Dr. Roberto GimenaPsiquiatra em Botafogo(página inicial)
Dr. Roberto Gimena sentado numa poltrona do consultório, olhando para a câmera

Médico, psiquiatra e psicólogo formado pela UFRJ

Psiquiatra especialista em Borderline em Botafogo, RJ

Diagnóstico claro, tratamento eficaz.

  • Tudo em um só lugar: Avaliação, Testagem, Medicação, Terapia até o Laudo.
  • Horários de 13h às 21h.
  • Consultório em Botafogo. Presencial ou online.

4,969 avaliações no Google

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MÉDICO · CRM 111290-2/RJ · Psiquiatria — RQE 49305

Atendimento integrado

Benefícios principais

Prática em neuropsiquiatria aplicada.

  • Diagnóstico

    Clareza diagnóstica a partir da primeira consulta, com testes quando indicados.

  • DBT (Terapia Comportamental Dialética)

    Abordagem de primeira escolha para borderline.

  • Regulação emocional

    Aprender a lidar com sentimentos intensos e instáveis.

  • Plano de segurança

    Apoio em momentos de risco de automutilação ou suicídio.

  • Autoconsciência emocional

    Benefício direto do tratamento e prática terapêutica.

  • Entre consultas

    Acompanhamento ativo pelo WhatsApp entre consultas.

Dr. Roberto Gimena sorrindo durante uma consulta, com o paciente de costas

Sinais de borderline

Será que é com você?

As emoções vêm fortes, às vezes difíceis de controlar. Relacionamentos se tornam intensos, com medo constante de abandono. Sentir demais pode cansar e confundir.

O que mais ouvimos no consultório

Perguntas comuns antes da primeira consulta:

  • Por que meu humor muda do céu ao inferno em minutos?
  • Por que me apego tão rápido e depois sinto vontade de afastar?
  • Como lidar com esse vazio constante?
  • Preciso tomar remédio para sempre? Existe risco de dependência?
  • Já ouvi falar que Borderline não tem cura… então vale a pena tratar?
  • Se eu já tentei outros tratamentos e nada resolveu, por que esse poderia funcionar?

O que costuma levar à consulta

Sinais que aparecem no dia a dia:

  • Instabilidade emocional: Oscilações rápidas de humor, intensas e imprevisíveis. Muitas vezes como uma montanha-russa diária.
  • Medo de abandono: Ansiedade constante de ser deixado, mesmo em situações estáveis. É um medo profundo e persistente.
  • Impulsividade: Ações feitas sem pensar, como gastar demais, dirigir em risco ou usar substâncias. Comportamentos de alto impacto.
  • Sentimento de vazio: Sensação crônica de que nada faz sentido. Um vazio que parece impossível de preencher.
  • Automutilação: Cortes, queimaduras ou outras formas de autolesão como tentativa de lidar com a dor emocional.
  • Raiva intensa: Explosões de fúria desproporcionais, muitas vezes seguidas de culpa ou cansaço.
  • Idealização e desvalorização: Percepção de alguém como perfeito e, logo em seguida, como terrível. Ciclos de 8 ou 80 nas relações.
  • Labilidade emocional: Mudanças de humor frequentes e rápidas, muitas vezes sem um gatilho aparente.
  • Sintomas dissociativos: Momentos de sentir-se desconectado da própria mente ou do corpo. Como se estivesse fora de si.
  • Instabilidade de identidade: Dificuldade em manter uma noção clara e contínua de quem se é. Alterações frequentes de autoimagem.
  • Apego ansioso: Medo exagerado de ficar só, necessidade constante de proximidade e validação.
  • Descontrole da raiva: Raiva que explode de forma súbita, difícil de conter no momento. Pode gerar conflitos graves.
  • Instabilidade de autoimagem: A percepção de si muda de acordo com o contexto, com variações frequentes e confusas.

Como funciona

Próximos passos

  1. Marque a sua consulta

    Conforme a sua agenda. Online ou presencial.

    • Consultas no horário marcado, sem atrasos.
    • Agendamento emergencial disponível para o mesmo dia, quando necessário.
    • Tempo suficiente para escutar e entender o paciente profundamente.
  2. Entrevista clínica aprofundada

    Histórico, contexto atual e objetivos. Conversamos sobre o que está acontecendo com você.

  3. Você passa por uma avaliação detalhada

    • Testagem neuropsicológica
    • Exames de imagem
    • Exames laboratoriais
    • Testagem genética
  4. Devolutiva clara

    Diagnóstico e explicação do seu tipo de Apego, segundo Bowlby. Orientações sobre como lidar com suas dificuldades.

  5. Plano terapêutico personalizado

    • Medicação, quando indicada (sempre na menor dose eficaz e com monitoramento).
    • DBT (Terapia Comportamental Dialética): abordagem de primeira escolha para borderline.
    • Contato entre consultas: Esclarecemos dúvidas por WhatsApp. Ajustamos dose conforme evolução.
    • À medida que você melhora: Espaçamento entre consultas. Reduzimos gradualmente as medicações. Acompanhamos seu progresso.

Tratamento

Como é o tratamento

Planos de tratamento com objetivos definidos.

  • Dr. Roberto Gimena na poltrona, ouvindo um paciente que aparece de costas

    DBT (Terapia Comportamental Dialética)

    Abordagem de primeira escolha para borderline.

    • A DBT é específica para borderline e ajuda em áreas que outros métodos não alcançam, como regulação emocional e impulsividade.
    • Terapia Baseada em Esquemas e mentalização (MBT), todas focadas em emoções intensas, relações instáveis e medo de abandono.
    • Menos explosões, vínculos menos caóticos e maior autoconsciência são sinais de evolução.
  • Dr. Roberto Gimena à mesa, segurando um caderno amarelo, ao lado do notebook

    Medicação, quando indicada

    Sempre na menor dose eficaz e com monitoramento.

    • Em geral os fármacos usados para borderline não geram dependência química.
    • O uso é ajustado com cuidado e muitas vezes combinado com DBT.
    • Em alguns casos, medicação para reduzir impulsividade.
  • Dr. Roberto Gimena trabalhando no notebook, à mesa do consultório

    Plano de segurança

    Apoio em momentos de risco de automutilação ou suicídio.

    • Há técnicas de plano de segurança e estratégias de contenção justamente para momentos de maior risco.
    • Contato entre consultas: esclarecemos dúvidas por WhatsApp.
    • Orientação da família, com sua autorização.

Dúvidas sobre Borderline

Perguntas frequentes

Estou pensando em me machucar. O que faço agora?

Procure ajuda imediata: ligue 188 (CVV, 24 horas, gratuito), 192 (SAMU) ou vá a uma emergência. O plano de segurança feito no tratamento ajuda a atravessar esses momentos.

Tratamento e processo

Preciso tomar remédio para sempre? Existe risco de dependência?

O tratamento pode envolver medicação, mas em geral os fármacos usados para borderline não geram dependência química. O uso é ajustado com cuidado e muitas vezes combinado com DBT (Terapia Comportamental Dialética).

Se eu já tentei outros tratamentos e nada resolveu, por que esse poderia funcionar?

A DBT é específica para borderline e ajuda em áreas que outros métodos não alcançam, como regulação emocional e impulsividade.

Qual a diferença entre um tratamento comum e um especializado para Borderline?

O especializado usa técnicas como DBT, Terapia Baseada em Esquemas e mentalização (MBT), todas focadas em emoções intensas, relações instáveis e medo de abandono.

Quanto tempo leva para eu sentir melhora?

Muitos pacientes relatam mudanças em poucas semanas, mas o progresso é gradual e exige constância.

Já ouvi falar que Borderline não tem cura… então vale a pena tratar?

O diagnóstico não é permanente. E com manejo eficaz, há formas de conquistar estabilidade, reduzir crises e melhorar a qualidade de vida mesmo com borderline.

Sintomas e vivências

Por que meu humor muda do céu ao inferno em minutos?

Isso faz parte da instabilidade emocional do borderline, marcada por oscilações intensas e rápidas.

Consigo controlar meus impulsos (explosões, automutilação) com tratamento adequado?

O manejo inclui estratégias de autocontrole, suporte terapêutico e, em alguns casos, medicação para reduzir impulsividade.

Como lidar com esse vazio constante?

O vazio é um sintoma central, marcado por uma sensação persistente de falta de sentido ou de estar desconectado de si mesmo. Lidar com isso envolve reconhecer esse sentimento, dar nome a ele e buscar formas de preencher a rotina com atividades, vínculos e pequenos propósitos que tragam ancoragem.

Como diferenciar Borderline de depressão ou ansiedade?

Borderline envolve mudanças rápidas de humor, medo intenso de abandono e instabilidade nos relacionamentos, o que o diferencia de quadros de humor mais lineares.

Por que a raiva às vezes parece incontrolável e depois vem a culpa?

A raiva pode surgir como uma reação intensa a frustrações ou sentimentos de rejeição, tomando proporções maiores do que a situação em si. Depois da explosão, é comum vir um peso de culpa ou sensação de desgaste.

E se eu não conseguir controlar a impulsividade e acabar me machucando?

Há técnicas de plano de segurança e estratégias de contenção justamente para momentos de maior risco.

Por que me apego tão rápido e depois sinto vontade de afastar?

É o padrão de 8 ou 80: idealização e desvalorização, que tornam os vínculos instáveis.

Por que pequenas críticas parecem acabar com a minha autoestima?

Porque existe uma hipersensibilidade à rejeição, muito característica do borderline.

Tratamento e Apoio

O trauma da infância pode influenciar nos sintomas atuais?

Sim. Experiências precoces de rejeição ou abuso podem estar ligadas à instabilidade emocional.

Quais sinais mostram que estou avançando mesmo quando não parece?

Menos explosões, vínculos menos caóticos e maior autoconsciência são sinais de evolução.

Tenho depressão também, como tratar os dois?

A anedonia da depressão é a sensação de anestesia das emoções, sem poder sentir prazer. É um sintoma comum entre os dois. Devem ser abordados juntos.

Psiquiatria com ciência, cuidado e atenção aos detalhes

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Dr. Roberto Gimena sorrindo, sentado numa poltrona do consultório
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