Psiquiatra especialista em Borderline em Botafogo, RJ

Diagnóstico claro, Tratamento eficaz.

Tudo em um só lugar: Avaliação, Testagem, Medicação, Terapia até o Laudo. 
Horários de 13h às 21h.
Agende Presencial ou Online agora.

Agende em minutos. Conversa direta com a equipe, sem robô.

Psiquiatra especialista Borderline em Botafogo, RJ

Diagnóstico claro, Tratamento eficaz.

Tudo em um só lugar: Avaliação, Testagem, Medicação, Terapia até o Laudo. 
Horários de 13h às 21h.
Agende Presencial ou Online agora.

Agende em minutos. Conversa direta com a equipe, sem robô.

Benefícios principais

  • Clareza diagnóstica a partir da primeira consulta, com testes quando indicados.
  • DBT (Terapia Comportamental Dialética): abordagem de primeira escolha para borderline.
  • Regulação emocional: aprender a lidar com sentimentos intensos e instáveis.
  • Plano de segurança: apoio em momentos de risco de automutilação ou suicídio.
  • Autoconsciência emocional: benefício direto do tratamento e prática terapêutica.
  • Acompanhamento ativo pelo WhatsApp entre consultas.
5 star rating
5 star rating
5 star rating
5 star rating
5 star rating
“Excelente profissional, atencioso e muito simpático, me auxiliou muito com questões relativas ao borderline
L. M.
Rio de Janeiro, RJ
5 star rating
5 star rating
5 star rating
5 star rating
5 star rating
“Dr extremamente profissional. Me senti muito acolhida, me apresentou soluções que de fato revolucionaram a maneira que encarava meus problemas. Muito grata pelo seu trabalho, recomendo fortemente!”
A. F.
Rio de Janeiro, RJ

Será que é com você?

  • Instabilidade emocional: Oscilações rápidas de humor, intensas e imprevisíveis. Muitas vezes como uma montanha-russa diária.
  • Medo de abandono: Ansiedade constante de ser deixado, mesmo em situações estáveis. É um medo profundo e persistente.
  • Impulsividade: Ações feitas sem pensar, como gastar demais, dirigir em risco ou usar substâncias. Comportamentos de alto impacto.
  • Sentimento de vazio: Sensação crônica de que nada faz sentido. Um vazio que parece impossível de preencher.
  • Automutilação: Cortes, queimaduras ou outras formas de autolesão como tentativa de lidar com a dor emocional.
  • Raiva intensa: Explosões de fúria desproporcionais, muitas vezes seguidas de culpa ou cansaço.
  • Idealização e desvalorização: Percepção de alguém como perfeito e, logo em seguida, como terrível. Ciclos de 8 ou 80 nas relações.
  • Labilidade emocional: Mudanças de humor frequentes e rápidas, muitas vezes sem um gatilho aparente.
  • Sintomas dissociativos: Momentos de sentir-se desconectado da própria mente ou do corpo. Como se estivesse fora de si.
  • Instabilidade de identidade: Dificuldade em manter uma noção clara e contínua de quem se é. Alterações frequentes de autoimagem.
  • Apego ansioso: Medo exagerado de ficar só, necessidade constante de proximidade e validação.
  • Descontrole da raiva: Raiva que explode de forma súbita, difícil de conter no momento. Pode gerar conflitos graves.
  • Instabilidade de autoimagem:
    A percepção de si muda de acordo com o contexto, com variações frequentes e confusas.

Minha formação

  • Médico, psiquiatra e psicólogo formado pela UFRJ.
  • CRM RJ 111290-2 / RQE 49305
  • Psiquiatra com +20 anos de experiência em TDAH.
  • Prática em neuropsiquiatria aplicada.

Próximos passos:

1

Marque a sua consulta:

  • Conforme a sua agenda
  • Online ou presencial
2

Entrevista clínica aprofundada:

  • histórico, contexto atual e objetivos.
  • Conversamos sobre o que está acontecendo com você.
3

Você passa por uma avaliação detalhada:

  • Testagem neuropsicológica
  • Exames de imagem
  • Exames laboratoriais
  • Testagem genética
4

Devolutiva clara:

  • Diagnóstico e explicação do seu tipo de Apego, segundo Bowlby.
  • Orientações sobre como lidar com suas dificuldades.
5

Plano terapêutico personalizado:

  • Medicação, quando indicada (sempre na menor dose eficaz e com monitoramento).
  • DBT (Terapia Comportamental Dialética): abordagem de primeira escolha para borderline.
6

Contato entre consultas:

  • Esclarecemos dúvidas por WhatsApp
  • Ajustamos dose conforme evolução.
7

À medida que você melhora:

  • Espaçamento entre consultas
  • Reduzimos gradualmente as medicações
  • Acompanhamos seu progresso

Perguntas Frequentes

Tratamento e processo

O tratamento pode envolver medicação, mas em geral os fármacos usados para borderline não geram dependência química. O uso é ajustado com cuidado e muitas vezes combinado com DBT (Terapia Comportamental Dialética). 

DBT é específica para borderline e ajuda em áreas que outros métodos não alcançam, como regulação emocional e impulsividade.

O especializado usa técnicas como DBTTerapia Baseada em Esquemas e mentalização (MBT), todas focadas em emoções intensas, relações instáveis e medo de abandono.

Muitos pacientes relatam mudanças em poucas semanas, mas o progresso é gradual e exige constância.

O diagnóstico não é permanente. E com manejo eficaz, há formas de conquistar estabilidade, reduzir crises e melhorar a qualidade de vida mesmo com borderline.

Sintomas e vivências

Isso faz parte da instabilidade emocional do borderline, marcada por oscilações intensas e rápidas.

O manejo inclui estratégias de autocontrole, suporte terapêutico e, em alguns casos, medicação para reduzir impulsividade.

O vazio é um sintoma central, marcado por uma sensação persistente de falta de sentido ou de estar desconectado de si mesmo. Lidar com isso envolve reconhecer esse sentimento, dar nome a ele e buscar formas de preencher a rotina com atividades, vínculos e pequenos propósitos que tragam ancoragem.

Borderline envolve mudanças rápidas de humor, medo intenso de abandono e instabilidade nos relacionamentos, o que o diferencia de quadros de humor mais lineares.

A raiva pode surgir como uma reação intensa a frustrações ou sentimentos de rejeição, tomando proporções maiores do que a situação em si. Depois da explosão, é comum vir um peso de culpa ou sensação de desgaste.

Há técnicas de plano de segurança e estratégias de contenção justamente para momentos de maior risco.

É o padrão de 8 ou 80: idealização e desvalorização, que tornam os vínculos instáveis.

Porque existe uma hipersensibilidade à rejeição, muito característica do borderline.

Tratamento e Apoio

Sim. Experiências precoces de rejeição ou abuso podem estar ligadas à instabilidade emocional.

Menos explosões, vínculos menos caóticos e maior autoconsciência são sinais de evolução.

A anedonia da depressão é a sensação de anestesia das emoções, sem poder sentir prazer. É um sintoma comum entre os dois. Devem ser abordados juntos.