

Escrito e revisado em 10/08/25 por Roberto N P Gimena, médico psiquiatra.
Você sabia que o TDAH afeta entre 5% e 7% das crianças mundialmente, mas muitos casos passam despercebidos devido ao desconhecimento sobre os diferentes tipos de apresentação? O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade não se manifesta de forma única em todas as pessoas, e compreender essas variações é fundamental para um diagnóstico preciso e tratamento eficaz.
Muitas vezes, quando pensamos em TDAH, a imagem que vem à mente é de uma criança hiperativa correndo pela sala de aula. No entanto, esta condição neurobiológica apresenta-se de maneiras muito mais sutis e diversificadas, especialmente quando consideramos que cerca de 2,5% dos adultos também convivem com este transtorno.
Neste guia completo, você descobrirá os três tipos oficiais de TDAH reconhecidos pelo DSM-5, suas características específicas, como identificar cada apresentação e as abordagens de tratamento mais adequadas para cada tipo. Esta informação pode fazer toda a diferença na vida de crianças, adolescentes e adultos que buscam compreender melhor seus desafios cognitivos e comportamentais.
O que é TDAH e Quantos Tipos Existem
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um distúrbio neurobiológico crônico que afeta o sistema nervoso central, caracterizado por padrões persistentes de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interferem significativamente no funcionamento social, acadêmico e profissional. Esta condição tem origem na infância, com sintomas tipicamente surgindo antes dos 12 anos, embora possam ser observados já em crianças de 3 anos de idade.
A evolução da classificação do TDAH reflete o crescente entendimento científico sobre este transtorno. Historicamente, o DSM-IV separava “Transtorno de Déficit de Atenção” (TDA) e “Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade” (TDAH). Hoje, o DSM-5 consolidou o termo TDAH como um guarda-chuva que abrange todas as apresentações, reconhecendo três tipos distintos baseados nos sintomas predominantes.
Os dados epidemiológicos revelam a magnitude deste transtorno: estima-se que aproximadamente 9,4% das crianças entre 2 e 17 anos nos Estados Unidos foram diagnosticadas em algum momento com TDAH.
Os três tipos de TDAH reconhecidos oficialmente são:
- Tipo predominantemente desatento (anteriormente chamado TDA)
- Tipo predominantemente hiperativo-impulsivo
- Tipo combinado (misto)
Esta classificação permite uma abordagem mais personalizada tanto no diagnóstico quanto no tratamento, considerando que cada tipo apresenta desafios únicos e requer estratégias específicas de manejo.
TDAH Tipo Predominantemente Desatento
O tipo desatento caracteriza-se principalmente pela dificuldade em manter atenção sustentada, organizar tarefas e seguir instruções complexas. Pessoas com esta apresentação frequentemente são descritas como “sonhadoras” ou “no mundo da lua”, especialmente crianças que passam longos períodos perdidas em seus próprios pensamentos.
Os sintomas específicos incluem não prestar atenção a detalhes importantes, cometer erros por descuido em tarefas escolares ou profissionais, não ouvir quando alguém fala diretamente, ter dificuldade para terminar atividades iniciadas e evitar tarefas que exigem esforço mental prolongado. A distração fácil por estímulos externos e os esquecimentos frequentes também são características marcantes.
Na sala de aula, este tipo manifesta-se através de:
- Dificuldade em acompanhar instruções longas do professor
- Perda frequente de material escolar
- Esquecimento de compromissos e tarefas escolares
- Tendência a sonhar acordado durante as aulas
- Dificuldade em manter foco em atividades repetitivas
No ambiente de trabalho, adultos com TDAH do tipo desatento enfrentam desafios significativos com organização, cumprimento de prazos e gerenciamento de tempo, frequentemente resultando em procrastinação e dificuldades de concentração em projetos complexos.

Uma questão particularmente preocupante é que meninas com TDAH tipo desatento frequentemente não são diagnosticadas. Isso ocorre porque seus sintomas são mais internalizados e menos disruptivos que os apresentados pelos meninos, levando a um subdiagnóstico significativo que pode impactar negativamente a autoestima, desempenho escolar e oportunidades profissionais ao longo da vida.
As diferenças entre crianças e adultos são notáveis: enquanto crianças apresentam mais esquecimentos relacionados aos deveres escolares, adultos relatam dificuldades em tarefas complexas, planejamento de longo prazo e manutenção de rotinas organizadas. Aproximadamente 20-30% dos diagnósticos de TDAH em crianças referem-se ao tipo desatento puro.
TDAH Tipo Predominantemente Hiperativo-Impulsivo
Este tipo é marcado por inquietação física constante e dificuldade significativa em controlar impulsos. Crianças com hiperatividade TDAH frequentemente são descritas como tendo um “motor sempre ligado”, correndo ou subindo em móveis quando não é adequado, e apresentando extrema dificuldade em brincar silenciosamente.
Os sintomas de hiperatividade e impulsividade incluem:
- Inquietação constante (mexer mãos e pés, balançar na cadeira)
- Incapacidade de permanecer sentado quando esperado
- Tendência a interromper conversas e atividades de outros
- Falar excessivamente ou em momentos inadequados
- Dificuldade em esperar sua vez em filas ou jogos
- Agir sem pensar nas consequências
Em adultos, a hiperatividade física tende a diminuir, transformando-se em inquietação interna, impaciência e tendência a tomar decisões precipitadas. Isso pode incluir riscos financeiros desnecessários, mudanças impulsivas de emprego ou relacionamentos, e dificuldade em manter compromissos de longo prazo.

A interação social torna-se um desafio significativo para pessoas com este tipo de TDAH. A impulsividade pode levar a conflitos interpessoais, especialmente quando a pessoa interrompe constantemente ou não consegue esperar sua vez para falar. Na idade adulta, esses comportamentos podem impactar negativamente relacionamentos profissionais e pessoais.
Uma característica importante é que, com o envelhecimento, a hiperatividade física tende a diminuir naturalmente, mas a impulsividade pode persistir, manifestando-se como comportamentos de risco, dificuldades de autocontrole e conflitos interpessoais. Este é considerado o menos comum entre os diferentes tipos de TDAH, mas seus sintomas são geralmente mais evidentes e impactantes, especialmente durante a infância.
TDAH Tipo Combinado (Misto)
O tipo combinado representa a forma mais complexa e prevalente do transtorno, exigindo a presença de pelo menos seis sintomas de desatenção e seis de hiperatividade-impulsividade manifestos por no mínimo seis meses. Esta apresentação representa aproximadamente 70% dos casos de TDAH diagnosticados em crianças, tornando-se o tipo mais comum encontrado na prática clínica.
A coexistência dos dois grupos de sintomas torna o manejo deste tipo particularmente desafiador, demandando estratégias múltiplas que combinam intervenções comportamentais, farmacológicas e adaptações ambientais significativas tanto em casa quanto na escola e trabalho.
Características distintivas do tipo combinado:
Aspecto | Manifestação |
|---|---|
Atenção | Dificuldade em focar combinada com distração fácil |
Atividade | Alternância entre períodos de agitação e dispersão |
Relacionamentos | Impacto em múltiplas áreas da vida simultaneamente |
Tratamento | Necessidade de abordagem multimodal mais intensiva |
Os sintomas podem variar significativamente ao longo do tempo e contexto. Por exemplo, podem se intensificar diante de demandas escolares estressantes ou mudanças no ambiente de trabalho. O impacto funcional é tipicamente maior, com prejuízo significativo no desempenho acadêmico, relacionamentos interpessoais, organização pessoal e adaptação social.

Pessoas com este tipo apresentam maior risco de desenvolver comorbidades, incluindo transtornos de ansiedade, depressão, dificuldades de aprendizagem, transtorno opositor desafiador e transtornos de conduta. Estatísticas indicam que aproximadamente 70% das crianças com TDAH têm pelo menos uma comorbidade psiquiátrica ou de aprendizagem associada, sendo este risco ainda mais elevado no tipo combinado.
A vida adulta traz desafios únicos para indivíduos com tipo combinado, pois precisam gerenciar simultaneamente questões de organização, controle de impulsos e manutenção da atenção em um mundo que exige multitarefas constantes. Estratégias compensatórias desenvolvidas ao longo dos anos podem mascarar alguns sintomas, mas o impacto na qualidade de vida e bem estar frequentemente persiste.
Como Identificar Cada Tipo de TDAH
O diagnóstico preciso dos tipos de TDAH requer avaliação médica especializada, baseada nos critérios rigorosos estabelecidos pelo DSM-5. Para crianças até 16 anos, exige-se a presença de pelo menos seis sintomas específicos (seja de desatenção ou hiperatividade/impulsividade), enquanto para adultos e jovens acima de 16 anos, o critério é adaptado para cinco sintomas, reconhecendo a maturação natural dos comportamentos.
Critérios essenciais para diagnóstico:
- Sintomas presentes por pelo menos seis meses
- Prejuízo funcional relevante em dois ou mais ambientes
- Início antes dos 12 anos de idade
- Exclusão de outras condições médicas ou psicológicas
Ferramentas de avaliação padronizadas como as escalas SNAP-IV, Conners e ASRS-18 são utilizadas para obter relatórios de múltiplas fontes, incluindo pais, professores e os próprios pacientes. Esta abordagem multifocal garante uma análise detalhada e reduz o risco de diagnósticos incorretos.
Sinais Específicos em Crianças
Diferentes faixas etárias apresentam manifestações distintas dos sintomas. Em crianças com tipo desatento, observa-se tendência a sonhar acordado durante atividades estruturadas, não conseguir terminar tarefas iniciadas, perder frequentemente objetos pessoais ou material escolar, e demonstrar dificuldade em seguir instruções sequenciais.
Crianças com tipo hiperativo apresentam comportamentos mais evidentes: dificuldade extrema em brincar silenciosamente, sensação constante de estar “com o motor ligado”, tendência a correr ou subir em locais inapropriados, e incapacidade de permanecer sentado durante atividades que exigem isso.
No tipo combinado, observa-se alternância entre momentos de intensa distração e períodos de agitação física, criando um padrão comportamental mais complexo que requer observação cuidadosa para diferenciação dos comportamentos típicos do desenvolvimento infantil normal.

Manifestações em Adultos
A apresentação em adultos frequentemente é mais sutil, mas não menos impactante. Adultos com tipo desatento relatam procrastinação crônica, dificuldade em organizar tarefas complexas no trabalho, esquecimentos que afetam compromissos importantes, e preocupação constante com erros e sua performance profissional.
O tipo hiperativo-impulsivo em adultos manifesta-se principalmente como inquietação interna (sensação de não conseguir relaxar verdadeiramente), impulsividade financeira resultando em gastos excessivos ou investimentos arriscados, e dificuldades significativas em manter relacionamentos estáveis devido a comportamentos impulsivos.
É importante reconhecer que adultos frequentemente desenvolvem mecanismos compensatórios ao longo dos anos, como uso excessivo de agendas eletrônicas, delegação de tarefas organizacionais, ou estruturação rigorosa do ambiente de trabalho. Embora essas estratégias possam mascarar alguns sintomas, o impacto funcional subjacente geralmente persiste, afetando relacionamentos pessoais e progressão na carreira.
Diferenças Entre os Tipos ao Longo da Vida
A evolução natural do TDAH apresenta padrões distintos conforme a pessoa envelhece. Há uma tendência geral de diminuição da hiperatividade física, especialmente durante a adolescência e idade adulta, enquanto sintomas de desatenção tendem a permanecer estáveis ou até mesmo se intensificar em contextos mais complexos e exigentes.
Mudanças hormonais significativas, como puberdade, ciclo menstrual, gravidez e menopausa, podem afetar tanto a intensidade quanto a qualidade dos sintomas. Mulheres frequentemente relatam piora dos sintomas durante períodos de flutuação hormonal, especialmente no período pré-menstrual.
Transições críticas na vida:
Período | Desafios Específicos | Adaptações Necessárias |
|---|---|---|
Infância → Adolescência | Maior demanda por autonomia | Desenvolvimento de habilidades organizacionais |
Adolescência → Vida Adulta | Responsabilidades profissionais | Estratégias de manejo no trabalho |
Adulto Jovem → Maturidade | Relacionamentos e família | Equilíbrio vida-trabalho |
A transição da infância para adolescência traz novos desafios acadêmicos e sociais, incluindo maior demanda por autonomia, organização independente e navegação em redes sociais complexas. Esses fatores podem intensificar sintomas em jovens que já apresentavam dificuldades, especialmente aqueles com tipo combinado.
Diferenças de gênero tornam-se mais evidentes ao longo do desenvolvimento. Meninas com tipo desatento frequentemente passam despercebidas durante a infância devido a comportamentos mais internalizados, só recebendo diagnóstico na idade adulta quando enfrentam demandas organizacionais complexas no trabalho ou maternidade.
Com o envelhecimento, há relativamente pouca literatura sobre TDAH em idosos, mas estudos emergentes indicam que sintomas podem persistir ou até aumentar em situações de estresse ou sobrecarga cognitiva. O manejo torna-se mais complexo quando coexistem outras condições relacionadas à idade.
Comorbidades Associadas a Cada Tipo
A associação entre diferentes tipos de TDAH e condições comórbidas segue padrões específicos que influenciam significativamente as estratégias de tratamento. O tipo desatento apresenta maior associação com transtornos de ansiedade e episódios depressivos, possivelmente devido à frustração crônica com dificuldades de desempenho e baixa autoestima resultante.
O tipo hiperativo-impulsivo mostra correlação mais forte com transtorno opositor desafiador e transtornos de conduta, manifestando-se através de comportamentos desrespeitosos ou agressivos, especialmente em ambientes escolares estruturados. Esses comportamentos frequentemente são mal interpretados como problemas disciplinares rather than sintomas neurobiológicos.
Comorbidades por tipo de TDAH:
- Tipo Desatento: Ansiedade generalizada, depressão, transtornos de aprendizagem específicos
- Tipo Hiperativo-Impulsivo: Transtorno opositor desafiador, transtornos de conduta, problemas de sono
- Tipo Combinado: Múltiplas comorbidades simultâneas, incluindo todas as acima mencionadas
O tipo combinado apresenta risco elevado para desenvolvimento de múltiplas comorbidades simultaneamente, incluindo transtornos depressivos, ansiedade, dificuldades específicas de aprendizagem como dislexia, discalculia e disgrafia. Esta complexidade requer abordagem diagnóstica cuidadosa e tratamento integrado.
Estatísticas robustas indicam que aproximadamente 70% das crianças com TDAH desenvolvem pelo menos uma comorbidade psiquiátrica ou de aprendizagem associada ao longo de seu desenvolvimento. Em alguns casos, pode haver confusão diagnóstica com condições do espectro do autismo, especialmente quando há dificuldades significativas de interação social.
A identificação precoce e manejo adequado dessas comorbidades é fundamental para otimização dos resultados terapêuticos e prevenção de complicações secundárias na vida adulta, incluindo problemas de autoestima, dificuldades acadêmicas persistentes e challenges interpessoais crônicos.
Tratamento Personalizado Por Tipo de TDAH
A abordagem terapêutica para TDAH requer personalização baseada no tipo específico de apresentação, idade do indivíduo e presença de comorbidades. O tratamento multimodal, combinando intervenções farmacológicas, terapia comportamental e adaptações ambientais, demonstra maior eficácia que abordagens isoladas.
Estratégias farmacológicas específicas:
Para sintomas predominantemente de desatenção, estimulantes como metilfenidato frequentemente são primeira escolha, mas não-estimulantes como atomoxetina podem ser preferidos quando há comorbidades ansiosas significativas. A terapia cognitivo comportamental complementa o tratamento medicamentoso focando em desenvolvimento de habilidades organizacionais e estratégias de enfrentamento.
No tipo hiperativo-impulsivo, medicamentos estimulantes geralmente mostram resposta mais robusta para controle da hiperatividade física, enquanto intervenções comportamentais focam em desenvolvimento de autocontrole e habilidades sociais. A terapia comportamental em grupo pode ser particularmente benéfica para melhorar interação social e reduzir comportamentos disruptivos.
Adaptações ambientais por tipo:
Tipo | Escola | Trabalho | Casa |
|---|---|---|---|
Desatento | Tempo extra, ambiente silencioso | Tarefas estruturadas, prazos claros | Rotinas organizadas, lembretes visuais |
Hiperativo | Pausas frequentes, atividades físicas | Espaço para movimento, tarefas variadas | Canais para energia física |
Combinado | Múltiplas estratégias simultâneas | Abordagem flexível e personalizada | Estrutura com flexibilidade |
Para o tipo combinado, a complexidade requer coordenação cuidadosa entre diferentes modalidades terapêuticas. Frequentemente necessita-se de ajustes medicamentosos mais frequentes e combinação de múltiplas estratégias comportamentais para abordar adequadamente tanto sintomas atencionais quanto de hiperatividade.
O acompanhamento regular com profissionais de saúde especializados é fundamental para monitorar resposta ao tratamento e realizar ajustes necessários.
A família e escola desempenham papel fundamental no sucesso terapêutico. Quando pais, professores e profissionais trabalham colaborativamente, implementando estratégias consistentes em diferentes ambientes, os resultados terapêuticos são significativamente potencializados, resultando em melhor qualidade de vida e desenvolvimento de competências adapativas essenciais.
Conclusão
Compreender os diferentes tipos de TDAH é fundamental para garantir diagnóstico preciso e tratamento eficaz desta condição neurobiológica que afeta milhões de pessoas mundialmente. Cada apresentação – seja predominantemente desatenta, hiperativa-impulsiva ou combinada – apresenta características únicas que requerem abordagens personalizadas e sensíveis às necessidades específicas da pessoa em diferentes faixas etárias.
O reconhecimento precoce dos sinais e sintomas, especialmente em meninas com tipo desatento que frequentemente passam despercebidas, pode prevenir anos de dificuldades acadêmicas, profissionais e interpessoais. A evolução dos sintomas ao longo da vida, desde a infância até a idade adulta, demonstra a importância de acompanhamento contínuo e adaptação das estratégias terapêuticas conforme as demandas da vida mudam.
A alta prevalência de comorbidades, especialmente no tipo combinado, reforça a necessidade de avaliação médica abrangente realizada por profissionais de saúde especializados. O tratamento multimodal, combinando intervenções farmacológicas, terapia cognitivo comportamental e adaptações ambientais, oferece as melhores perspectivas para manejo eficaz dos sintomas e melhoria da qualidade de vida.
Se você reconhece essas características em si mesmo, sua criança ou alguém próximo, não hesite em buscar avaliação profissional. O diagnóstico adequado é o primeiro passo para desenvolver estratégias eficazes de manejo e unlock do potencial pleno de pessoas com TDAH. Instituições especializadas podem fornecer suporte abrangente para navegar esta jornada com confiança e sucesso.