Atendimento integrado
Diagnóstico, tratamento e acompanhamento no mesmo lugar
Prática em neuropsiquiatria aplicada.
Diagnóstico
Diagnóstico explicado a partir da primeira consulta, com testes quando indicados.
DBT (Terapia Comportamental Dialética)
Abordagem de primeira escolha para borderline.
Regulação emocional
Aprender a lidar com sentimentos intensos e instáveis.
Plano de segurança
Apoio em momentos de risco de automutilação ou suicídio.
Autoconsciência emocional
Resultado direto do tratamento e da prática terapêutica.
Entre consultas
Dúvidas respondidas pelo WhatsApp entre uma consulta e outra.

Sinais
Como o borderline aparece nas emoções e nas relações
As emoções vêm fortes, às vezes difíceis de controlar. Relacionamentos se tornam intensos, com medo constante de abandono. Sentir demais pode cansar e confundir.
O que mais ouvimos no consultório
Perguntas comuns antes da primeira consulta:
Por que meu humor muda do céu ao inferno em minutos?
Por que me apego tão rápido e depois sinto vontade de afastar?
Como lidar com esse vazio constante?
Preciso tomar remédio para sempre? Existe risco de dependência?
Já ouvi falar que Borderline não tem cura… então vale a pena tratar?
O que costuma levar à consulta
Sinais que aparecem no dia a dia:
- Instabilidade emocional: Oscilações rápidas de humor, intensas e imprevisíveis. Muitas vezes como uma montanha-russa diária.
- Medo de abandono: Ansiedade constante de ser deixado, mesmo em situações estáveis. É um medo profundo e persistente.
- Impulsividade: Ações feitas sem pensar, como gastar demais, dirigir em risco ou usar substâncias. Comportamentos de alto impacto.
- Sentimento de vazio: Sensação crônica de que nada faz sentido. Um vazio que parece impossível de preencher.
- Automutilação: Cortes, queimaduras ou outras formas de autolesão como tentativa de lidar com a dor emocional.
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- Raiva intensa: Explosões de fúria desproporcionais, muitas vezes seguidas de culpa ou cansaço.
- Idealização e desvalorização: Percepção de alguém como perfeito e, logo em seguida, como terrível. Ciclos de 8 ou 80 nas relações.
- Labilidade emocional: Mudanças de humor frequentes e rápidas, muitas vezes sem um gatilho aparente.
- Sintomas dissociativos: Momentos de sentir-se desconectado da própria mente ou do corpo. Como se estivesse fora de si.
- Instabilidade de identidade: Dificuldade em manter uma noção clara e contínua de quem se é. Alterações frequentes de autoimagem.
- Apego ansioso: Medo exagerado de ficar só, necessidade constante de proximidade e validação.
- Descontrole da raiva: Raiva que explode de forma súbita, difícil de conter no momento. Pode gerar conflitos graves.
- Instabilidade de autoimagem: A percepção de si muda de acordo com o contexto, com variações frequentes e confusas.
Como funciona
Do agendamento ao acompanhamento

Marque a sua consulta
Conforme a sua agenda. Online ou presencial.
- Consultas no horário marcado, sem atrasos.
- Agendamento emergencial disponível para o mesmo dia, quando necessário.
- Tempo para ouvir e entender você com calma.

Entrevista clínica aprofundada
Histórico, contexto atual e objetivos. Converso com você sobre o que está acontecendo.

Avaliação detalhada
- Testagem neuropsicológica
- Exames de imagem
- Exames laboratoriais
- Testagem genética

Devolutiva clara
Você recebe o diagnóstico e a explicação do seu tipo de apego, segundo Bowlby. Recebe também orientações para lidar com as dificuldades.

Plano terapêutico personalizado
- Medicação, quando indicada, na menor dose eficaz e com monitoramento.
- DBT (Terapia Comportamental Dialética): abordagem de primeira escolha para borderline.
- Contato entre consultas: dúvidas pelo WhatsApp e ajuste de dose conforme a evolução.
- À medida que você melhora: consultas mais espaçadas, redução gradual da medicação e acompanhamento do seu progresso.
Tratamento
Como é o tratamento
Planos de tratamento com objetivos definidos.

DBT (Terapia Comportamental Dialética)
Abordagem de primeira escolha para borderline.
- Ajuda na regulação emocional e na impulsividade, áreas que outros métodos não alcançam.
- Outras técnicas: Terapia Baseada em Esquemas e mentalização, para emoções intensas, relações instáveis e medo de abandono.
- Sinais de evolução: menos explosões, vínculos menos caóticos e maior autoconsciência.

Medicação, quando indicada
Sempre na menor dose eficaz e com monitoramento.
- Em geral, os remédios usados para borderline não causam dependência química.
- O uso é ajustado com cuidado e muitas vezes combinado com DBT.
- Em alguns casos, medicação para reduzir a impulsividade.

Plano de segurança
Apoio em momentos de risco de automutilação ou suicídio.
- Técnicas de plano de segurança e estratégias de contenção para os momentos de maior risco.
- Contato entre consultas: dúvidas respondidas pelo WhatsApp.
- Orientação da família, com sua autorização.
Dúvidas sobre Borderline
Perguntas frequentes
Estou pensando em me machucar. O que faço agora?
Procure ajuda imediata: ligue 188 (CVV, 24 horas, gratuito), 192 (SAMU) ou vá a uma emergência. O plano de segurança feito no tratamento ajuda a atravessar esses momentos.
Tratamento e processo
Preciso tomar remédio para sempre? Existe risco de dependência?
Não necessariamente: à medida que você melhora, a medicação é reduzida aos poucos. Em geral, os remédios usados para borderline não causam dependência química. O uso é ajustado com cuidado e muitas vezes combinado com DBT (Terapia Comportamental Dialética).
Se eu já tentei outros tratamentos e nada resolveu, por que esse poderia funcionar?
Porque a DBT é específica para borderline. Ela ajuda em áreas que outros métodos não alcançam, como regulação emocional e impulsividade.
Qual a diferença entre um tratamento comum e um especializado para Borderline?
O especializado usa técnicas como DBT, Terapia Baseada em Esquemas e mentalização (MBT). Todas focam emoções intensas, relações instáveis e medo de abandono.
Quanto tempo leva para eu sentir melhora?
Muitos pacientes relatam mudanças em poucas semanas, mas o progresso é gradual e exige constância.
Borderline tem cura? Vale a pena tratar?
Vale a pena tratar. O diagnóstico não é permanente. Com o tratamento, dá para conquistar estabilidade, reduzir as crises e melhorar a qualidade de vida, mesmo com borderline.
Sintomas e vivências
Por que meu humor muda do nada?
Porque a instabilidade emocional faz parte do borderline. As oscilações são intensas e rápidas.
Consigo controlar meus impulsos (explosões, automutilação) com tratamento adequado?
O tratamento trabalha isso com estratégias de autocontrole, suporte terapêutico e, em alguns casos, medicação para reduzir a impulsividade.
Como lidar com esse vazio constante?
Reconhecendo esse sentimento, dando nome a ele e preenchendo a rotina com atividades, vínculos e pequenos propósitos. O vazio é um sintoma central do borderline. É uma sensação persistente de falta de sentido ou de estar desconectado de si mesmo.
Como diferenciar Borderline de depressão ou ansiedade?
O borderline envolve mudanças rápidas de humor, medo intenso de abandono e instabilidade nos relacionamentos. Isso o diferencia de quadros de humor mais lineares.
Por que a raiva às vezes parece incontrolável e depois vem a culpa?
A raiva pode surgir como reação intensa a frustrações ou sentimentos de rejeição, maior do que a situação em si. Depois da explosão, é comum vir a culpa ou a sensação de desgaste.
E se eu não conseguir controlar a impulsividade e acabar me machucando?
Há técnicas de plano de segurança e estratégias de contenção justamente para momentos de maior risco.
Por que me apego tão rápido e depois sinto vontade de afastar?
É o padrão de 8 ou 80: idealização e desvalorização, que tornam os vínculos instáveis.
Por que pequenas críticas parecem acabar com a minha autoestima?
Porque existe uma hipersensibilidade à rejeição, muito característica do borderline.
Tratamento e Apoio
O trauma da infância pode influenciar nos sintomas atuais?
Sim. Experiências precoces de rejeição ou abuso podem estar ligadas à instabilidade emocional.
Quais sinais mostram que estou avançando mesmo quando não parece?
Menos explosões, vínculos menos caóticos e maior autoconsciência são sinais de evolução.
Tenho depressão também, como tratar os dois?
Os dois devem ser tratados juntos. Um sintoma comum aos dois é a anedonia da depressão: a sensação de anestesia das emoções, sem poder sentir prazer.
Como saber se tenho borderline?
Com uma avaliação. Ela inclui entrevista clínica aprofundada e, quando indicados, testes e exames. Na devolutiva, você recebe o diagnóstico e orientações para lidar com as dificuldades.
Procuro psiquiatra, psicólogo ou os dois?
Aqui você encontra os dois: sou psicólogo e médico psiquiatra. Avaliação, medicação quando indicada e terapia ficam no mesmo lugar.




