • Apoio ao diagnóstico

    Os autores criaram a escala para ajudar o clínico. O diagnóstico de autismo em adultos depende de entrevista, história de vida e, se possível, relato da infância.

  • Feita para ter um clínico ao lado

    No estudo original e na versão brasileira, um clínico acompanha quem responde e esclarece dúvidas. Respondida sem essa ajuda, a escala é menos segura.

  • Quatro áreas

    Interação social, interesses restritos, linguagem e sensório-motor. Os quatro números mostram onde os traços se concentram; só o total tem ponto de corte.

  • Nada sai do seu aparelho

    As respostas ficam no seu navegador até você fechar a página. Compartilhar o resultado é uma escolha sua.

Resultados possíveis

O que cada resultado descreve

Todos os resultados do teste, para ler sem precisar responder.

  • 0 a 64 pontos

    As respostas não mostram o conjunto que caracteriza o autismo: dificuldades no convívio e na linguagem, interesses restritos e incômodo forte com sons e texturas, presentes desde a infância.

    • Autismo no adulto: dificuldades antigas para entender o que os outros sentem e esperam, para conversar e fazer amigos, junto com apego à rotina e sentidos muito sensíveis.
    • Traços isolados: preferir detalhes, incomodar-se com barulho ou não gostar de mudanças de plano são características comuns, presentes em muita gente sem autismo.
    • Timidez e introversão: preferir poucos amigos e cansar-se de eventos sociais é diferente de não entender como a conversa e a amizade funcionam.
    • Dificuldade recente: o desconforto com as pessoas que começou na vida adulta costuma vir de ansiedade social, depressão ou esgotamento.
    • Mascaramento: quem aprendeu cedo a observar e imitar os outros mostra menos as dificuldades, ao custo de muito cansaço depois do convívio.
  • 65 a 240 pontos

    As respostas mostram traços de autismo no convívio, nos interesses e na rotina, na linguagem e nos sentidos, muitos deles presentes desde a juventude.

    • Convívio: dificuldade para perceber o que o outro sente e espera, para fazer amigos e para estar em grupo, com preferência por ficar só.
    • Regras da conversa: não saber quando falar e quando ouvir, ofender sem intenção, não notar tédio ou flerte, e copiar o jeito dos outros para parecer natural.
    • Interesses e rotina: poucos assuntos que ocupam quase todo o pensamento, atenção aos detalhes e incômodo forte com mudanças no modo habitual de fazer as coisas.
    • Linguagem: entender as frases ao pé da letra, estranhar expressões e ditados, repetir falas de filmes e achar difícil a conversa fiada.
    • Sentidos e corpo: sons, texturas, cheiros e luzes incomodam muito, a sobrecarga pede isolamento, e movimentos repetidos ajudam a acalmar.
    • Desde a infância: no autismo esses traços vêm desde cedo, o que o separa da ansiedade social, em que as regras da conversa são entendidas e o medo é do julgamento.

Pontuação

Como o resultado é calculado

  • Cada afirmação vale 3 (verdadeiro hoje e quando eu era jovem), 2 (apenas hoje), 1 (apenas quando eu tinha menos de 16 anos) ou 0 (nunca foi verdadeiro).
  • Em 17 afirmações a pontuação é invertida (0, 1, 2, 3): 1, 6, 11, 18, 23, 26, 33, 37, 43, 47, 48, 53, 58, 62, 68, 72 e 77. Elas descrevem comportamentos comuns, como “Sou uma pessoa empática”.
  • Some as 80 respostas: o total vai de 0 a 240. No estudo original, 65 pontos ou mais é o resultado compatível com autismo.
  • Interação social (0 a 117): 1, 3, 5, 6, 8, 11, 12, 14, 17, 18, 20, 21, 22, 23, 25, 26, 28, 31, 37, 38, 39, 43, 44, 45, 47, 48, 53, 54, 55, 60, 61, 64, 68, 69, 72, 76, 77, 79 e 80.
  • Interesses restritos (0 a 42): 9, 13, 24, 30, 32, 40, 41, 50, 52, 56, 63, 70, 75 e 78. Linguagem (0 a 21): 2, 7, 15, 27, 35, 58 e 66.
  • Sensório-motor (0 a 60): 4, 10, 16, 19, 29, 33, 34, 36, 42, 46, 49, 51, 57, 59, 62, 65, 67, 71, 73 e 74. As quatro áreas não têm ponto de corte próprio.

Verdadeiro hoje e quando eu era jovem = 3 · Verdadeiro apenas hoje = 2 · Verdadeiro apenas quando eu tinha menos de 16 anos = 1 · Nunca foi verdadeiro = 0

Pontuação total (0 a 240 pontos)
PontosResultadoO que indica
0 a 64Sem sinais de autismoAs respostas não mostram o conjunto que caracteriza o autismo: dificuldades no convívio e na linguagem, interesses restritos e incômodo forte com sons e texturas, presentes desde a infância.
65 a 240Sinais de autismoAs respostas mostram traços de autismo no convívio, nos interesses e na rotina, na linguagem e nos sentidos, muitos deles presentes desde a juventude.

MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305

Fontes

Em que se baseia este teste

  • Instrumento original

    Ritvo RA, Ritvo ER, Guthrie D, Ritvo MJ, Hufnagel DH, McMahon W, et al.. The Ritvo Autism Asperger Diagnostic Scale-Revised (RAADS-R): a scale to assist the diagnosis of autism spectrum disorder in adults: an international validation study. J Autism Dev Disord. 2011;41(8):1076-89. doi.org/10.1007/s10803-010-1133-5

  • Validação brasileira

    Hartwig MD. Tradução e adaptação transcultural do Ritvo Autism Asperger Scale Revised (RAADS-R) para o português do Brasil (tese de doutorado, UFRRJ). Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. 2023. rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/20797

    A tese traduziu e adaptou as 80 afirmações (RAADS-R-BR) e avaliou a validade de conteúdo; não define ponto de corte brasileiro. O ponto de corte desta página (65 de 240) é o do estudo original, feito com 201 adultos autistas e 578 pessoas de comparação em nove centros de língua inglesa, com um clínico ao lado de quem respondia: sensibilidade de 97% e especificidade de 100%.

  • Validação brasileira

    Hartwig M, Pires EU. Validity evidence for the 70-item Brazilian version of the Ritvo Autism Diagnostic Scale-Revised (RADS-R-BR-70) (preprint). Research Square. 2026. doi.org/10.21203/rs.3.rs-10670779/v1

    Preprint, ainda sem revisão por pares, com 1.051 brasileiros de 17 a 68 anos (819 com diagnóstico de autismo e 232 sem). O modelo original de 80 afirmações teve ajuste inadequado; com 70 afirmações, o modelo de quatro fatores teve ajuste aceitável e boa capacidade de separar os grupos (área sob a curva de 0,858 a 0,936). Os autores concluem que a escala serve para rastreio e não deve ser usada sozinha para o diagnóstico. Esta página mantém as 80 afirmações e a regra do estudo original.

Aviso de direitos

RAADS-R © Riva Ariella Ritvo e Edward Ritvo, 2007. Versão brasileira (RAADS-R-BR): Mayck Djúnior Hartwig, 2023.

O resultado preocupou?

Uma avaliação esclarece o que o teste só indica. Presencial em Botafogo ou online para todo o Brasil, das 13h às 21h.

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Dr. Roberto Gimena sentado no consultório, com um leve sorriso e um caderno aberto nas mãos
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